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Minha mulher


Diferente da maioria dos mortais, eu tenho uma mulher que é um tesão. Falo que é diferente da maioria porque realmente é. Mas não é só, ela gosta das mesmas coisas que eu, portanto vocês já podem imaginar que quando transamos a coisa literalmente ferve. Não vou dizer aquelas coisas de que tenho um pau assim ou assado ou o quanto ela fica molhada quando começamos porque é caminhar pelas trilhas do óbvio, não que tudo isso não seja verdade, mas é que geralmente quando as pessoas saem escrevendo, inventam muito mais do que relatam. Mais uma vez nada contra, mas é que aqui é um relato fidedigno.
Ela é incrível, Quer ver? Na primeira viagem que fizemos juntos, depois de já transarmos de tudo quanto era jeito, de repente ela me mandou ficar de olhos fechados e que jurasse que não abriria, esquecêramos de levar uma venda. Claro que fiz como ela queria. Depois de intermináveis minutos, abri os olhos e ela estava na minha frente, usando um corpete branco, com meias brancas e (o melhor) luvas longas. Mais: mostrou-se pra mim, como todo homem gostaria que sua mulher se mostrasse e depois deixou que eu a despisse, lentamente, como quem abre um bombom há muito desejado. Mas o mais incrível é que antes de despi-la, quando disse que ela estava digna de uma foto, ela pegou minha máquina e me entregou para que eu a fotografasse. Lindas fotos.
Desse jeito iniciamos nossa cumplicidade. Ela uma exibida e eu um voyeur. Tem combinação mais perfeita?
No aniversário dela, quem ganhou o presente fui eu. Fomos a um motel e ela foi se arrumar. Eu já podia imaginar o que esperar, mas como sempre pode haver surpresas, não contei tanto com adivinhações. Quando ela estava pronta, mandou que eu fechasse os olhos. Ela entrou e começou a me acariciar. Bem devagar, começou a me despir. Foi quando senti suas mãos enluvadas. Me deixou só de cueca e me levou até a cama. Só aí eu pude abrir os olhos. Uau! A indumentária era igual, a não ser pela cor, pois era preta. Ela havia prometido um strip-tease e era com isso que eu contava, mas ela estava um pouco sem graça, achando que eu queria alguma coisa com muita dança, o que não era verdade, pois pra mim bastava vê-la se despindo lentamente, se transformando de comportada senhora à putinha devassa. Percebendo isso, para deixa-la mais à vontade, aproximei-me e beijei-a, aproveitando aquela linda roupa. Ela tirou minha cueca e fiz com que me montasse, encaixando-se sua molhada bocetinha no meu pau. Eu deitado com ela por cima, mas de costas para mim, voltada para meus pés e os da cama. Falei então que tinha um presente para ela e que ela precisaria adivinhar qual era e a cada erro deveria tirar uma peça de roupa. Eu planejara isso e por esse motivo levara dois presentes, para diminuir as chances dela acertar. Mas ela não queria acertar. Ao primeiro erro, jogou os sapatos para longe. O melhor é que a cada peça que tirava, mais ela se mexia e aumentava a nossa excitação, pois continuamos encaixados por todo o strip-tease. As luvas e as meias são a melhor parte, pois elas as tira com uma sofreguidão de dar gosto, mas nesse dia, o especial foi o corpete, pois ele era todo abotoado nas costas e ela fez três ou quatro tentativas até tira-lo, aumentando o tesão. Até para tirar a calcinha não precisamos nos “desencaixar”, pois tinha dois fechos do lado que facilitaram que ela saísse. Foi uma loucura.
Ela me propicia muito prazer e eu a ela, principalmente porque estamos na mesma sintonia. Certa vez passamos por uma loja de lingerie em um shopping e vimos uma camisola vermelha brilhante que acendeu em ambos nossas fantasias. O melhor era a minúscula calcinha do mesmo tecido fechada por dois lacinhos laterais. Fui compra-la enquanto ela ia para outra loja. De noite, ela a usou. Quando entrei no quarto, minha mulher estava deitada na cama, velas acesas por todos os lados. Eu entrei com uma bandeja com dois cálices de vinho. Estava disposto a degusta-la da mesma forma que a um bom vinho. Antes de despi-la, nos beijamos sofregamente e bebemos um pouco do vinho. O espelho do armário serviu para que eu mostrasse a ela o quanto estava gostosa, abraçando-a por trás enquanto lentamente subia a curta camisola. A calcinha ficou uma maravilha e ela foi presenteada com um delicioso sarro no rego, prensada contra o espelho e o armário. Mas essa noite não parou por aí, pois eu havia preparado minha câmera para nos fotografar, em um tripé e com um disparador longo de quase três metros, que permite que eu participe das fotos, ou seja, que nos fotografe transando. Houve uma pequena dificuldade que foi reposicionar a câmera quando passamos para a cama, mas as fotos dela de quatro sendo enrabada por mim, ficaram ótimas. Não que as outras fotos também não tenham ficado muito boas, como aquela em que eu por trás dela estou levantando a camisola e aparece parte da calcinha ou a outra em que só de calcinha, ela se apóia na cama levantando a bundinha para mim. Tiramos outras fotos só dela e é aí que ela se revela uma perfeita exibicionista, pois gosta de ser fotografada por mim, vale ressaltar, com pouca roupa ou mesmo sem nada.
Teve também uma outra viagem que fizemos, onde levamos todo o arsenal fotográfico, que não é pouco e várias “roupinhas” diferentes, para muitas fotos e lindos strips, mas isso eu não vou contar agora não. Do mesmo jeito em que não vou mostrar nossas fotos, por que afinal de contas, elas são só pra nós, mas o relato...bem, foi ela que pediu que eu escrevesse.
Depois eu conto mais pra vocês.



Ficha do Conto

Escritor:
Addula

Nome do conto:
Minha mulher

Codigo do conto:
50

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
11/12/2009

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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