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SARRADA NO METRÔ



                                 Sarrada no Metrô

Tenho hoje 43 anos, o fato que vou narrar aconteceu em 1996, e até hoje, como essa mulher. No lugar onde fui trabalhar, conheci Susi, 45 anos, uma mulher casada,morena, cabelos castanhos curtos, baixinha, 1,57, com uma cinturinha incrível, uma bunda e um par de coxas de dar inveja a muito brotinho. No início, nos respeitávamos como amigos, mas com o passar do tempo, fomos trocando olhares, que demonstravam uma grande vontade de trepar. Certo dia no trabalho, não agüentamos, e aproveitando que passamos a ficar a sós, tiramos o maior sarro chegando a trepar na mesa de nosso chefe. A putaria estava tão grande, que ao atendermos ao público (faz parte de nosso trabalho) eu fiquei no balcão de atendimento, e ela agachada dando uma tremenda mamada na minha pica. A sacana era uma verdadeira tarada, por vezes, me deixava atendendo no balcão, e de outra sala, começava a tirar a roupa para me deixar maluco. Certo dia, me contou que ao pegar o metrô com um amigo de seu marido, o vagão em que estavam foi enchendo muito, fazendo com que eles ficassem bem colados. Apesar da situação ser extremamente desconfortante, começou a sentir o pau do cara endurecendo em suas coxas, e o balançar do vagão, e o empurra-empurra, começou a dar o maior tesão nos dois. Ela, começou a ficar na ponta dos pés, para sentir melhor aquela rola, e acabou gozando. Meio que sem graça, queria sair logo dali, mas não disseram uma só palavra, e ela já sem querer esbarrou em seu pau, e sentiu que ele também tinha gozado, pois sua calça estava toda melada. Aquilo me deu o maior tesão, e falei que gostaria de fazer o mesmo. Naquele mesmo dia, apesar de estarmos de carro, deixamos no estacionamento e partimos para a estação do pré-metrô. Ali, na hora do rush, para entrar no metrô, já tem que entrar empurrando, pois tem muita gente esperando. Conseguimos entrar, depois de muito sacrifício, e fui forçando para irmos para o final do vagão. Virei sua bucetinha na direção de minha pica, e para esquentar a sacanagem, ofereci aquele rabo maravilhoso para o primeiro que estava atrás. Ela ficou sem entender nada, mas eu queria que aquela putinha gozasse gostoso. O cara, era um mulato, de baixa estatura, trajava camiseta e calça de educação física, ela por sua vez, estava com um vestido de um tecido bem fino, de alça, e na altura do joelho, bem decente, e com uma calcinha branca de renda, que também tinha um tamanho normal, mas que diminuía bastante quando eu discretamente, por cima de seu vestido, puxava para dentro de sua bundinha. Isso fazia com que ela desse um sorrisinho maroto. Comecei a sarrá-la e a empurra-la para cima do rapaz, mas sem olhar para a cara do sujeito.   Algo como que não estive-se vendo o que estava acontecendo. Pude perceber que o rapaz começava a ficar sem graça, pois fazia tudo para não encostar.   Mas sentido toda aquela bunda roçando em seu pau, começou a ficar mais ousado. Susi já sentia uma pica roçar sua bunda, e ficava meio que espantada. O rapaz, num gesto mais ousado, e sentindo que eu não percebia o que estava acontecendo, começou a levantar um pouco seu vestido, e depois meteu a mão por baixo, fazendo com que ela arregala-se os olhos. Eu falei , fique quieta e curta, que não vai passar disso. Ela sussurrou no meu ouvido que ele estava, passando a mão direto na sua bunda , apertando, e puxando cada vez mais sua calcinha para dentro dela. Ela arregalando mais ainda os olhinhos, falou, como que a pedir socorro, que ele estava agora, enfiando o dedo no seu cuzinho. Meu pau já estava quase explodindo de gozo, e ela também, apesar de receosa, começando a curtir a brincadeira, e fazendo carinha como se estivesse curtindo muito. Quando percebi, a parte de trás de seu vestido, já estava toda levantada, e, apesar de estarmos no final do vagão, quem estivesse pelo lado, dava para ver toda a sua bunda. Ela no maior ímpeto, e já não agüentando, virou uma mão para trás, e começou a apertar o pau do rapaz, por cima da calça, e falou para mim o que fez, e que estava muito duro. Com a outra mão, apertava minha pica, também por cima da calça. Ela, ao sentir aquelas duas picas nas mãos, começou a gozar, e enfiou a mão dentro da calça do rapaz, puxando seu pau para fora, e recebendo uma jorrada de porra naquele enorme rabo, que a deixou toda melada. Eu, por minha vez, que estava de calça de brim, e sem poder abri-la, acabei gozando na cueca. Quando acabamos de gozar, fomos forçando rapidamente a saída, e paramos na primeira estação. Ela sequer olhou para trás para ver o dono da pica que tinha segurado, sarrado, e lambuzado sua bunda. Mas neste mesmo dia, no estacionamento ela deu uma bela mamada na minha rola, me fazendo gozar novamente, tudo muito rápido, pois tinha hora para chegar em casa, por causa do marido.




Ficha do Conto

Escritor:
caramba

Nome do conto:
SARRADA NO METRÔ

Codigo do conto:
661

Categoria:
Grupal e Orgias

Data do Envio:
04/03/2002

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0

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