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COMI A MINHA VIZINHA COROA


Sou Leitor assíduo dos contos eróticos, só que tem muitas histórias narradas como verídicas, que na verdade, é fruto da imaginação nada fértil de Alguns leitores, a história que passarei a narrar, aconteceu comigo há exatamente 21 anos atrás, na época eu tinha 16/17 anos, eu moro em uma cidadezinha do interior da Bahia, nessa época eu trabalhava das 08:00 às 13:00, era um maníaco sexual, coisa normal na idade de um garotão saudável, o fato interessante para vocês, era que nos fundos da casa de meus pais Morava uma senhora, Dª Maria Antonia, era Uma Mulher Negra, bem robusta, os seios bem farto uma bunda enorme, não era muito barriguda, era somente um pouco gorda, devia ter uns 28/30 anos, o marido trabalhava na roça, só aparecia nos finais de semana, tinha duas filhas pequenas. Na casa dela, não tinha televisão, sempre ela ia para a minha casa assistir as novelas, eu malandramente deitava no sofá e começava a passar o pé na Bunda dela, que ficava imóvel, nada fazia, logo que ela ia embora, a punheta era sagrada. Um certo dia a tardezinha, eu sorrateiramente, flagrei-a tomando banho nua no fundo do quintal da casa dela, quando vi aquelas tetas enormes, e aquela bucetona peluda, quase morri de tesão, eu fiquei escondido atrás da cerca, bati umas duas punhetas na hora e depois ela não me saia do pensamento, meu pai estava construindo outra casa um pouco distante da nossa. Um mês após eu tê-la visto nua, nos mudamos, eu fiquei muito triste, pois sempre que podia eu ia vê-la tomar banho, imaginei que acabariam as minhas visões de Dª Mª Antonia. Nos mudamos, ela, como muito amiga de minha mãe, nos ajudou também na mudança. O tempo foi passando e aquela idéia de come-la, não saia de minha cabeça, agora para mim estava mais difícil, pois ficamos mais distante da casa dela. Como eu disse no inicío, eu trabalhava até as 13:00. Um belo dia, meu pai comprou um Fusca, na época quase do ano, só tinha um ano de uso, quando cheguei em casa, que abri a porta estava tudo vazio, e na porta da geladeira, tinha um bilhete que dizia: Fui até a Fazenda de seu Tio com sua mãe e suas irmãs. Na hora fiquei muito puto, pois me tiraram o prazer de inaugurar também o fusquinha, quase choro de raiva e tristeza, perdi até a fome. Fiquei um pouco na varanda, remoendo a minha raiva, pensando o que iria dizer a meu pai por ele ter feito tal coisa comigo, eis que lá adiante vem vindo a Dª Mª Antonia, a nossa nova casa ficava um pouco recuada das outras casas da rua na nossa rua praticamente só tinha a nossa nova casa construída, era um pouco deserto o local, pois era um novo loteamento. Imaginei logo que ela estava vindo pra minha casa, pra conversar com minha mãe, coisa que ela sempre fazia, fiquei meio sem graça, pois só pensava em comer a coroa...quando ela chegou perto da varanda, foi dizendo, boa tarde Cláudio Dª Odete está? (nome de minha mãe) fiquei em dúvida se dizia que sim o se dizia não, nesse impasse ela tornou repeti a pergunta, eu disse de uma só vez: Não Dª Mª Antonia, ela foi para a roça e me deixou até com fome, aqui não tem arroz, a senhora sabe fazer? (essa foi a mentira mais deslavada que eu tive coragem de dizer na hora do sufoco) ela prontamente, disse que sim e que iria fazer para mim, entrou em minha casa pelo lado, por uma porta que dava acesso para a cozinha, foi chegando na cozinha e começou a procurar panelas, e me perguntar onde ficava as coisas, eu ali abobalhado, ainda com a farda do meu trabalho (eu era menor Aprendiz do Banco do Brasil) usava uma blusa de manga comprida azul, e por baixo uma camiseta de malha branca, aquilo fazia um calor terrível, e ainda mais a presença dela ali na minha cozinha, eu querendo come-la, comecei a suar frio mesmo, de até pingar suor, ela então olhou para mim e tornou a formular a pergunta, onde está o arroz, eu tentei pronunciar algo, foi quando ela se abaixou na porta do forno do fogão e abriu uma panela e disse olhe aqui tem uma panela com arroz cozido, aquilo foi um martírio para mim, que já não com seguia raciocinar, foi quando tomei coragem e aproveitei que ela se abaixou. novamente para colocar a panela no forno, eu encostei nela e meti a mão debaixo do seu vestido, ela usava um daqueles vestidões bem folgados e somente uma calcinha de tecido por debaixo e nada de sutiãs, na hora ela deu um pulo e disse: O que é isso menino, você é maluco, eu vou dizer para a sua mãe, na hora quase desmaio de medo de ouvir aquilo, mais a minha ousadia foi maior, continuei e fui novamente para cima dela e dessa vez passei a mão por sobre a calcinha dela e toquei em sua xoxota, ela continuo se esquivando, quando eu disse, Dª Mª Antonia, eu te via tomar banho todos os dias, eu tenho o maior tezão pela senhora, acho os seus peitões lindos, ela disse: Você não tem vergonha de dizer isso pra mim, não? Eu sou uma mulher casada, nisso continuei passar a mão na sua xoxotona, que já começou a facilitar as coisas, então ela disse: e se chegar alguém? Eu a tranqüilizei, mostrando o bilhete que tinham deixado dizendo que só voltavam no final da tarde. Ela então me disse, espere um pouco, e diigiu-se a o banheiro, eu não podia acreditar no que estava acontecendo, ia comer aquela coroa que eu sempre sonhara, direpente ela saiu do banheiro, toda tímida e disse pronto, eu não contei conversa, suspendi o vestido e tirei a calcinha até a metade das pernas, foi quando eu vi aquela buceta roxa na minha frente, eu quase gozo antes de penetra-la, tirei toda minha farda e joguei no chão, e dei algumas bombadas, gozei rapidamente, feito um galo, na hora eu a olhei com um certo nojo, foi quando ela disse: Ei, não é assim não eu também quero gozar, eu comecei as questionar que ela tinha de ir embora, pois podia chegar alguém, ela me disse nada disso, agora vai ser como eu quero senão eu digo para dona Odete que foi você quem passou a mão em minha bunda. Eu pensei, se ela contar to fudido. Ela então tirou aquele vestidão, e tirou a calcinha também e se deitou no tapete da sala e me disse vem cá que agora que nós vamos começar, eu já estava nu, fui para perto dela, ela pegou a minha mão e começou a passar emcima de suas tetas, era uma sensação muito gostosa, pois seus peitões eram grandes, mais eram duros, depois ela mandou eu passar a mão eu sua xoxota, eu comecei a passar sem muito interesse, ela pedia que eu metesse os dedos lá, eu fui começando a me interessar de novo, o cacete começou a endurecer novamente, foi quando ela me pediu que ficasse como que sentado no rosto dela, ela começou chupando o meu saco, aquilo começou a ficar gostoso, depois ela meteu meu pau todo em sua garganta meu pênis tem uns 19 cms. Direpente ela me empurrou para baixo, meu rosto ficou perto de sua xoxota, ela me disse chupa que é gostoso, eu já tinha chupado algumas xoxotas antes de meninas mais novas, a dela fiquei com receio, ela então, levantou as ancas de vez e fez com que meu rosto tocasse sua buceta, ela insistiu chupa, vai sacana eu sou limpa, comecei a lamber de leve aquela bucetona, depois fui me empolgando e comecei a sugar a xoxota da negona, quando percebi ela tinha para de me chupar e estava se contorcendo toda e gemendo feito uma louca, aquilo me estimulou mais ainda, continuei chupando aquela xoxota quando ela suspirou bem forte e disse: vem mete logo essa pica que eu quero gozar nela também, eu virei de lado e acabei com todo aquele nojo, pois a negona era bem limpa e cheirosa, meti minha pica com toda força naquela xoxota dos lábios roxo, ela gemeu novamente e gritou: vai sacana me fode bem gostoso, eu sabia que você queria me comer faz tempo, dei algumas bombadas naquela buceta melada até. que. ela começou a aumentar os gritos eu fiquei com medo de que alguém ouvisse meti mais acelerado e gozei novamente naquela xoxota, ela deu uma chave com as pernas e me prendeu dentro dela, e começou a morder meu pênis com sua buceta, como eu já tinha dado duas gozadas maravilhosas, o pau não quis reagir, ela feito uma cadela no cio ainda colocou meu pênis murcho na boca tentando faze-lo subir, eu pedi para ela que fosse embora, ela nem foi se banhar, vestiu a calcinha e o vestido, ela disse que não ia lavar a porra de dentro dela não pois queria ficar lembrado da minha foda e queria ver se engravidava de mim, eu fiquei encucado com aquilo, alguns dias se passara eu fui na nossa antiga casa que ela era vizinha eu perguntei para ela porque ela tinha me dito aquilo, ela me disse que era brincadeira que ela tomava remédio, depois disso comi só mais uma vez na casa dela mesmo, e nunca mais.
                                


Ficha do Conto

Escritor:
tonklas

Nome do conto:
COMI A MINHA VIZINHA COROA

Codigo do conto:
663

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
10/03/2002

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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