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TESÃO DE PADRASTO 2


TESÃO DE PADRASTO 2.
Bom, continuando o relato anterior, para conseguir dormir nesta noite foi muito difícil, meu corpo todo tremia ao mesmo tempo que ele queimava num calor provocado pelo tesão que estava sentindo, não conseguia parar de pensar no que tinha acabado de acontecer, parecia que minha xotinha ia ter um treco de tanto que ela contraia, sentia até um pouco de dor no útero, meu padrasto certamente estava curtindo cada momento comigo, lembrei que só senti seu pau duro, não tinha visto ele ainda, senti um pouco de remorso pela minha mãe mas agora era tarde, acho que só consegui dormir quando já estava quase amanhecendo. Acordei eram quase uma da tarde, nem fui pra escola, meu padrasto tinha ido trabalhar e a empregada já ia me chamar para almoçar, mas cadê o apetite? Minha fome era pelo meu homem, meu corpo pedia por mais carinhos, mais gozo, mais tudo que ele pudesse me dar. A tarde se arrastou, as horas custaram a passar, resolvi tomar um banho e dar uma arrumada em mim, sim ele começou a provocar uma revolução em mim, queria estar bonita, fresquinha e gostosinha quando meu paizinho chegasse em casa, resolvi me depilar , da mesma maneira que via minha mãe fazer, acho que ele gosta de poucos pelinhos e assim o fiz, aparei tudo deixando ela quase peladinha, sentia tesão só de fazer isso, caprichei no banho, passei os cremes Victoria´s Secret da mami e por último peguei escondido um baby-doll dela com a calcinha bem cravada, apesar de ter a bunda menor que ela essas calcinhas dão um levante na hora H. Fiquei chateada e angustiada pois durante o dia ele não ligou e eu com vergonha não liguei, a empregada foi embora e felizmente ele chegou na hora de costume, pois bem sei que ele poderia dar uma escapadinha aproveitando que mamãe estava fora, mas ele me tem aqui em casa não precisa procurar nada na rua. Seu banho demorou muito, acho que ele caprichou para mim também, saiu apenas de short, colocou a mesa do jantar e me chamou fui tremendo de tesão, ele falou comigo como de costume perguntou sobre meu dia tudo normal, após o jantar e limpeza geral, fomos ver televisão e o que eu tanto ansiava foi acontecendo, sentamos no sofá, cada um num canto, ele me estendeu a mão e me puxou para perto dele, me fala que estou linda e cheira meu cangote, foi demais, só consegui jogar a cabeça para trás e suspirei profundamente toda arrepiada ele riu diz que conhece o cheiro do creme e começa a me beijar pelo pescoço dando pequenos chupões, é o bastante para me inundar toda, sua mão no meu peitinho, beliscando o biquinho me levando a loucura, tiro a roupa toda quero desesperadamente ficar nua, vejo que sua rola já dá sinais de vida sob o short, mas ele assiste a retirada da roupa e elogia a minha depilação, devo ter ficado roxa de vergonha, logo ele me puxa e eu, de pé ainda, começo a ser chupada, sugada, lambida, mordida enfim fico toda babada, minha xaninha está escorrendo o lubrificante pelas pernas ele lambe tudo me dizendo que aquilo era um néctar dos deuses, fico toda boba com suas palavras quando deito no sofá e ele põe a língua na minha bucetinha entro em delírio, tudo na sala parece rodar, fico zonza, quase desmaiando de novo, eu queria muito aquilo, queria demais, gozei pela segunda vez, gozei profundamente, cada toque de sua língua no meu grelinho me fazia contorcer como se estivesse levando choques, que homem, sentada no seu colo procurei sua boca e dou um beijo de língua “mesmo” quase arranco a dele, sinto sua pica dura na minha xana, quero ver, me afasto um pouco e coloco a mão dentro do short, sinto ele duro, pulsando, quente, me levanto e meu paizinho também, tira a roupa e me mostra seu pau, fico desconcertada, mas pego nele, não é um monstro como relatam nos contos ele é lindo com a cabeça bem rosada e lisinha saindo um liquido também, chorei ao tocar naquele pau. Ficamos namorando nus no sofá, ele só passava os dedos na minha xana e depois lambia, afinal resolvemos ir para cama, pedi para ir no meu quarto primeiro pois queria fazer uma surpresa, enquanto ele ia para seu quarto fui colocar o baby-doll da mami, ficou demais, pedi para fechar os olhos e apaguei a luz do quarto fechando a porta por dentro, dava para ver alguma coisa mas não com certeza, disse para abrir os olhos e depois eu acendi a luz, ele me olhou com um jeito de tarado, acho que consegui balançar ele, sua reação foi avançar pra cima de mim e me arrastar para a cama já deitando em cima de mim com se fosse me estuprar, me beijou muito me arranhando com suas unhas, me despia chupando cada parte do meu corpo quando me viu só com a calcinha da roupa me rolou pela cama para conferir minha bundinha, acho que adorou pois beijou ela toda, me pos de quatro e passava sua língua como um gato pela minha bunda mas quando ele afastou o fiozinho da calcinha e passou a lamber meu cuzinho aquilo me levou ao delírio, comecei a entender porque minha mãe as vezes urrava, sua língua era algo fora do normal, senti ela entrando no meu furinho e ele rugia como um animal, já pressentia que teria que fazer tudo como minha mãe, aquela tortura durou uns quinze minutos, seu trajeto era da minha bucetinha até meu cuzinho, tudo bem devagar, quando ele começou a chupar só a minha xana e com um dedo começou a rodear meu anel aquilo foi me dando um calor , um sofrimento gostoso e eu de quatro comecei a gozar de novo, gozei babando no travesseiro e durante meu gozo o danado colocou o dedo dentro do meu anel, nem sei dizer se doeu ou não, afinal, eu estava gozando e não sentia mais nada. Tombei na cama deitada de lado, tudo de bom, ele veio para perto de mim e pegando na minha cabeça me fez deitar no seu colo com o rosto bem próximo da sua pica, que estava super dura e agora? Não sabia o que fazer, afinal era a primeira vez, mas ele é um mestre, ficou passando a mão no meu rosto e com o dedão começou a alisar os meus lábios, eu instintivamente comecei a chupar o dedo e ele ficava alisando minha língua com ele, não sei bem como mas num instante ele tinha trocado o dedo por sua pica dentro da minha boca, senti o gosto salgadinho saindo da pontinha, com a língua pude sentir como era macia a glande , bem lisinha uma delícia, fiquei como se chupasse uma chupeta só na cabecinha, mudamos de posição e assim consegui abocanhar ele todo, meu paizinho só me pedia para não raspar os dentes e assim obedeci, com uma das mãos ele guiava minha cabeça para cima e para baixo e eu só usava minha boca depois de um tempo ele pediu para segurar com a mão enquanto chupava e após algum tempo me ensinou a punhetar (nome horrível) ficava só com os dedos para cima e para baixo, mais um tempo ele me disse para segurar com a mão e fazer os movimentos mais rápido e apertando a pica, obedeci ele me dizia que estava quase gozando, pediu para acelerar os movimentos, assim o fiz, de repente senti a pica ficar ainda mais dura era como se tivesse inchado um pouquinho ele começa a gemer e sinto aquele leite grosso e viscoso invadindo minha boca, tirei a boca na hora e respingou no meu cabelo e cuspi o que veio na minha boca, sinceramente não dá para acreditar que consigam engolir aquilo, ainda não consigo, mas meu dadi diz que um dia vou aprender a beber seu leitinho, ele gozou muito se aparasse tudo na boca ela ia ficar cheia, vi a satisfação no seu rosto e me senti orgulhosa do que tinha proporcionado a ele fiquei muito feliz ao ver a expressão de seu rosto. Continua....


Ficha do Conto

Escritor:
pgama

Nome do conto:
TESÃO DE PADRASTO 2

Codigo do conto:
7120

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
08/02/2006

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0

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