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O grelo de Sofia


Minha história começa no dia 12 de maio de 1990. Eu tinha 18 aninhos e já tinha feito minhas sacanagens por aí, mas tudo convencional, com garotos da minha idade. Na verdade até aquela época eu nunca tinha tido um homem de verdade, desses que fazem o serviço completo. Eu sempre me envolvia com namoradinhos da mesma idade, com no máximo 2 anos de diferença, e era sempre a mesma coisa: Começava com um sarrinho no carro, umas chupadas sacanas, mas dar mesmo, no duro, só tinha dado pra 3 carinhas. Desses, só o último foi legal mesmo, mas só consegui gozar com ele chupando minha xoxotinha. Foi uma loucura, ele me deixou maluca com o gelo que tinha passado na língua e depois me chupado. Mas com penetração mesmo nunca tinha tido um orgasmo. Sempre gostei mais de sexo oral, ser chupada, e também chupar. Muitas amigas minhas acham estranho esse meu tesão que é chupar um pau até o cara gozar e engolir tudinho. Eu adoro engolir uma porra quente! Já até gozei só com o gozo de um cara na minha boca. Mas quando o cara tentava me comer, bom, aí eu caía fora. Não sei o que me dava, não sentia muito tesão. Talvez por isso que eu tenha deixado muito homem maluco de vontade de me comer. Chupava o cara até ele gozar e na hora que ele se arrumava todo pra me comer, eu caía fora. Que homem aguenta isso? Claro que hoje em dia já não sou mais assim... Bom, mas minha história de hoje é bem diferente. É a história de uma amiga minha, a Sofia, uma linda loira de olhos azuis aqui da minha região. Sei que no restante do Brasil, uma loira com os atributos dela seria a atração da cidade. Mas aqui em Santa Catarina as loiras são maioria. Eu sim sou uma exceção. Sou morena de olhos verdes. Bem, mas vamos à Sofia.... Sofia tinha na época 18 anos e estava com o corpo totalmente formado. Linda, estonteante, os cabelos dourados longos pareciam de boneca. Os olhos profundamente azuis eram incríveis, difícil defini-los. O rosto era mesmo belíssimo. Mas o corpo ainda era melhor. Tinha 60 kg distribuídos em 1,74m. Era um mulherão. Gostosa, muito gostosa. Hoje eu posso falar tranquilamente sobre isso, mas na época isso era um tabu para mim. Eu via Sofia como uma mulher deliciosa e era louca para devorá-la, mas nunca admiti isso para ninguém, nem mesmo para mim. E eu admirava minha amiga, andávamos sempre juntas, éramos confidentes. Nossa amizade era perfeita. Sofia, na época, era apaixonada por um garoto da faculdade, o Guilherme. Ele era mesmo muito bonito, fazia musculação, tinha o corpo com tudo em cima. As meninas literalmente caíam aos seus pés. E ele saía com todas e comia todas na maior cara de pau. E Sofia sabia disso e sofria, sabe como são essas paixões nessa idade. Bom, mas houve um dia em que Guilherme me cantou, afinal eu era e sou muito bonita mesmo. E exótica, por ser morena. Mas não dei muita bola, sabia da fama dele de devorador de menininhas apaixonadas. Além do mais Sofia era apaixonada por ele e eu jamais magoaria minha amiga. E talvez por eu o ter esnobado, Guilherme se apaixonou por mim, a ponto de me enviar uma perua lotada de rosas vermelhas. Não tive outro meio senão contar tudo para Sofia, antes que algum engraçadinho fizesse uma intriga das grandes e eu perdesse minha melhor amiga. Cheguei na casa de Sofia naquela tarde e a mãe dela me pediu para subir até seu quarto. Chegando lá encontrei Sofia só de calcinha, sem sutiã. Ela tinha acabado de tomar banho. Meu coração disparou com a visão magnífica de Sofia semi-nua. Como era linda! E que corpo! Senti um calafrio na espinha, comecei a suar frio e tive vontade de agarrá-la, mas não podia fazer isso. Eu já tinha visto Sofia nua antes, e apreciado, mas nunca como naquele dia. Não sei o que tinha de fenomenal naquela cena, mas a verdade é que se eu tinha alguma dúvida da minha tara por Sofia, agora não tinha mais. Tudo estava muito claro para mim. Comecei a contar sobre Guilherme e ela desandou a chorar. Chorava como criança, e na verdade ainda era uma criançona, apesar daquele corpo escultural de mulher madura. Sofia soluçava na minha frente e aquilo me apertou o coração. Estava vendo minha amiga sofrendo por causa de cara sem escrúpulos e não podia fazer nada. Tive ódio de Guilherme naquele momento. Sentada na cama, ao lado de Sofia, comecei a acariciar seus cabelos, enquanto seu rosto mantinha-se enterrado entre as coxas, aos prantos. Ali, tão pertinho dela, sentindo seu perfume de gata gostosa, não resisti e me aproximei mais. Puxei seu braço e abracei Sofia gostosamente. Senti seus seios encostando nos meus e molhei a calcinha na hora. Afastei-me dela e enxuguei suas lágrimas. Continuei acariciando seu rosto e ela melhorou o astral, finalmente. Foi então que tive uma grande surpresa: Sofia olhou-me fundo nos olhos e disse: - Ah, se o Guilherme fosse carinhoso como você.... Não sabia o que fazer. Mas continuei acariciando seus cabelos, seu rosto....e depois de algum tempo, acariciei seus ombros e seus braços. Sofia ficou toda arrepiada com isso, pude sentir os pelinhos do braço todos ouriçados. Ao perceber que minha gata maravilhosa estava gostando dos meus carinhos, delicadamente passei a mão sobre seus seios. Sofia gemeu baixinho. Continuei a passar as mãos nos peitinhos dela, agora já beliscava levemente seus mamilos e Sofia gemeu mais alto. Então, já doida de tesão, aproximei meu rosto dos seus seios e beijei-os gostosamente. Sofia delirava de tesão, gemia como uma gata no cio. Não sei por quanto tempo fiquei ali, chupando os peitinhos dela. Eu lambia os mamilos, chupava os seios todinhos, fazia da minha língua um chicote e batia em seus mamilos durinhos. Só uma mulher para conhecer tão bem os desejos de outra mulher. Com minha língua em seu mamilo eu simulava que estava chupando seu clitóris. Sofia acabou me dizendo que não aguentava mais. Deixei-a maluca de tesão só nos peitinhos. Então deitei minha gata na cama e tirei sua calcinha. A bucetinha dela estava molhadinha, com aquele muco transparente que toda mulher tem quando fica excitada. Abri suas pernas e me aproximei de sua grutinha, apenas para realizar um sonho: sentir o cheiro do sexo de Sofia. E que cheiro maravilhoso exalava de sua xoxotinha! Sofia, a essa altura, implorava para que eu a chupasse, mas eu não cedi imediatamente. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas e ia subindo até chegar bem perto de sua grutinha, mas não continuava, e retornava para as coxas... Sofia ficou maluca com isso. Então, virei minha gata de bruços e me delicie com a visão de sua bundinha toda aberta para mim. Secretamente, tinha sonhos com a bundinha de Sofia. Imaginava-me comendo sua bundinha, beijando, lambendo. E agora era exatamente o que fazia. Lambi tanto aquela bundinha, só na parte externa, diga-se, e Sofia não aguentava mais de tanto tesão. Então, percebendo a crueldade que fazia com minha amiga, abri bem sua bundinha e enfiei a língua no seu cuzinho apertado. Sofia quase gozou só com isso. Ela rebolava aquela bunda maravilhosa na minha cara e eu chupava, lambia, forçava a língua na entrada de seu cuzinho, enfim, fazia loucuras na bundinha de Sofia. E foi então que ela não aguentou mais e gozou. Gozou como gente grande. Deu um grito alto e depois gemeu por quase 5 minutos. Minha amiga estava com o corpo amolecido, mas eu não estava satisfeita. Queria sentir o gosto da bucetinha de Sofia. Virei-a de frente e meti a língua na sua xoxotinha. Lambi e engoli todo o mel que escorria de sua fenda, seu gozo tinha um gosto maravilhoso e eu engolia tudo, não queria perder uma gotinha só de seu suco de amor. Sofia estava cheia de tesão novamente. Seu grelo havia crescido com o tesão, estava vermelho, lindo demais. Afastei suavente os grandes lábios, e cheguei mansamente com minha língua dura no seu grelinho inchado. Então comecei com aquele movimento de vaivém que todo homem tenta, mas poucos conseguem fazer, e que deixa as mulheres malucas. Masturbei o grelinho de Sofia com a língua, não dei atenção à mais nada a não ser o grelo de Sofia. Minha amiga arfava e gemia. Dizia que nunca tinha sido chupada dessa forma, que eu era maravilhosa, que ela ia gozar na minha boca. Quando percebia que Sofia estava prestes a gozar, afastava a língua. Nessa hora era Sofia que procurava minha língua com a bucetinha. E eu afastava, depois me aproximava e recomeçava. Uma loucura! Não deixava minha amiga gozar, queria que ela sentisse um gozo como nunca havia sentido, o gozo proporcionado por uma mulher. Em dado momento, enfiei o polegar na sua bucetinha e senti que Sofia urrou de prazer. Aproveitei e enfiei o indicador no seu cuzinho e permaneci assim, "comendo" minha amiga na frente e atrás, enquanto com a língua, proporcionava o maior prazer que alguém pode proporcionar a uma mulher. Então Sofia não aguentou mais e gozou violentamente. Enfiei mais os dedos em seus buraquinhos e pude sentir as contrações de seu gozo. Ela não parava de gozar e eu não parava de chupá-la. Minha vontade era engolir todo o seu clitóris, tamanho era o meu tesão. Sofia chorava de tanto gozar. E foi, aos poucos, relaxando, até que adormeceu ao meu lado. Foi então que me dei conta que nem tínhamos trancado a porta, e a mãe de Sofia estava lá embaixo. Por sorte ela não percebeu nada e eu saí lentamente me despedindo dela com um 'tchau" sem-graça. Claro que essa história não acaba aí. Depois dessa primeira vez, ficamos mais íntimas do que nunca. E tem muita história pra contar dessa amizade... a próxima que contarei será da retribuição de Sofia ao prazer que lhe proporcionei. Aguardem! Carolina Baker                 
                                


Ficha do Conto

Escritor:
carolina baker

Nome do conto:
O grelo de Sofia

Codigo do conto:
80

Categoria:
Lésbicas

Data do Envio:
11/12/2009

Quant.de Votos:
19

Quant.de Fotos:
0

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