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Dando pro sogro de meu filho


Depois de minha transa com meu filho e minha norinha, ficamos muito amigas. Ela me levou num final-de-semana para conhecer sua família. Veio aqui em Caxias nos buscar. Almoçamos no apartamento dela na Lagoa. Era um luxo só. Seu pai foi muito simpático, ao contrário de sua mãe, mais nova do que eu, mas muito magra, cheia de formalidades. Na volta para casa, Sandra(minha nora) esclareceu que a mãe dela era doente, tinha graves problemas psíquicos e que, apesar de 39 anos, pareceia uma mulher de 50 anos. Perguntei-lhe sobre seu pai. Ela malciosamente perguntou: -Meu pai é um tesão, né sogrinha? Eu tive que concordar. O homem tinha seus 42 anos, uns 1:75, de cavanhaque, cabelo cortadinho baixinho. Estava um pouco gordinho, com uns 100 kg. mais ou menos. Porém, era inteligente, bem humorado, com coxas grossas e um peito cabeludo que me deixou excitada. Aproveitei a provocação dela e respondi: - É um homem bem interessante. Meu filho nada comentou. Na semana seguinte, Sandra nos convidou para passear em Itaipava, na casa de montanha da família da mãe dela. Quando seu pai chegou num BMW para nos buscar, reparei que a mãe de Sandra não tinha vindo, foi a um chá beneficiente. Iríamos eu, Sandra e o Dr. Lemos. Meu filho tinha que estudar. Senti que havia alguma combinação entre meu filho e sua namorada, mas não entendi bem o que. Fui sentada na frente. Ouvindo um cd do Simply Red que me fez relembrar coisas de minha juventude. O papo era agradável e a viagem, apesar de curta, foi ótima. Fiquei mais impressionada com o Dr. Lemos. Que homem inteligente, culto, bem-humorado... Chegando lá, quase caí para traz com a beleza da casa, tinha uns dez quartos, havia sido uma fazenda. Fomos conhecer a propriedade a cavalo. Aí começou a sacanagem. Sandra colocou uma calça justíssima, estas de amazona, sem calcinha, que dava para ver o desenho de sua buceta. Eu estava de calça jeans normal. Ela me arrumou botas e uma camiseta. O pai dela estava também com uma calça justa, mas comportada. Na cavalgada, deparamo-nos com um cavalo de pau duro. Sandra cheia de malícia disse: - Olha Dona Suely, que pintão! Eu não respondi. O pai dela informou: - Ele está assim pois está sentindo que alguma fêmea está no cio. E a safada de minha nora: - Deve estar sentindo meu cheiro então. Continuei calada, mas a safada provocou: - Suely, você também está no cio? Fiquei com a cara em brasa, mas entrei na sacanagem: - Também estou. E ela: - Meu pai tá à sua disposição! Eu não sabia o que dizer, mas ela esclareceu: - Su, depois daquela transa contigo, me soltei e dei para a pessoa que mais amo no mundo, meu pai. Eu sempre quiz dar para ele. Eu o seduzi e contei tudo. Ele realizou o sonho de me chupar toda e agora quer provar você. E o Dr. Lemos acrecentou: - Olha, não trepava há meses. Só com putas. Minha mulher não tem mais libido. Minha filha me mostrou um sexo maravilhoso e quando te conheci fiquei tarado em você. A gente queria amar você. Quando ele usou esta palavra mágica "amar", eu não aguentei. Parei a montaria e perguntei: - Meu filho sabe disso, Sandra? Ela respondeu: - Sabe e concordou! Respirei fundo e disse: - Que bom, já estava com saudade de sua bucetinha e quero dar para você, Lemos. Começamos ali mesmo a putaria. Descemos dos cavalos e nos beijamos, os três. Sandra ajoelhou enfrente ao pai e abocanhou seu caralho enquanto ele mamava meus peitões. Começou um vento frio e decidimos ir para casa. Lá fomos para a sala de jogos e recomeçamos a sacanagem. Sandra não largava do caralho do pai. Eu, já pelada, esfregava minha buceta na cara do Lemos. Pedi à Sandra para chupar aquela buceta raspadinha e gordinha. Ela abriu bem as pernas e caí de cara, ficando com meu bundão para cima. Lemos rapidamente meteu na minha xana, com vontade. Socou poucas vezes e gozou. Coitado, tava no atraso. Mas o pau dele não amoleceu. Ele contou que tinha tomado um Viagra. Então, comecei a comandar a bacanal, como sempre gosto de fazer. Mandei a Sandra arreganhar a buceta para seu pai comê-la. Ela o fez. Eu mamava aqueles seios deliciosos dela e beijava também sua boca carnuda e quente. O pai dela estava louco de tesão. Então, fui para atraz dele e comecei a chupar seu cuzinho. O cara gozou denovo na buceta da filha. Corri para chupar aquela grutinha cheia de porra. Sorvi tudo e fizemos de novo aquilo de trocar a porra de uma boca para outra até a Sandra engolir o esperma do pai. Esse tal de Viagra é bom mesmo. O Lemos continuava de pau duro, apesar de cansado. Sandra voltou a mamar no pau do pai, mas ele pediu para ela fazer devagar pois o pinto estava sensível. Então disse para ela deixar que eu faria. Comecei a lamber as bolas do Lemos, devagarinho, fui subindo pelo pau, só com a pontinha da linguinha até chegar na cabeça. Enfiei tudo na boca, bem devagar até à garganta e fiquei paradinha. O cara adorou. Sandra então começou a chupar meu cú e minha buceta por baixo de mim. Era chegada a hora de tomar no cú. Pedi a ela para cuspir no meu cú, ela lambeu e cuspiu, deitei de barriga para baixo, com meus peitos no assoalho e ela abriu bem minha bundona. Lemos veio devarinho e enfiou fácil no meu cú receptivo. Ele começou a bombar. Mandei a Sandra chupar o cú e o saco do pai. Ele gemia, suava, mas não gozava. Eu estava adorando aquela estocada no cú. Até que ele tirou o pau sem gozar. Disse que estava fora de forma. Não me fiz de rogada, comecei um 69 com a Sandra, mandando ela ir enfinado dedos no meu cú. Ela enfiou quatro e eu gritando de tesão. O pai dela então veio para perto de nós e começou a me siriricar. Enfiou cinco dedos na minha buceta e a Sandra com quatro no meu cú. Gritei para não pararem. Era um vai-e-vem maravilhoso. Fiquei de quatro e mandei eles continuarem até eu gozar. O pai dela enfiou mais a mão e senti que só o punho dele ficara para fora. Comecei a sentir uns espasmos e comecei a gozar pelo cú e mijar pela buceta. Resultado: desmaiei. Quando acordei. Os dois estavam enrolados numa manta me observando. Me contaram o que houve e eu caí na gargalhada. Me chamaram para ficar entre eles. Já era noitinha. Chovia. Resolvemos passar a noite lá. Sandra ainda não tinha dado o cú para o pai e disse: - Paizinho, já se recuperou? Então come meu cú, pois a Sú me fez ficar viciada em tomar na bunda. Lemos ainda de pau duro deu um lindo e carinhoso beijo na filha e foi descendo e chupando-a toda. Cheguei ficar emocionada com a cena. Quando ele chegou na xotinha dela, disse: - Sogrinha, vem aqui que eu quero chupar esses peitões. Assim o fiz. O pai então virou a filha de quatro, mas eu disse que ela deveria ser enrabada olhando para o pai, de frente. Ela então levantou as pernas, segurou com os braços com minha ajuda, arregaçando o cú para o pai. Passei um creme no cú de Sandra e mandei seu pai enfiar devagar. Ele passou creme no pau também e foi enfiando e ela narrando: - Vai pai, enfia devagarinho, enfia a cabeça, pai. Assim, tá gostoso... Ai pai, enfia tudo bem devagarinho para eu sentir as pregas se abrindo...ai, assim, pai, isso, hum...Quero sentir seu saco encostar na minha bunda, pai... Vai, assim... Eu já estava pingado pela buceta e meu cú piscava de tesão. Que cena linda! O Lemos deu um berro quando encostou o saco na bunda da filha: - Toma, filha, toma no cú! Sandra começou a rebolar. Eu comecei a chupar seu grelo e fui enfiando dedos na xota dela. Ela gritava: - Fode, pai! Enterra tudo no meu cú! Lemos chegava a revirar os olhos... Até que gozou chorando no cú da Sandra. Gozou à bessa. Tirei o pau dele devagarinho do cú da Sandra. Tentei lamber a porra, mas tava com gosto de creme e de merda, não deu. O Lemos caiu sentado no chão chorando... Acho que ele se arrependeu da sacanagem com a filha... Depois ele voltou ao normal e combinamos uma suruba de DP onde meu filho e seu sogro vão comer os cús e as bucetas, minha e de Sandra, ao mesmo tempo. Aguardem...


Ficha do Conto

Escritor:
Suely Dadeira

Nome do conto:
Dando pro sogro de meu filho

Codigo do conto:
8203

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
09/06/2006

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0

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