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Seu Geraldo


Conheci o seu Geraldo desde pequena, nunca entendi porque todo mundo dizia que ele era um homem perigoso. Morávamos numa cidade do interior de Minas, muito pequena e bem provinciana. Meninos e meninas não podiam brincar juntos e até não muito tempo atrás, conta minha mãe, mocinhas não deviam sentar onde um homem havia sentado.
Voltando ao seu Geraldo, como eu dizia, nunca entendi o porque nenhuma mulher de respeito gostava dele. Na verdade, ele era muito reservado, embora a casa dele sempre, vez por outra tinha visita de umas mocinhas até bem legais que gostavam de trepar na árvore grande para pegar manga, quando era tempo. Diferente dos vizinhos, ele nunca reclamava. Mas mesmo assim, não sei por que, mamãe sempre me dizia para nunca ir na casa dele pegar manga. Nem sozinha nem acompanhada: "Não se pode confiar naquele velho", era tudo que ela dizia. Mas um belo dia de verão, calor intenso ... é preciso dizer que eu já estava na flor da mocidade, contava, então, com 17 aninhos e estava soltando fogo pela roupas, apesar de não saber direito o que acontecia comigo algumas vezes, quando acordava a noite molhada de suor e só o travesseiro no meio das pernas resolvia. Mas, então, um belo dia, estava eu louca para chupar uma manga e sem ter nenhum lugar mais onde recorrer, resolvo quebrar a proibição de mamãe e me aventurar no quintal do seu Geraldo. Bati palmas, chamei, mas ninguém atendeu. Pensei que assim era melhor, sem seu Geraldo, não tinha bronca. Além disso, estava com um vestido de algodão branco meio indecente para mocinha trepar em árvore ... as minhas vergonhas poderiam ficar a vista. Pensando isso, entrei no quintal do velho. O quintal dele era grande, a propriedade era uma pequena roça, o quintal se extendia também para os fundos. E era exatamente lá, entre laranjeiras e pés de siriguela que estava a bentida mangueira. Atravessei o quintal, passei ao lado da cas e trepei sem dó na árvore. Nem bem comecei a saciar minha vontade, já tendo o sumo da fruta escorrendo farto pelo meu colo, ouço uns gemidos vindos da casa do Seu Geraldo. Era algo mais ou menos como: Uhm, uhm, uhm, ui, heheeh. E depois pude distinguir também frases: ai, seu Geraldo,hoje você está muito guloso ... Não posso demorar muito ..." foi aí que distingui uma voz conhecida e resolvi me aproximar. O quarto ficava nos fundos, tinha uma veneziana meio velha, boa pra espiar sem ser visto. Me aproximei e não pude acreditar no que vi: sentada no colo do seu Geraldo sem a blusa e só de calcinha, estava minha mãe. Na maior safadeza com o velho. Fiquei com um misto de indignação, revolta e raiva; meu primeiro ímpeto foi acabar com aquilo tudo e gritar com minha mãe, dar um tapa na cara dela, mas fiquei paralizada por alguns segundos. De algum modo,estranho aquela raiva que começou doendo na barriga me fez socar o chão com o pé, depois agarrar minhas unhas à parede fria, depois comecei a punir meu próprio corpo, agarrando as pontas da saia do meu vestido e quase o rasgando a medida que puxava para baixo. A raiva era tanta que passou a doer no meio das minhas pernas. De repente me peguei apertando com força a minha buceta e depois os meus seios ... quando percebi estava assistindo a cena com uma raiva interessada.
Seu Geraldo que é um velho de uns 60 anos, estava ainda vestido quando eu cheguei. Ele dizia algo para mamãe sobre ela não se preocupar, que ninguém iria na casa dele naquela hora. Mamãe mesmo semi-nua resistia, ou na verdade fazia jogo: "Não sei, não, seu Geraldo, não sei não. Sou uma senhora de respeito!". Mas o velho não parava de subir e descer as mãos no corpo de mamãe. Chegou até mesmo a dar uma mordidinha nos seios dela que a fez gritar de novo um UI!, meio safado.
E ele dizia, minha filha, quanto mais o tempo passa mais gostosinha você fica, nem parece que já tem aquela bitelona da sua filha... Mamãe ria encabulada: "que isso, geraldo". Já nem falava o "Seu" mais. Seu Geraldo começou, então, a falar algo com minha mãe sobre fazer uma brincadeira. Eu só vi ele colocando um lenço no olho dela e dizendo que não iria fazer nada que ela não quisesse. A essa hora, eu já estava toda lambuzada no meio das pernas. Agachada para não ser vista eu enfiava os dedos mais e mais dentro da minha bucetinha. Tão entretida eu estava que não percebi que a parede era velha e estava com alguns tijolos deslocados. Pois o maldito encosto onde eu estava deslocou de vez e espatifou no chão, fazendo um barulho que mamãe ouviu dentro do quarto. "que barulho é esse"... Seu zé olhou e acho que me viu do outro lado do vidro, mas surpreendentemente respondeu: "Não atente, não, minha filha, é só a cadelinha do vizinho que ficou assanhada com nossa safadeza..." hehehe e riu de modo malicioso, continuando a brincadeira com mamãe. Eu gelada que estava, com medo de ser pega, fiquei paralizada no mesmo lugar. Quando voltei a olhar, percebi que Seu Geraldo tinha mudado de mamãe de lugar: ela estava em cima da cama que ficava bem de frente para a janela. A visão era melhor. Ele colocou o que parecia uma cachaça na boca e deu na boca de mamãe e disse, para dar uma atiçada. Depois começou a levar a mão dela lentamente para o volume no meio das pernas dele e ela começou a esfregar sem dó o volume por cima da calça. De repente ele tirou a calcinha de mamãe, colocou mais bebida na boca e (nao pude acreditar!) jogou na buceta dela e depois começou a lamber violentamente. Mamãe vibrava. Eu com ódio, agora estava já com o resto da manga que tinha chupado, ralando sofregamente na minha bucetinha. Seu Geraldo, então, vira para a direção da janela e começa a tirar a roupa: primeiro a blusa, revelando um abdômem um tanto flácido e gordo, mas ainda vigoroso; depois tirou a calça e vi que estava sem cueca nenhuma. O troço dele era enorme e estava em pé. Era vermelho também e dele saia uma coisa branca, viscosa ... achei aquilo nojento, mas entendi quando mamãe agora de quatro começou a chupá-lo vorazmente. Seu Geraldo dizia" "Mama, safada, mama nesse pau que tem te alimentado desde os 15 anos. Você se lembra, rapariga, quando eu te deflorei pela primeira vez?Ãhn ? Você devia ter a idade dessas abelinhas que ficam borboletando no meu quintal. A idade de sua menina, quantos anos ela tem, mesmo, safadinha ?Será que ela puxou a mãe?" Eles falavam sobre mim e seu Geraldo de vez em quando (mamãe estava vendada) olhava na direção da janela, como se estivesse me encarando. Mamãe disse: "esquece as outras ", como se não tivesse ouvido a safadeza dele pro meu lado, "concentra aqui, seu velho safado! "
Seu Geraldo, então, meteu um tapa na cara de mamãe deixando ela vermelha e disse. "Falo o que eu quero. E continua a mamar com carinho o meu cavalo porque se não for boazinha, não te deixo ir a tempo fazer a comidinha da sua filhinha!" (é preciso dizer que mamãe era viúva, viviamos eu e ela em nossa casa). Não entendi o porquê, mas mamãe tinha gostado do tapa. Seu geraldo então falou, agora abre bem essas pernas que eu vou enfiar meu troço todo dentro de você, sua safada! Mamãe colocou as pernas no ar, fazendo um V enorme para o meu lado. Seu Geraldo, veio então bufando, meio sem jeito e colocou o troço dele todo dentro da buceta de mamãe e começou a mover. Enquanto movia, mamãe gemia e ele falava as maiores indecências: que iria pegar ela naquela noite por trás na nossa casa, enquanto eu dormia; que a buceta dela costumava ser mais apertada quando ela tinha 15 anos; que tinha tirado o cabaço da Aninha, a agregada que a vizinha tava cuidando e que tinha uns 17 anso como eu e mais do que isso falava para a minha mãe que ela era uma vagabunda, uma rapariga e que só funcionava debaixo do colhão dele. Depois de ficar assim uns bons 10 min. seu Geraldo saiu de cima da minha mãe que virou de quatro no chão na frente dele. Ele, então, meio com raiva pegou ela pelos cabelos e sentando outro tapa agora na bunda dela disse" Quem te falou para deitar de quatro, hein, sua cadela! Quem comanda essa putaria sou eu e já que vc está assim, vou dar um tacada na sua bundona gostosa!". Mamãe reclamava de dor, mas parecia que gostava. Seu Geraldo enfiou então, primeiro um dedo no cu da mamãe e remexeu e remexeu, enquanto ela mesma rebolava no dedo dele. Sem cumprir logo o prometido ele começou a lamber a bunda de mamãe e depois (pude ver perfeitamente), enfiou a língua bem dentro do buraquinho dela. Eu não pude acreditar, ele estava colocando aquela boca nojenta no cu dela. Ele lambia e relambia e passava de novo o dedo no buraco de mamãe. Seu Geraldo então deitou por baixo de mamãe e passou a lamber o grelo dela. Lambia e enquanto um caldo grosso lubrificava sua cara toda, ele dizia ... é isso que você gosta, não é sua safada, vou meter no seu cú agora, sua cachorra! Vendo que mamãe não estava gostando nada da idéia de parar a brincadeira com o grelo, Seu geraldo, deu outro tapa na cara dela e a segurou por trás pelos cabelos, dizendo: "já te disse que quem manda aqui é esse velho nojento qeu tu gosta. Agora anda, arregaça essa anca que eu vou entrar com meu cavalo brabo" E foi dizendo a sentença e estocando o pauzão no cu de mamãe que gemeu de dor... Seu Geraldo entrava e saia sem dó. A cara dele era de satisfação e de safadeza. Mamãe que no início parecia não gostar, agora sorria, safada, cheia de tezão. Num novo movimento seu Geraldo disse: "Quando é que você vai vir morar aqui comigo e trazer sua filhinha, hein?! Ou você que ser minha putinha para sempre? Olha que as gazelinhas que ficam sassaricando aqui bem gostam das brincadeiras desse velho. Esse dias mesmo, a filha do Seu Zé do bar, veio aqui só de mini saia pegar goiaba. Aquela ali, é outra safada! Vai no mesmo caminho que você! POis dei uma de velho gagá e pedi para ela vir aqui dentro de casa ver um troço. Contei pra ela que estava muito cansado e sozinho e pedi pra fazer companhia ... Um dedo de proza e outro de cachaça na goela dela e a danada já estava era gostando de sentar no colo do Titio, deixando eu roçar meu cavalo nas coxas dela e fingindo que não percebia ... hahaha Toda mulher nessa cidade é uma safada!" Mamãe nem ouvia. Na verdade ele contava aquela história era para mim... que nessa altura já estava com a manga quase dentro da minha buceta. Depois de alguns minutos estocando mamãe por trás, seu Geraldo rodou ela pelos cabelos e soltou um jato de branco viscoso no meio da cara dela. Mamãe ria enquanto o líquido escorria pela sua boca e no meio dos seus seios. Seu Geraldo , caiu desfalecido enquanto mamãe continuou a brincar com grelo dela no chão. A vontade era tanta que seu Geraldo saiu, foi na cozinha tomou água, foi no banheiro e ela ainda estava lá, "endemonia", foi assim que ele a chamou, "endemoniada"."É, mulher, safada, pega aqui essa banana e enfia nessa buceta e vê se te acalma com isso". Mamãe fez como ele mandou e logo depois caiu desfalecida, toda suja do gozo do velho. SEu Geraldo olhava pela janela, curioso de saber se eu ainda tava lá. Estava, mas saí correndo. Pulei a cerca que separava a casa da rua e deixei pra trás, ebaixo da veneziana onde espiei a safadeza, as minhas chinelas perto de uns restos gosmentos de manga, que eu com raiva e tezão coloquei na minha buceta .....
ESSA HISTÓRIA CONTINUA DEPOIS.


Ficha do Conto

Escritor:
sade

Nome do conto:
Seu Geraldo

Codigo do conto:
8447

Categoria:
Fetiches

Data do Envio:
29/06/2006

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0

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