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Delícia de reconciliação


Oi, meu nome é Karina, eu vou contar uma história excitante minha que aconteceu comigo.
Eu tinha um namorado chamado Guilherme, mas na época, tinha terminado o relacionamento. Porém, depois de algumas conversas, resolvemos voltar. O combinado era ele me pegar na casa de uma amiga para irmos até uma danceteria e daí nos divertirmos. Combinamos tudo. No dia, fui até a casa da Edinéia, a minha melhor amiga, companheira de confidências para seguir o combinado.
Edinéia era uma moça nissei muito bonita, baixinha, magrinha e de formas bem definidas. Foi ela que me incentivou a voltar para o Guilherme, nas horas mais difíceis. Cheguei na casa dela no começo da noite, para esperar o Gui. Ela me recebeu na casa dela, que ficava perto da danceteria onde iríamos nos divertir.
Ela estava sozinha em casa, vestindo um vestido verde, minha cor preferida, e aproveitou para colocar uma música relaxante enquanto conversávamos. Tinha uma sensação de que algo iria acontecer. Tomamos champagne e ficamos conversando bobeiras e rindo que nem duas loucas. Numa hora de fraqueza, comecei a lembrar de algumas coisas tristes. Minhas lágrimas desciam em silêncio e ela tratou de animar-me. De repente, senti suas mãos acariciando meus cabelos e passei a ter uns arrepios gostosos. Ela foi até meu ouvido e disse algumas palavras sacanas. Deu um beijo no meu rosto. A beijei no rosto também, e chegamos mais perto. Nos abraçamos e nos beijamos. A boca dela, nossa... era muito macia e uma delícia os lábios dela. Nossas línguas começaram a se chocar uma com a outra.
Edinéia tratou de colocar suas mãos nas minhas costas e arriou meu vestidinho azul clarinho, deixando meus seios à mostra para ela admirar. Ela tratou de sugar meus mamilos excitadamente, e eu gozava devagarinho. Sua língua nos meus seios me deixava louquinha e arrepiadinha. Logo delois, ela abaixou seu vestido e começamos a esfregar nossos seios um no outro. Ela deixou que eu mamasse naquele peito gostoso dela, enquanto me acariciava, dizendo coisas sacanas. Parecia uma puta mesmo...
A coisa estava só começando. Ela tirou toda a minha roupa, deitou-me na cama e começou a me beijar forte. Depois, foi descendo a lingüinha dela até chegar na minha buceta quente. Ela tacou sua lingüinha sacana no meu grelinho. Comecei a gemer e gozar de tanta excitação, não queria parar. Queria que aquilo ali fosse durar muuuuiiiito tempo, mesmo. Cada metida de língua da Edinéia era um gozo profundo que me deixava louca de desejo mais e mais ainda.
Logo depois, Edinéia tratou de abrir suas pernas e encaixou sua buceta no meu rosto, para que eu lambesse todo aquele grelinho dela. Tinha um gostinho maravilhoso de sexo ardente. Ela foi me ensinando com carinho, fazendo-a gemer e gozar também. Começou a descer um líquido muito bom daquela xoxotinha maravilhosa. Ela foi gozando muito e a sacanagem continuava solta. Partimos para um meia nove, onde saciávamos uma a outra como duas lobas selvagens.
A coisa começou a esquentar mesmo quando ela ofereceu sua buceta para esfregar na minha. Encaixamos nossas pernas e começamos a gozar, um gozo mútuo e maravilhoso, compartilhado. Nosso prazer estava a todo o vapor e desejava que aquilo nunca parasse, mesmo, pois essa era a melhor sensação do mundo que eu podia provar até então. Continuamos gozando, e pensava como porque nunca tive tanto prazer antes na minha vida...
Depois disso, Edinéia tratou de botar mais fogo na lenha. Tirou do armário um consolo enorme acoplado a uma calcinha de couro. Ela vestiu e disse que iria ser o “homem da minha vida”. Aceitei a brincadeira e tratei de chupar aquele “pau” maravilhoso dela. Fiquei passando a minha boquinha naquela delícia, enquanto a Edinéia acariciava meus cabelos e dizia sacanagens...
Ela se deitou na cama e me chamou para cavalgar. Não titubeei e montei no pinto dela. Ela queria me ver de costas para ela. Tudo bem. Encaixei minha buceta naquele brinquedo maravilhoso. Comecei a cavalgar como uma louca, gozando e excitadamente, pedindo mais e mais. Edinéia, entre outras coisas, ficava louca ao ver minha bundinha indo para cima e para baixo, vendo meu cuzinho numa visão panorâmica. Gente, aquilo ali sim era uma transa louca... nunca tinha tanto prazer e gozado tanto até aquele momento.
Mas logo depois, Edinéia disse que ainda não estava satisfeita. Colocou-me de quatro e disse que tinha uma vontade louca de comer o meu cuzinho. Tentei relutar, mas a vontade dela falou mais alto. Ela então, colocou seu “pau” bem devagarinho no meu buraquinho. Comecei a ver estrelinhas e sair de órbita. Ela foi metendo, e metendo bem gostoso no meu cuzinho, fazendo um vai e vem alucinante. A minha bunda ficava batendo naquela calcinha de couro dela e eu sentindo o tamanho daquele consolo dentro de mim... Gozei que nem uma puta, mesmo!!! Ela me xingava e dizia obscenidades, me deixando mais excitada ainda... Nossa!!! Aquilo foi uma delícia e gozei ao máximo...
Logo depois, nos beijamos novamente, bem acaloradamente, selando o fim dessa transa louca e maravilhosa. Prometemos repetir a dose outro dia e que eu queria comê-la da próxima, o que ela aceitou. Depois, ela lembrou que o Guilherme chegaria logo e pediu para que eu tomasse um banho. Me refresquei, enxuguei-me e vesti logo. O Guilherme estava me esperando no portão para o combinado. Fomos até a danceteria, reatamos ao dançarmos juntinhos ao som da música do Bon Jovi – Bed of Roses, selando nosso recomeço com um beijo.
Depois disso, ainda transei com Guilherme, mas esta não me deixou muito contente. Nem precisava, pois já tinha obtido a minha satisfação como mulher aos braços da Edinéia. Ainda estamos juntos, eu e o Gui, mas nunca mais tive outra forma de prazer como esta.
BEIJOS
KARINA


Ficha do Conto

Escritor:
AIR KMF

Nome do conto:
Delícia de reconciliação

Codigo do conto:
871

Categoria:
Lésbicas

Data do Envio:
04/02/2003

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0

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