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Minha Enteada Linda....Eu e o Pai dela.


Parte II Continuação do meu relato anterior.

Tirei o cabacinho da Thaynara no começo do ano...e depois daquele dia comi ela praticamente todo dia. Como vocês já devem ter percebido, ela ficou fissurada por buceta. Metia muito comigo, mas ela se realizava mesmo era chupando a mãezinha. Arrumou até a namoradinha que já mencionei. Ficou super ativa.

No início, sempre que trepamos ela me dava uma lambidinha de leve no rabo. Eu achava delicioso. Mas ela foi ficando mais e mais ousada, e em pouco tempo ela já me mandava ficar de bunda pra cima enquanto lambia meu cú com uma fome inacreditável, colocava um dedo....depois dois...me mandava rebolar e dizia que eu era a putinha dela. Tentei me vingar comendo a bundinha dela, mas ela não deixou de jeito nenhum. Quando ela percebia que eu encaixava meu cacete no seu anelzinho, ela logo puxava ele pra bucetinha...e como sempre gozava como louca...gritando e atolando a xaninha no meu cacete.

Isso acontecia sempre que a mãe dela não estava junto. Certo dia estava eu de quatro, sendo enrabado pelos dedos daquela menina linda, que me chamava de sua putinha, quando ela de súbito disse: Vou arrumar um macho pra te comer bem gostoso, minha putinha. Fiquei, meio que em choque...mas antes que eu dissesse qualquer coisa ela abocanhou meu cacete...e o chupou gostoso, no mesmo ritmo em que seus dedos entravam e saiam do meu rabo.

Depois de transar, sempre nos deitávamos abraçados. Nesse momento pedi explicações pra ela, e ela disse que quando era bem novinha, seu pai sempre aproveitava a ausência da mãe para mexer na bucetinha dela, beijando e lambendo bem de leve, e ela gostava, mas sempre fingia que estava dormindo. Nunca passou disso e ela jamais sequer viu o seu cacete. Agora ela queria terminar o que foi começado, e melhor ainda, junto com os dois homens da vida dela.

Confesso que no começo da adolescência pratiquei brincadeiras bem safadas com meus colegas, chegando até a dar pra um deles. Isso já fazia uns 25 anos. Mas fiz a opção de ser hetero, pois sou louco por buceta, pelo melzinho gostoso e pelo cheiro que ela exala. Fiquei meio indeciso na hora que Thaynara me pediu, mas quando ela sentou no meu colo e me deu um beijo na boca, acariciou meus cabelos e olhando nos meus olhos disse: Dú...faz isso por mim....Eu te amo tanto.

No outro dia, saí de casa me xingando por causa da minha burrice. Alessandra odiava Carlos. Se ela soubesse o que eu ia fazer...bau bau casamento. Eu devia ter falado Não...mas não consegui. Fui procurar Carlos, com quem sempre tive ótimo relacionamento, fomos ao Palestra assistir Palmeiras x Santos e depois fomos tomar uma cerveja. Fui direto ao assunto:

Carlos...eu sei que você bolinava a Thaynara quando ela era novinha (ele empalideceu na hora)...mas não se preocupe só vim te dizer que sua filha cresceu, e muito...e que ela morre de vontade de ser comida por vc. Carlos, já pálido, começou a suar em bicas...e me perguntou se nós haviamos transado...e eu disse que sim (só não disse que a Alessandra participou). Passado o susto ele só me perguntou: E como é que a gente faz?

Havia pedido para Carlos ir para sua casa na praia em Bertioga, que eu iria para lá com a Thaynara. No caminho ela foi dizendo o que eu deveria fazer...e pensei: Fiquei louco. Entrando na casa Thaynara correu para o pai dela, pulou no seu colo e deu-lhe um beijo bem longo na boca...o safado ja a segurava pela bundinha. Thaynara escorregou do colo dele e ajoelhou-se na sua frente e começou a chupá-lo. Eu já sabia o Script e fui junto deles e ela começou a chupar os dois cacetes. Eu que estava meio seco, comecei a ficar com tesão. Aquela princesinha linda com carinha de anjo, mamando seu pai e seu padrasto. Carlos por sinal tinha uma pica descomunal...pouco maior que a minha, mas muito grossa.

Fomos pro quarto e Carlos colocou sua filha na cama e chupou-lhe a bucetinha, acho que por uns 15 minutos...e eu lá só olhando enquanto Thaynara gozava muito. Fiquei morrendo de inveja. Aí ví que Carlos iria penetrá-la fiquei com dó dela, mas morrendo de tesão. Carlos sentou-se na beirada da cama e colocou sua filha de frente pra ele, sentada na ponta de sua pica (da mesma maneira que eu fiz pra tirar seu cabacinho). Vi aquele mastro grosso entalado na entrada da bucetinha dela...não entrava. Fui ajudar. Carlos tirava ela um pouquinho de cima do cacete, e eu lambia a bucetinha dela por trás pra lubrificar.

Ficamos uns 20 minutos nessa, e nesse lambe aqui, lubrifica alí, o toque no cacete do Carlos foi inevitável, e assim peguei no seu pau, dei uma cuspida na cabeça e direcionei ele pra bucetinha da minha menininha. Ela vibrou...dessa vez o cacete ia entrar...mas a safadinha apertou a xaninha e não deixou e pediu pra eu molhar mais o cacete do pai dela. Quando ví estava mamando no cacete do Carlos e por fim, Thaynara toda ensopada de tesão sentou naquele mastro enorme e sua bucetinha engoliu quase metade dele. Rebolar naquele cacete era impossível, por isso ela fazia movimentos bem suaves, e eu lambendo o cuzinho dela junto com o cacete de seu pai fiz os dois gozarem.

Thaynara saiu de cima daquela jeba com cuidado, e a porra de seu pai escorria abundante pela sua xaninha. Ela se deitou e pediu para eu chupá-la. Já que eu tava na chuva mesmo....resolvi me molhar...fiquei de quatro na cama e lambi aquela bucetinha cheia de porra, e quando dei por mim, Carlos me agarrou pela cintura e enfiou a boca na minha bunda. Fiquei mole, meu pinto amoleceu, mas eu sentia um tesão indescritível. Thayanara levantou-se e chupou o cacete de seu pai, enquanto ele labia meu rabo...que começou a piscar de tesão.

Foi com um pouco de pavor que vi aquele mastro ficar de pé na boca da minha enteadinha, e ela segurou naquele cacete e o conduziu pra entrada do meu cú, que já estava todo melado pelas lambidas do Carlos. Senti na hora em que a cabeça entrou...soltei um rugido de dor. Carlos tirou de dentro, deu uma cuspida e sua filha o imitou, e logo ele tornou a colocar aquele cacete enorme no meu rabo, só que dessa vez ele foi deslizando todo pra dentro. Ví todas as estrelas do céu quando senti as bolas do Carlos batendo nas minhas. Por sorte minha ele não era bruto. Fazia uma vai e vem gostoso, bem mansinho, quando Thaynara colocou novamente a bucetinha na minha boca.

Carlos demorou a gozar, mas quando gozou eu senti como se ocorresse uma enchente dentro do meu rabo. Aí ele judiou de mim estocando com força até a última gota. Thaynara vendo seu pai me enchendo o rabo de porra gozou na minha boca. Não acreditei quando senti meu gozo vindo também...e gozei sem ninguém tocar meu cacete. Gozei de puro tesão de sentir aquele jato dentro do rabo e o gosto delicioso do mel da minha menininha.

Deixamos Carlos em Bertioga e voltamos para São Paulo. Alessandra já estava em casa. Olhou para nós, sem desconfiar de nada, com cara de sacana, e perguntou se a gente não cansava de trepar. Thaynara respondeu que não, e com um sorriso maroto disse que ainda queria mais. Como Alessandra estava "naqueles dias", fomos para o quarto só eu e Thaynara. Transamos muito gostoso, ela sempre me beijando e dizendo que me amava. Naquele dia ela finalmente me deu a bundinha, mas essa é outra história.



Ficha do Conto

Escritor:
Eduardo Passos

Nome do conto:
Minha Enteada Linda....Eu e o Pai dela.

Codigo do conto:
8998

Categoria:
Incesto

Data do Envio:
01/02/2010

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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