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Minha aeromoça


Eu já estava com seis anos de casado, sem ter “pulado a cerca” nenhuma vez, o próprio exemplo do marido fiel. Meu relacionamento conjugal estava passando por mais uma crise, quando fui ao Rio de Janeiro numa convenção no saudoso Hotel Nacional. Depois de um dia de atividades extenuantes, encontrei dois amigos que não via há tempos e fui jantar com eles no Hotel Intercontinental, a poucos metros dali. Depois de uma hora de bate-papo me dei conta de que estava conversando de coisas extremamente aborrecidas quando poderia aproveitar essa minha estada longe da minha mulher e divertir-me um pouco. Não prestando mais atenção na conversa, olhei ao redor. Havia poucas mesas ocupadas, a maioria por executivos que estavam na convenção. Mas numa mesa próxima estavam quatro aeromoças da extinta PanAm. Quem teve oportunidade de viajar em vôos internacionais sabe que essas aeromoças não têm absolutamente nada de sensual, e o pouco que ainda pudessem ter é eliminado por um uniforme que ficaria sóbrio até numa freira. Pois uma delas me chamou a atenção pelo seu jeito jovial e alegre, com um rosto moreno bonito, lábios carnudos e cabelos negros presos em coque. Ela era bem mais jovem do que as outras e devia estar contando alguma história picante porque suas amigas, num determinado momento, coraram como só loiras americanas conseguem fazer. Eu precisava achar um jeito de conhecer essa moça. Escrevi num guardanapo de papel algum elogio à beleza dela mas comentando que seu cabelo preso estava horrível, e o entreguei ao garçom para que o desse à morena. Assim que ela leu o bilhete olhou para onde o garçom apontava e me viu. Com um sorriso soltou o cabelo, confirmando que este penteado é mais um fator desestimulante que as companhias aéreas devem exigir de suas funcionárias para evitar assédios. Em seguida voltou à conversa com suas amigas.



Uns quinze minutos depois eu já achava que não encontraria meio de conversar a sós com ela quando elas pagaram a conta, levantaram e foram embora. A morena me lançou um olhar maroto, com uma piscadinha, que eu não soube interpretar. O garçom veio me devolver o bilhete, acrescido, com letra de mulher, de um nome, Sandra, e de um número de três algarismos, 703. Os meus amigos, tão entretidos na conversa deles, nem se haviam dado conta do que estava ocorrendo. Decidi dar um tempo e quando eles resolveram ir embora, cerca de uma hora depois, eu disse que ficaria ainda por aí, talvez para dar uma olhada na boate. Assim que me vi livre deles fui até o elevador e subi até o sétimo andar, e bati na porta do apartamento 703.



A aeromoça, já num robe muito mais sensual do que aquele uniforme de trabalho, com um dedo na boca sugerindo silêncio, convidou-me a entrar. Para a minha surpresa, uma das camas estava ocupada por uma das amigas louras dela, dormindo. O quarto estava à meia-luz. Falando baixo para não acordar a amiga, ela me ofereceu um uísque. Eu estava desconcertado! Não poderia fazer nada com a outra dormindo no mesmo quarto e eu estava hospedado no outro hotel! Sandra riu de me ver nesse estado e ofereceu-se para tirar meu paletó e a gravata. Eu sentei-me à mesa do quarto para tomar o uísque e Sandra, em vez de sentar-se também, veio por trás e começou a massagear-me os ombros e o pescoço. As mãos dela eram ágeis e precisas, e em pouco tempo eu estava relaxado, esquecendo por completo que havia outra pessoa dormindo. Ela veio para minha frente e, com um sorriso maroto, sentou-se no meu colo. Nessas alturas o robe dela deixava entrever um par de seios lindos e enfiei a cara neles, beijando-os e chupando-lhe os bicos. Enquanto isso minha mão ia explorando a abertura do robe, acariciando aquela pele macia, e deteve-se num monte de pelos onde a temperatura estava sensivelmente mais alta. Como que atraída por um ímã, minha mão enfiou-se numa gruta úmida e começou um movimento de vai-e-vem que fez a Sandra gemer. Com medo de a amiga acordar, calei-a com um beijo no qual minha língua começou a explorar a boca dela até que sua língua começou a enrolar-se na minha. Ela não agüentava mais, e eu também não. Levantei-me e levei-a ao banheiro. Fechei a porta, arranquei-lhe o robe e coloquei-a sentada na pia. Tirei o que me restava de roupa, e não esperei: enfiei meu pau no meio das pernas abertas dela e em poucas estocadas gozei como há tempos não fazia. De repente me dei conta de seu desapontamento: eu estava tão “atrasado” que terminei antes que ela tivesse sequer começado. Por sorte meu tesão era tão intenso que precisei apenas chupar-lhe os peitos para que meu instrumento voltasse à sua posição de trabalho. Sandra então se abaixou e o abocanhou. Durante uns minutos que me pareciam intermináveis, ela me chupou com maestria, enfiando-o inteiro na boca, e dando mordidinhas de tempos em tempos. Ela então pediu para que eu sentasse no vaso e ela sentou-se sobre o meu pau. Lentamente ela levantava e abaixava, num movimento ritmado e contínuo. Eu não sabia mais o que fazer para segurar o gozo. Mas era uma questão de honra, não daria outro vexame. Segurei-me como pude até que ela explodiu num gemido de fêmea satisfeita e beijou-me apaixonadamente. Soltei então todo meu sêmen dentro dela num orgasmo mútuo. Essa mulher mexia comigo, com minha libido. Nunca tinha tido uma experiência tão prazerosa. Entramos no chuveiro e lavamo-nos mutuamente. É claro que nossos desejos voltaram imediatamente. Pedi que se virasse e se agachasse. Com sabão enchi seu rabo de espuma, e fiz o mesmo com meu pau que comecei a enfiar nela. Estava bem apertado, e achei que não conseguiria enfiar tudo sem machucá-la. Quando ela percebeu minha indecisão, não teve dúvida: com um movimento brusco para trás, literalmente fez com que eu enterrasse meu pau no rabo dela. Era o máximo! Mantendo um movimento de entra e sai, eu gemia de prazer. Ela se segurava numa barra de inox que parecia estar ali para este fim e com a outra mão se masturbava! Achei que não era justo e tirei uma das mãos que amassava seus peitos e enfiei os dedos na boceta dela. Ela gozou ao mesmo tempo que eu. Estávamos ficando muito bons neste jogo. Lógico, tanto ela quanto eu não queríamos que isso acabasse. Mas estávamos ficando cansados, e depois de um banho de verdade nos secamos e deitamos, sem barulho, na cama dela. Eu pensei em dar uma descansadinha antes de começar o jogo novamente. Mas adormeci.



Quando acordei, eu estava deitado de costas e ela estava sobre mim, chupando-me para tentar fazer meu pau levantar. Lógico, o serviço dela deu resultado em pouquíssimos movimentos. Estava escuro e eu não a via, mas sentia a língua áspera dela arranhar a glande, aumentando meu prazer. De repente um cheiro de vagina se fez mais forte, e ela se colocou sobre minha boca para que eu a chupasse, o que fiz com vigor, enquanto pegava com as mãos os seios dela. Mas ao mesmo tempo ela continuava a chupar-me o pau. Como podia ser? Estiquei a mão para acender a luz e vi que a amiga dela tinha acordado, e era ela que estava me chupando! Realmente, ela não era muito bonita, mas o que essa mulher sabia chupar! Nesse momento já não havia motivo para silêncio, e nós três gemíamos. Com tantas que eu havia dado, eu duvidava que fosse capaz de satisfazer as duas, e preocupei-me com o que elas iriam pensar de mim. Mas esta capacidade é espantosa, ela depende apenas do estímulo. E estímulo era o que mais havia ali! Duas vezes eu ainda consegui! A Sandra e a amiga dela são testemunhas! Mas mulheres conseguem muito mais orgasmos, e elas queriam mais. Chupei as bocetas delas alternadamente mais uma vez e as fiz subir ao céu. Não satisfeitas, começaram a chupar-se mutuamente. Era um espetáculo lindo, que eu nunca havia visto, e estava aproveitando todos os detalhes. Parecia que estavam curtindo muito mais do que quando estavam sendo chupadas por mim. Com certeza mulheres sabem de pontos prazerosos que nós, homens, não conhecemos. Elas não tinham pressa nenhuma, explodindo em orgasmos quase que contínuos. Deu-me uma vontade de bater uma punheta mas meu pau já não subia mais!



O sol estava nascendo quando acordei. As duas estavam dormindo ao meu lado, ainda numa posição de 69. Levantei-me sem fazer barulho e fui embora para meu hotel. Tomei um banho e fui dormir. É claro que perdi as atividades da manhã. À noite voltei ao Intercontinental na esperança de encontrar a Sandra novamente, mas fui informado que ela havia deixado o hotel fazia algumas horas.


Reencontrei a Sandra num vôo para Nova Iorque, muitos meses depois. Fui falar com ela, é claro. Ela fez que não me reconheceu. Na mão esquerda dela havia uma aliança, levando-me a crer que ela casara durante este tempo. Ou será que já estava casada quando tivemos aquela noite maravilhosa? Deixei-lhe um cartão com meu telefone, mas ela nunca ligou. Talvez tenha sido melhor assim, deixando-me na memória a lembrança de uma noite de prazer inesquecível.


Ficha do Conto

Escritor:
ricky

Nome do conto:
Minha aeromoça

Codigo do conto:
966

Categoria:
Heterosexual

Data do Envio:
24/02/2003

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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