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Os Mecânicos


Meu nome é Katia, sou solteira, tenho 30 anos e trabalho na área administrativa de uma grande indústria de alimentos. Não tenho nenhum desses atributos de mulherão (peitão, bundona, etc), tenho 1,60m, 57 Kg (falsa magra), loirinha de cabelos curtos e olhos castanhos, seios em formato de pera, mas tenho meus segredos que agradam os homens, minha xaninha bem depilada com um pequena linha de pêlos logo acima de meu clitoris e duas tatuagens: um escorpião (meu signo) na virilha e uma tribal acima de minha bundinha.

O fato que relato é verídico. Um dia desses voltando do trabalho (percorro um trecho de estrada), o motor de meu carro começou a falhar, consegui chegar em casa e liguei para uma amiga, sendo que seu marido me indicou uma mecânica de confiança num bairro próximo ao minha casa. Liguei, falei com Ricardo (o mecânico) e agendei para levar meu carro no sábado pela manhã. Chegando na mecânica, fui atendida por um homem de uns 30 anos, em roupas de trabalho; relatei o ocorrido e ele chamou um rapaz que estava debaixo de outro veículo na mecânica, sendo que apareceu um outro,(uns 30 anos tbm), vestindo um macacão, Leandro era seu nome. Leandro muito prestativo, veio abriu o capô do carro, ligou e atentamente ficou ouvido o desempenho do motor; eu me posicionei ao seu lado (estava de mini saia jeans, blusinha solta e sandalinha rateira), aguardando seu diagnóstico... creio que minha presença deixou ele excitado pois ao se virar para mim, creio que Leandro não usava cueca e a barraca estava se armadando...

Nesse momento ele falou: São bicos moça... eu que não entendo nada de carro, olhei para minhas tetas e vi que os bicos de meus seios estava duros marcando a blusinha, e falei:
- Desculpe estou envergonhada... ao que Leandro logo retrucou:
- Não os bicos de seu seio moça...os bicos injetores do motor...

Sem saber o que fazer, fiquei vermelha... e Leandro falou:
- Não tem problema...veja meu estado tambem apontanto para ereção no macacão.

Nesse momento Ricardo chegou atras de mim falando... podemos resolver esse problema também moça.

Não sei como mas em coisa de instantes estava eu no fundo da mecânica, com o cacete do Leandro na boca (que belo cacet duro, com uma cabeça brilhante), sem minha blusa e Ricardo me bolinando com vontade e enfiando seus dedos rudes ora na minha xoxotinha ora no meu cuzinho, enquanto mamava afoitamente meus seios.

Leandro segurava minha cabeça forçando a pica em minha garganta, chegava até faltar o ar e não demorou a gozar enchendo minha boca de porra.
Ricardo me levantou e me fez sentar em uma bancada de ferramentas, deixando minhas pernas abertas e minha buceta na altura de seu caralho (seu pau era muito grosso com veias salientes), sem dó enfiou na minha xana dando estocadas fortes e rápidas, não resisti e gozei gemendo muito...

Ricardo ao perceber que ia esporrar, tirou o cacete de minha xana e me lambuzou com sua porra sobre o escorpião. Leandro refeito e de pau duro me posicinou de 4 com as mãos sobre o capô de um velho fusca, dizendo:
- Essa tatuagem tribal me deixa louco...vou fuder seu cu acariciando ela...

Sem terminar a frase senti seu saco batendo em minha bunda constatando pela dor, ele já estava completamente enterrado no meu cuzinho (fiquei dias sentando com dificuldade).
Todos satisfeitos, Ricardo gentilmente chamou um taxi para me levar para casa e disse na despedida...
Eu e o Leandro levaremos seu carro em casa após o concerto, nos aguarde na 4ª feira à noite!!!!
Deste dia então passei a ter sonhos eróticos com esses dois mecânicos espetaculares. Acordava pensando neles, ia trabalhar, almoçava, voltava ao expediente, depois ia para casa... Ah, como eu estava sem carro, minha amiga Virgínia que trabalhava próximo a mim me ofereceu carona de manhã e a tarde. Durante as caronas Virgínia puxava conversa comigo mas eu mostrava um semblante ausente e não respondia a nada. Até que ela veio me perguntar:
- O que está acontecendo com você Kátia? Há 3 dias estou te dando carona e querendo puxar conversa contigo e você só suspirando e com esse olhar de ausente. Fale alguma coisa mulher!
- Ah amiga, você nem imagina... no sábado levei o meu carro aos mecânicos que o seu marido me indicou. Precisava ver como eles se mostraram atenciosos comigo.
- Sei, o Ricardo e o Leandro? Sim eles são excelentes profissionais, entendem de tudo sobre carros e seus componentes eletrônicos e prestam bons serviços gerando satisfação aos seus clientes.
(Kátia com ar de safada, ironiza:)
- E como fiquei satisfeita com eles... cá entre nós amiga, além de bons profissionais, são lindos e bem gostosinhos... rsrsrsrs... Hoje a noite irão me levar o carro consertado até lá em casa.
- Hummmm... muito cuidado amiga com esses dois hein? São bons mecânicos, tudo bem, mas também são muito sem-vergonhas, enchem as paredes da oficina com pôsters de mulheres nuas e só pensam naquilo.
- Ah Virgínia, isso é natural, afinal são homens (e que homens) e claro que eles devem falar e gostar de mulher, né? Não me olha com essa cara, afinal vc sendo casada nem se atreve a pular a cerca com o Pedro pra sentir 1 desses deuses. Já eu sendo solteira, posso aproveitar a vontade...
- Katia, faça me o favor. Eu amo extremamante o meu marido e jamais colocaria um par de chifres sequer nele!
- Ah ta bom (risos)... bem amiga, obrigada pela carona. Estou muito cansada, vou tomar um banho, jantar e esperar o meu carro chegar. Até amanhã. (beijinhos)

Entrei em casa, tomei um banho, pus um roupão e fui fazer um lanche. Logo que terminei de comer buzinam em frente. Olho pela janela: os dois mecânicos vieram trazer o meu lindo automóvel consertado. Abri o portão automático da garagem para que eles guardassem o carro, depois fechei o portão. Leandro, que conduzia o carro sai, sorri e diz:
- Aí está moça, seu carro novinho em folha. Agora pode pedalar nele a vontade.
- Olha que eu vou fazer o teste drive... rsrs...
- Pois faça-o. Aproveite que estamos aqui ainda (diz Ricardo)

Entrei no carro e dei a partida. Meu roupão estava curto e tinha uma abertura na lateral que mostrava ainda mais as minhas coxas. Ricardo estava sentado no banco do passageiro me olhando de cima a baixo e sorrindo pra mim. O carro fazia um barulho. Estava com uma potência de um carro zero. Sentia até tesão com aquele barulho do motor... e o pior é que logo notei que o tesão também estava com eles e não hesitaram em me jogar indiretas. (Mas no fundo eu tava gostando da situação). Ricardo pegou na minha mão que segurava a marcha e a colocou em cima de seu volume. Fiquei sem ar e constrangida, mas fui me soltando. Abri o ziper de sua calça e caí de boca naquela vara pulsante que aguardava uma carícia minha. No que me curvei pra chupar o Ricardo, Leandro ficou em pé na porta do carro, levantando o meu roupão e passando a mão na minha coxa. Ele se ajoelhou e começou a beijar e lamber as minhas nádegas. Depois de alguns minutos, Leandro sugeriu que passássemos para o banco de trás que era maior e tinha mais espaço. Ficamos os três sem roupa e passamos para a parte de trás. Ricardo sentou-se de um lado, eu de 4 chupando o pau dele e o Leandro atrás lambendo meu cuzinho. Ricardo ajudava a abrir a minha bunda para que o Leandro pudesse meter sua lingua gostosa mais afundo nela. Me fudeu com a lingua como se ela fosse um pau. Enquanto isso beijava na boca do Ricardo. Ele se deitou no banco, eu montei nele e o Leandro enfiava dois dedos na minha bunda e com a outra mão batia nas bandas. Fiz igualzinho uma prostituta de primeira: cavalguei no Ricardo com vontade, apoiando minhas mãos em seu tórax, rebolei mesmo pra eles pq mereciam esses tesudos. Mas como o carro não tinha espaço suficiente para os dois me penetrarem, Leandro usava seus dedos no meu cuzinho enquanto Ricardo mandava ver na minha xana sem dó nenhuma. E pensam que chorei de dor? Que nada, eu saltava de tanto prazer, queria mais, mas o Ricardo veio a gozar e nesse meio tempo saí de cima dele. Ele se levantou e eu me deitei no banco. Ricardo por cima de mim gozou bem na minha cara, engoli toda sua porra sem deixar escapar nada. Ricardo depois de gozar saiu, dando o lugar para o amigo Leandro que foi enfiando sua ferramenta na minha bucetinha, segurando pelos meus braços e fazendo aquele vai e vem. Depois me virei de 4 e ele sem cerimônia foi colocando centimetro por centimetro na minha bunda. E era musculoso e selvagem ainda: batia na minha bunda, puxava de leve meus cabelos, me chamava de vadia... aaaahhh... adoro homens assim, brutos, dominadores e com atitude de macho. De tanto tesão nem ligaria se ele arrancasse o meu couro cabeludo... esse macho também sabia fazer bem a coisa. Enquanto Leandro me fodia, Ricardo enfiava sua rola na minha boca e começava a babar aquele liquido pegajoso. Cuspia no pau dele e depois tornava a mamar. E a cada mamada, Ricardo fazia mais força com suas mãos pra manter minha cabeça em sua pica, quase me fazendo perder o ar.
- Vai vagabunda, engole esse cacete todo.
Leandro, delirando lá atrás começa a gritar...
- AAAAAHHH, VOU GOZAR!!! VOU GOZAAAAAAAAHHHH... AAAARRRGHHHH...
Ele acabou gozando na minha bunda. A porra dele escorreu toda pra baixo, sujando o banco, mas isso não era problema. Passei a lingua nele pra limpar todo o estrago.
Terminamos a transa da seguinte forma: Leandro e Ricardo se sentaram lado a lado no banco de trás e eu de frente encavalando cada uma das minhas pernas no meio das deles e dando beijo triplo. Ricardo e Leandro se deram um abraço e com a outra mão me bulinavam nas coxas enquanto me beijavam... dois safadinhos.

FIM!


Ficha do Conto

Escritor:
'Os sócios'

Nome do conto:
Os Mecânicos

Codigo do conto:
9665

Categoria:
Fantasias

Data do Envio:
22/05/2010

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0

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Ultimos Comentários
Comentado por: BACANÉX em: 06/08/2010
Lindo conto Amiga.... Muito tri. Queria uma calcinha sua pra mim.....usada que vc usou o dia iteiro, e depois me dar. e ainda gosada por alguns dos seus machinhos.... Bjs.

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