O início de Tom



Tomas era um bom rapaz, começou a vida meio sem sorte, uma série de abandonos o fez se tornar um jovem sem nenhuma auto confiança, embora fosse muito bonito, sua pele clara e macia, moreno bem claro, quase sem nenhum pelo no corpo, olhos castanhos e uma boca enorme, com um sorriso tímido, mas lindo.

A história é um tanto complicada, sua mãe se casou com seu primeiro padrasto quando ele ainda era uma criança. Um homem bom, quando ele tinha dez anos sua mãe abandonou ambos, seu padrasto então o assumiu como filho e dois anos depois estava casado com outra mulher, Maria, que o aceitou e tratou como filho. Ela já era mãe de uma moça, dez anos mais velha que ele, ela também o tratou como irmão e parecia então ter uma família. Mas nada na vida de Tomas era muito duradouro, aos dezessete seu padrasto faleceu.
        Algum tempo depois sua mãe – a adotiva é claro – começou a namorar com outro homem, e esse é importante para a história.
        Ricardo era um belo exemplar do sexo masculino bruto, trabalhava como pedreiro, era moreno, quase negro, seu corpo era desenhado pelo trabalho duro, o homem era bruto, o típico cafuço, as mãos ásperas e as palavras vulgares. Já durante o namoro, se tornou comum Tom ver Ricardo andando pela casa quase pelado, sua mãe não se importava, na verdade ela mesma andava bem a vontade e incentivava Tom a fazer o mesmo, ele cresceu numa casa onde todos andavam em suas roupas íntimas dentro de casa, mas ele relutava e sempre andava de bermuda.
        
Ricardo já havia reparado no rapaz, na bunda, quero dizer, conforme foi pegando intimidade as brincadeiras começaram, Ricardo gostava de provocar Tom, que era muito tímido, mas por alguma razão gostava muito de Ricardo.
        
Quando Tom fez dezoito anos sua mãe decidiu se juntar com Ricardo, ele veio e trouxe seu moleque a tira colo, um rapaz tão bonito quanto o pai, trabalhava com o pai como ajudante, aos dezessete anos tinha um corpo invejável, era mais alto, mais largo e mais homem que tomas, mesmo sendo mais novo, Pedro, como era chamado passava mais tempo com o pai do que com a mãe.
        Quando começaram a morar na mesma casa foi que as coisas ficaram complicadas para Tom, ele não entendia bem sua sexualidade, como era muito tímido não tinha nenhuma experiência com meninas, embora às vezes se pegasse curioso pelo corpo de Ricardo, não se via como gay, achava que era apenas curiosidade, mas nunca teria coragem de fazer nada.
        Como não estudava e estava sem trabalho, Tom passou a ser tratado como uma empregada pelos dois, há muito tempo ele já lavava a louça e fazia limpeza de alguns cômodos da casa, mas as tarefas foram se acumulando, logo estavam pedindo coisas para ele, lavava algumas roupas, levava toalhas para os que tinham esquecido ao entrar no banho.

        Não demorou muito para que Pedro começasse a assediar abertamente Tom, até mesmo na frente de Ricardo, quando sua mãe não estava por perto. Ricardo por sua vez incentivava e até participava dos assédios.
        - Olha a bunda dele que delícia – disse Pedro enquanto apertava o pau.
- Delícia mesmo hein, não comeu ainda? Ficam só vocês naquele quarto, tá devagar hein filhão, eu já tinha feito ele minha putinha.
        Tomas por sua vez protestava – Você devia mandar ele parar com isso.
        - Nessa idade, cheio de tesão, ele vai meter em alguém, melhor que seja você, que não engravida.
        Pedro e Ricardo riam da situação. As passadas de mão na bunda só iam piorando, Pedro sempre pedindo uma chupadinha, e Tom sempre negando, resistindo, mas estranhamente, ele não se ofendia com as investidas e Ricardo foi o primeiro a notar isso. Logo suas brincadeiras se tornaram mais invasivas, a mão agora entrava dentro do shorts de Tom, o apertando contra a pia, explorando sua bunda, passando a mão no saco e depois na boca de Tom.
        Num certo fim de semana Maria arrumou um bico que pagava bem, mas ela sairia na sexta e só voltaria segunda, seria o primeiro fim de semana que Tom ficaria sozinho com Ricardo, para a sorte dele nesse fim de semana Pedro ficaria com a mãe dele.
        O sábado transcorreu normalmente, tomaram café da manhã, Ricardo fez alguns reparos pela casa enquanto Tom limpava a casa e lavava alguma roupa. Após o almoço, Ricardo, que já havia tomado várias cervejas resolveu fazer uma caipirinha.
        Tom não era acostumado a beber, raramente tomava uma lata de cerveja, mas Ricardo tanto insistiu que ele acabou aceitando, Tom percebeu que o gosto era bom, era doce, muito melhor q que ele esperava, sem saber do teor alcoólico acabou entrando na onda de Ricardo, que queria mesmo ver o menino alegre, e ria vendo seu plano dando certo, logo Tom estava todo sorridente.
        Ficaram conversando sobre vários assuntos, até que, lógico, chegou ao sexo.
        - Você costuma bater punheta Tom?
        Tom ficou imediatamente vermelho.
        - Às vezes.
        - Não precisa ter vergonha, nós dois somos homens, eu passei a noite inteira tentando gozar, meu pau tá até dolorido e não gozei, faz muitos anos que eu não preciso bater uma pra mim que acho que perdi o jeito, não sei o que vou fazer essa noite.
        Tom, que já estava lento pela bebida, ficou perdido com o rumo da conversa, nunca tinha falado sobre isso com ninguém, ele apenas olhava incrédulo para Ricardo, que continuou.
        - Eu tenho que gozar todo dia, o ideal é foder alguém, mas se eu gozar já fico mais tranquilo, mas sem gozar eu começo a passar mal, fico suando desesperado, quero meter em tudo, ontem já não peguei minha veia, olha como eu tô.
        Nisso Tom assistiu em câmera lenta enquanto Ricardo ficou de pé, desabotoou a bermuda jeans que vestia, desceu o zíper e soltou a bermuda que escorregou pelas pernas, ficando apenas de cueca, que mais parecia uma barraca para quatro pessoas, dentro da cueca folgada que Ricardo usava tinha com certeza uma rola muito grande. Ricardo a esfregou por cima da cueca.
        - Olha isso, não tem como eu dormir desse jeito hoje.
        Tomas ficou perplexo, seu pênis tinha uns 14 cm, não podia acreditar que aquele homem tinha um pau tão grande, imediatamente ele se sentiu muito inferior.
        - Eita porra! Foi só isso que Tom conseguiu falar.
        - É grandão né? Viu, meu pau foi feito pra ser usado. Não tem como eu sair na rua desse jeito, não tem como esconder. E o seu, quando fica duro você consegue esconder?
        Imediatamente Tomas se sentiu pequeno. – O meu é pequeno. se limitou a dizer.
        - Você conhece algum site legal pra ver uns pornozinho? Perguntou Ricardo.
- Eu só conheço o que todo mundo conhece, xvideos.
- Você não costuma ver pornô pra bater punheta?
- Eu gosto mais de ler histórias.
-Ler? Perguntou intrigado Ricardo.
        - Sim, quando eu leio eu posso imaginar as coisas como eu quiser.
        - Pera ai vou lá pegar meu celular. Disse Ricardo.
        Tomas estava sentando no tapete, encostado no sofá, quando Ricardo voltou com o celular e uma lata de cerveja e se sentou no sofá atrás de Tom, fazendo com que Tom ficasse no meio de suas pernas e o saco, ainda na cueca, descansando perto do ombro de Tom.
Nesse momento seu pau já tinha amolecido e estava pesando no fundo da cueca boxer folgada que Ricardo usava. Ricardo deu o celular desbloqueado para Tom e pediu que ele abrisse o site de histórias que ele tinha falado. Abriu a cerveja, deu um grande gole e levou a lata a até a boca de Tom, o fazendo beber alguns bons goles da cerveja.
Ricardo pegou o celular de volta com o melhor site de contos eróticos do Brasil na tela, e começou a navegar pelo site enquanto fazia alguns comentários.
- Tem categorias né? Legal, qual categoria você mais gosta de ler?
- Já li alguns de todas. Disse Tom rindo.
- Acho que você gosta mais dessa aqui hein, dos viadinhos, kk, ou dessa aqui de incesto, de dar pro papai. Já bateu punheta pensando no papai e no irmão né? Kkk
- Vou colocar nos favoritos pra ler mais tarde, agora coloca um vídeo ai pra gente tocar uma. Disse Ricardo devolvendo o celular para Tom.
Tom abriu o xvideos e escolheu um vídeo da página inicial, assim que começou o vídeo Ricardo já enfiou a mão na cueca e começou a apertar seu pau.
- Procura um vídeo que tenha um cara com um pauzão grande que nem o meu, pra eu imaginar que sou eu.
Tom digitou na caixa de pesquisa “pauzao”, e logo o primeiro resultado era um vídeo bi, um cara branco chupando um pau negro enorme incentivado por sua mulher. Tom foi descendo devagar pelos resultados enquanto ouvia os comentários de Ricardo, e sentia uma barraca enorme se armando no pé de seu ouvido.
O segundo vídeos mostrava um pau enorme sendo punhetado por uma moça, que apontava o pau para sua boca. Imediatamente Ricardo mandou parar.
- Esse ai Tom coloca esse ai, nossa que tesão! Segura de um jeito que de pra eu assistir. Você não vai bater também?
Tom nem em pensamento mostraria seu pintinho para Ricardo, embora seu pau estivesse doendo de tão duro, era muito fácil esconder isso de Ricardo usando bermuda e uma cueca apertada, como ele sempre se vestia.
- Não tô a fim agora não.
-Então bate pra mim! Meu braço já tá doendo mesmo.
Tom olho com espanto para o Ricardo, nem conseguiu formular uma resposta.
- Só uma punhetinha, não é nada demais, me ajuda, não tem como eu sair na rua desse jeito, e depois você disse que seu pau é pequeno, você pode imaginar que é o seu, pensa como ia ser legal ter uma pauzão desse. Você pensando que é seu esse pauzão e eu aqui pensando que é uma putinha novinha safada querendo meu pau, vai ser bom pra nós dois.
Tom não falava nada, estava meio alegre pela bebida, tinha essa curiosidade mas por outro lado achava errado por a mão no pau de outro homem, ainda mais o marido da mulher que o acolheu, seu estômago imediatamente se revirou, começou a sentir um frio na barriga enorme tendo que decidir, nesses poucos segundos enquanto ele pensava Ricardo continuava a incentivá-lo, dando vários motivos para Tom ajuda-lo.
- Você não se preocupa comigo, pensa a vergonha que vou passar se tiver que sair na rua desse jeito, vou virar motivo de piada, e se chegar no ouvido da Maria ela vai querer se separar de mim, achando que fiz de propósito, eu só quero manter meu casamento, não tenho culpa de ficar assim querendo mete o tempo todo, ajuda ai, só enquanto Maria não está aqui.
Diante de tantos incentivos, a curiosidade foi maior que o medo, Tom se virou de lado e colocou a mão na cocha de Ricardo que tratou de rapidamente guia-la até seu pau, enfiou a mão de Tom pela abertura da perna e Tom pela primeira vez agarrou a rola de Ricardo, ela estava quente e quando sentiu a mão de Tom ganhou mais um pulso de energia, ficando maior e mais duro.
A voz de Ricardo se alterou, ficando mais baixa e grossa. – Issooooooooo, passa o celular pra mim, isso vai subindo e descendo.
Tom estava numa posição desconfortável, que limitava seus movimentos, então Ricardo pediu que ele mudasse de posição.
- Fica de frente pra mim, pra você poder usa ele todo.
Tom, se virou para Ricardo, ficando de joelhos no meio das pernas de Ricardo, voltou a enfiar a mão pela perna da cueca e masturbar Ricardo, mas a cueca segura seu braço, ainda não estava bom.
- Tira minha cueca, vai ficar melhor pra você.
Ricardo se levantou e Tom teve que fazer uma acrobacia para que o pau enorme de Ricardo não esfregasse em sua cara, na verdade até chegou a encostar, Tom se aproximou para segurar a cueca pelas laterais, seu rosto ao lado da rola, quando puxou a cueca para baixo o pau de Ricardo foi indo junto, até que quando foi liberado deu uma chicoteada para cima e depois para os lados, batendo no ouvido de Tom, ele se abaixou mais para tirar a cueca das perna de Ricardo que voltou a se sentar.
Tom rapidamente assumiu seu lugar, colocou a mão esquerda na coxa de Ricardo e com a mão direita voltou a punhetar o colosso, indo de cima até embaixo.
- Você não sabe nem o que fazer com um pau tão grande né? Você precisa fazer amizade com ele, pensa que é seu, o que você gostaria que fizessem com seu pau? Você quer que uma puta olhe para seu pau com nojo? Ou que ela faça cara de desejo, que tá com água na boca?
- Com vontade. Respondeu Tom, apertando mais forte o pau de Ricardo.
- Então é isso que você precisa fazer, olhe pra ele com água na boca, quanto mais excitado você me deixar mais rápido eu gozo, mais rápido a gente termina essa rodada.
Tom olhou nos olhos de Ricardo: - Essa rodada?
- É você vai ver, logo logo tá duraço de novo, eu tenho mais energia que um adolescente, mas não se preocupa com isso agora, se concentra no que você está fazendo.
Pelos próximos minutos, Tom foi tentando se acostumar a punhetar um pão tão grande enquanto Ricardo segurava o celular, supostamente assistindo vídeos pornô.
Involuntariamente a mão esquerda de Tom se dirigiu ao seu próprio pênis, e sem perceber estava com a mão esquerda dentro da cueca, alisando seu próprio pau, quando foi acordado de seu devaneio por Ricardo.
- Coloca sua outra mão nas minhas bolas, esquece que você tem pau enquanto tá cuidando do meu. É meio estranho lembrar que você tem pau enquanto to aqui pensando na sua bucetinha.

Tom nem tinha percebido o que estava fazendo, ele rapidamente tirou a mão da cueca e a colocou debaixo das bolas de Ricardo e foi as massageando.
- Issooo, assim é bem melhor. Vai mais rápido. Não é legal gozar com o pau seco, a gente precisa resolver isso depois.
A sessão continuou por mais alguns minutos, Ricardo com o celular sempre apontado para Tom, enquanto esse ia fazendo amizade com aquela rola enorme.
O pau de Ricardo era muito comprido, Tom não sabia dizer o quanto, mas era muito maior que o dele, não era muito grosso, mas não era fino, e a cabeça era perfeita, bem desenhada e perceptivelmente mais grossa que o corpo do pau, formando um perfeito cogumelo, seu pau babava bastante e escorria para a mão de Tom, que ficava molhada, mas logo secava com o atrito fazendo o pau ficar cada vez mais pegajoso.
Tom já estava ficando com o braço cansado quando sentiu o pau pulsando mais rapidamente em sua mão, ficando mais duro.
Sem aviso prévio Ricardo se ergueu do sofá, seu pênis ficou a centímetros de Tom, que teve dificuldade de se ajeitar para trás, no susto Tom sentiu o primeiro tiro de porra atingir seu rosto, o segundo na testa, com o susto abriu a boca, Ricardo não perdeu tempo, segurou ele mesmo seu pau e mirou, dois tiros acertaram o alvo e foram direto na goela de Tom, que rapidamente fechou a boca. Quando a tensão do orgasmo terminou, Tom tinha o rosto coberto de porra, mexia a boca tentando se livrar do gosto que tinha invadido, mas era impossível, estava sentindo descer pela garganta um gosto ácido, forte.
Ele ficou congelado por alguns instantes sentindo a porra escorrer por seu rosto, olhou para cima, nos olhos de Ricardo, que exibia uma expressão de prazer e alegria.

- Que delícia moleque. Caralho, que bom que você gostou também.
- Eu não gostei, você não disse que ia gozar na minha cara.
-Não foi planejado, mas eu não gosto da minha porra no meu corpo, tenho nojo, não podia gozar no tapete ou no sofá, você ia ter muito trabalho pra lavar e talvez até ia ficar manchado, também não quis estragar rua roupa. Mas que você gostou, gostou, olha sua bermuda.
Quando Tom olhou pra seu shorts viu a mancha, ele tinha gozado sem nem escostar em seu pênis. Ficou envergonhado e não tinha como contestar isso.
- Então você goza com coisas que você não gosta? Pode admitir, você gostou do sabor da minha porra?
- Não, desceu queimando.

- Você pegou muito pouco pra saber, sente mais um pouquinho, só um pouquinho.
Nisso Ricardo passou o dedo pelo rosto de Tom recolhendo porra e o levou até a boca de Tom, mas ele manteve a boca fechada.
- Vamos, você já experimentou, para de frescura, só um pouquinho.
Lentamente Tom deixou o dedo de Ricardo invadir sua boca, ele enfiou todo o dedo e pediu que Tom fechasse a boca em volta de seu dedo e começou a puxar. Quando seu dedo estava quase fora voltou a enfiar, repetiu esse movimento algumas vezes.
-Você se acostuma, a primeira pessoa que engoliu minha porra disse que odiou, que ficou o gosto na garganta por horas. Mas depois de algumas vezes me procurava só pra saborear, não me deixava gozar dentro, sempre queria a gozada na boca.
Tom, que já tinha gozado recobrou sua consciência, agora sentia uma culpa enorme, uma vergonha e se arrependia do que fez.
- Como assim se acostuma, tá louco Ricardo, a gente não vai mais fazer isso. De jeito nenhum, já pensou se a Maria descobre?
- Ela só vai descobrir se a gente contar, só tem nós dois aqui. Fica tranquilo, não é nada demais, você só está me ajudando, ela deveria ser grata a você, ela não tem fogo pra me acompanhar, se você me manter mais calmo vai ser bom pra ela também.
- Não Ricardo nem pensar.
- Tá depois a gente fala sobre isso, coloca minha cueca de volta e vai buscar uma cerveja pra mim.
Tom pegou a cueca, a encaixou nas pernas de Ricardo e a subiu até seu lugar ajeitando inclusive o pau meia bomba dele. Ricardo não moveu um dedo para ajuda-lo.
- Pega lá minha cerveja.
- Eu preciso lavar meu rosto.
- Depois você faz isso, pega minha cerveja primeiro.
Enquanto Tom foi até a cozinha pegar a cerveja Ricardo enfiou o controle da tv dentro de sua cueca. Quando Tom voltou Ricardo abriu a cerveja e perguntou pelo controle da tv.
- Aonde você colocou o controle da tv, não acho em lugar nenhum.
- Eu nem usei o controle.
- Me ajuda rapidinho a encontrar.
Tom protestou que queria lavar o rosto. Mas foi impedido por Ricardo mais uma vez.
- Não entendo sua frescura, quando você bate punheta você goza em você mesmo não é? E nem adianta falar que não, vc se gozou todo enquanto eu gozava na sua cara, isso quer dizer que você gostou, que diferença faz? Não vi vc reclamando para limpar a sua porra.
- Mas é a minha porra, não a de outra pessoa.
- Como é? Você está com nojo da minha gozada?
- Não, não foi isso que eu quis dizer.
- Mas foi isso que pareceu, você devia estar feliz por eu ter compartilhado essa intimidade com você e ao invés disso você está reclamando, quer dizer que eu causo nojo em você?
- Não, desculpa Ricardo, eu não tenho nojo de você, é só que pode chegar alguém. Já pensou.
-Ah então menos mal então prove que não tem nojo. Se chegar alguém você corre pro banheiro e eu faço o seu serviço de abrir a porta, se não chegar ninguém você não lava o rosto, só assim vou acreditar em você e te perdoar. Combinado?
- Combinado Ricardo. Disse se sentindo vencido enquanto a porra de Ricardo secava em seu rosto.
Após disfarçar um pouco Ricardo fingiu que encontrou o controle e se sentou no sofá.
- Vou dar uma olhada naquele site que você gosta, você pode ir fazer suas obrigações, mas não lave o rosto, se não vou achar que você tem nojo de mim.
De vez em quando Tom olhava para a sala de passagem e via Ricardo olhando muito atentamente para o celular e mexendo em seu pau, provavelmente estava vendo o site de contos erótico e tendo muitas ideias.
O restante da tarde transcorreu normalmente, para o azar de Tom ninguém apareceu e ele continuava com a porra seca de Ricardo em sua cara, mas isso já não o incomodava mais.

Tom não tinha muito o que fazer e logo estava sentado em sua cama, mexendo no celular. Começou a conversar com seus pensamentos e a rever toda a conversa que teve com Ricardo. Percebeu que o gosto ácido em sua garganta continuava presente, mais fraco, mas ainda estava lá, mesmo após vários copos de refrigerante.
Pensou no que o tio falou sobre “próxima rodada”, algumas horas após ter se melado todo, já estava de pau duro novamente. Seu consciente queria impedi-lo de fazer aquilo novamente, mas seu corpo dizia o contrário. Logo sentiu o gosto ácido se intensificar em sua garganta e uma onda de calor percorrer seu corpo, seu pau pulsou mais forte na cueca e ele pode sentir a baba escorrendo para fora de seu canal, colocou seu pau para fora da bermuda e o viu babando, levou o dedo até a cabeça e recolheu tanta baba quanto pode e lentamente levou até a boca.
Para sua surpresa ele gostou do sabor, chupou bem o dedo e logo estava recolhendo mais baba em seu pau, quanto mais saboreava mais seu pau babava. Resolveu ver no celular alguns vídeos de mulheres engolindo a porra de seus machos.
Não demorou para que nos resultados da busca aparecesse um vídeo de um homem maduro fazendo um boquete para um homem bem dotado, sentindo um frio na barriga enorme, como se estivesse cometendo um crime, criou coragem e clicou no vídeo.
No vídeo o homem começava lambendo o pau e as bolas do macho, olhava para o alto com cara de puta mesmo, demonstrando claramente que estava querendo muito aquela rola. Abocanhou a cabeça do pau e começou a força-lo mais para dentro, incrédulo, Tomas viu cada centímetro do pau desaparecendo. Não é possível que alguém consiga fazer isso, pensou consigo mesmo. Quando faltavam alguns centímetros uma mão agarrou o cabelo e forçou o restante fazendo os pelos entrarem no nariz do chupeteiro.
Tomas não se movia, nunca achou que alguém seria capaz de uma proeza dessa, no fim do vídeo o homem abriu a boca para receber seu prêmio, o macho acertou toda a carga na boca do homem ajoelhado, que engoliu cada gota e voltou a chupar a rola, tentando extrair mais, desse líquido que ele claramente gostava muito. O macho deu dois tapinhas na cara do veado, como alguém que agrada um bom cachorro, esse ficou feliz por ter agradado seu macho.
Logo Tom estava perdido em seus pensamentos, será que Ricardo o faria chupar seu pau, um lado dizia que ele não podia permitir isso, mas sua garganta pedia mais daquele gosto ácido, a ideia de agradar Ricardo e fazê-lo feliz também o atraia, nuca sentiu que fez seu pai sentir orgulho dele, talvez fosse a chance. Mas não, era errado, ela estava muito confuso, embora seu pau estava bastante decidido, ele continuava duro como pedra só de pensar nisso.
Por fim seu consciente decidiu, não iria se entregar fácil aos seus desejos, o que Ricardo pensaria dele? Iria lutar para não se tornar um chupeteiro.
No sábado para sorte de Tom, Ricardo dormiu cedo, não o perturbando mais.
Domingo seguiu a mesma rotina de sábado, Ricardo colocou sua calça de trabalho para fazer reparos pela casa, Tom arrumou as camas, deu uma ajeitada nos banheiros e preparou o almoço. Lá pelas onze Ricardo já começou a tomar cerveja e incentivava Tom a beber algumas também, nada bobo, já estava planejando a próxima gozada.
Depois do almoço Tom ficou na cozinha lavando a louça e Ricardo foi para a sala, como eram só os dois Tom não demorou a arrumar tudo e logo Ricardo estava pedindo uma cerveja.
-Trás uma cerveja, duas, trás duas.
Tom chegou na sala e percebeu que um enorme volume se formava na calça de Ricardo, tentou olhar para outro lugar mas foi traído, só percebeu quando a mão de Ricardo passou alisando a anaconda que estava presa ali.
-Duas Ricardo?
- Uma pra mim e uma pra você. Senta aí, vamos ver um pornozinho, to precisando me aliviar. Pega lá meu celular.
Quando Tom voltou entregou a ele o celular ele já começou.
- Você vai me dar aquela ajudinha né? Foi tão bom ontem, passei a noite sonhando com isso.
- Não Ricardo isso não tá certo, amanhã a Maria tá ai ele te ajuda.
- Não tem como eu ir trabalhar com o pau duro desse jeito, não dá pra esconder.
- Vamos, você até gozou. Preciso dizer que não me sinto muito bem com outro cara de pau duro perto de mim, mas você gostou.
- não sei Ricardo isso não tá certo.
- Tá bom, vou colocar um vídeo na tv e tentar bater punheta, você pode só me ajudar com essa calça enquanto eu tento conectar o celular na tv?
Tom estava mais uma vez ajoelhado na frente de Ricardo, seu pau doía de tão duro, ele desafivelou o cinto, abriu o botão e depois o zíper, com certo trabalho foi tentando arriar as calças de Ricardo que levemente retirava o corpo do sofá movendo a cintura na direção do rosto de Tom. Com certo esforço Tom desceu a calça e a retirou pelos pés de Ricardo, quando terminou Ricardo pediu que ele tirasse a cueca também.
- A cueca também, não preciso mais esconder nada de você né? Vocês já são até amiguinhos. Meu pau gosta bastante de você, olha como ele está.
Quando libertou a rola de Ricardo ela deu um salto, estava muito dura, não é comum que caras que tenham um pau tão grande mantenham o pau tão ereto, o mais comum é que sejam mais suaves, já que é necessário muito sangue para deixa-los duros.
Quando Tom terminou de retirar a cueca sua vontade era na verdade cair de boca naquela rola babada, ele pode sentir o gosto ácido correndo sua garganta novamente, mas ele manteve o foco, se apoiou nas coxas de Ricardo e se levantou.
Quando sentou no sofá e viu o vídeo que passava na tv sentiu o estômago congelar na hora.
- Que porra é essa?!

Na tv era possível ver claramente Tom, ajoelhado nas pernas de um macho pauzudo, subindo e descendo a mão pela rola, meio desajeitado, mês definitivamente se esforçando para pegar o jeito.
- QUE PORRA É ESSA??!! Eu não acredito que você me filmou.
- Calma, que frescura, só tem a gente aqui, ninguém tá vendo.
- Por que você fez isso?
- Você disse que não ia mais me ajudar, eu quis guardar de recordação, só de pensar na sua cara coberta com a minha porra já fico excitado. Mas fala ai, qual o problema, você não quer que ninguém veja?
- Caralho Ricardo, é claro que não, apaga isso pelo amor de Deus!
- Ah, mas se eu apagar como eu fico? Não vou poder bater uma pensando no dia que você me deu uma ajudinha?
- Apaga Ricardo, por favor, eu te ajudo de novo.
Tom disse isso já indo para seus joelhos na frente do sofá, ficando entre Ricardo e a TV.
- Eu te ajudo, agora mesmo mas apaga por favor Ricardo.
- Não! Eu apago agora, você não me ajuda e ai fico como? Depois, pode ser que a Maria fique fora de novo e ai? Preciso de um vídeo que me dê tesão, esses vídeos da internet são legais, mas nada como ver um vídeo com minha própria rola.
Tom estava de joelhos no chão, desesperado, olhava para Ricardo e para a TV, e Ricardo continuou com sua lógica.
- Pensando bem entendo sua preocupação, já pensou se a Maria resolve fuçar no meu celular e vê isso, capaz até de te botar pra fora de casa. E se eu por engano acabo mandando em algum grupo do whats, o grupo da rua, já pensou, é foda mesmo, eu fui bem legal com você, você só quis usar a mão e eu respeitei, mas os caras da rua, do futebol, esses não. Tenho certeza que domingo, depois do futebol, todos bêbados e suados iam te agarrar, você ia ter sua boca invadida por um monte de rola suada, e o cuzinho, capaz até de engravidar de tanta gozada no rabo que vai levar, agora entendi seu medo.
- Ricardo por favor. – Nesse momento as lágrimas corriam soltas pela face.

A voz de Ricardo ficou mais baixa, mais suave, aveludada.
- Nãoooo, fica calmo, não chora Tom, não to fazendo isso pra te ver triste, eu quero ver você feliz. Só gravei pq gostei demais do que você fez por mim e não consigo nem pensar em não ter mais, você precisa entender meu lado, poder olhar vc pela casa e saber que você não vai me ajudar, saber que você tem nojo de mim, isso me magoa muito, eu queria ter algo de bom pra lembrar.
Enxugando as lágrimas, Tom sentiu segurança nas palavras de Ricardo.
- Eu não tenho nojo de você, eu te ajudo de novo Ricardo, faço QUALQUER COISA, mas por favor apaga.
- Então Tom, mas não é tão fácil assim, sabe, sua mão foi muito legal, mas eu te disse que tenho muito tesão, eu sempre quero mais, não sei.
- Eu faço o que você quiser, Ricardo apaga por favor, eu prometo.
- Então vamos fazer assim, vamos fazer um teste essa semana, se você for realmente obediente, e fizer o que eu mandar na semana que vem eu apago. Tá bom assim?
- Mas e se a Maria mexer no seu celular?
- Fica tranquilo, é só uma semana, eu fico com ele no bolso o tempo todo.
- Ta bom, então, mas cuidado com seu telefone.
- Vamos falar sobre as regras então.
- Que regras?
- Você disse que ia fazer qualquer coisa, como a Maria vai estar aqui a semana toda, a gente não vai poder ficar a vontade, mas eu quero que mesmo assim, você me deixe com tesão, então temos algumas regras novas, se você não cumprir alguma regra tem que ter uma punição. Além disse, tem algumas coisa que vi naquele site que você me mostrou que a Maria jamais faria, então você vai me ajudar com isso. Na verdade a culpa é sua, porque foi você que me mostrou aquele site.
- Agora to preocupado de novo, essas regras ai e esses castigos.
- Não é castigo, é punição, só se você descumprir alguma regra.
- Tá, então fala as regras ai.
- Pode começar tirando o shorts.
- Oi? - A montanha russa que Tom vivia naquele fim de semana não tinha fim, por um momento ele achou que Ricardo ia querer fuder ali mesmo.
- Quero pode ver essa bundinha linda quando a Maria estiver em casa, de agora em diante, quando eu estiver em casa você fica só de cueca, e sempre bem apertadinha, quero ver bem marcada sua bunda, vamos, tira.
Isso não parecia ser um grande problema, todos na casa ficavam em suas roupas íntimas, mas tinha um porém, Tom ficava de pau duro várias vezes ao dia, e com uma cueca apertada seria facilmente notado, mesmo com um pinto pequeno.
- Mas Ricardo, e quando eu ficar de pau duro, vou passar vergonha.
- Isso a gente vai resolver em breve, por enquanto você dá um jeito de disfarçar.
Tom se levantou e começou a descer o shorts mas foi interrompido por Ricardo, que fez um sinal com a mão, girando o dedo, indicando que ele deveria virar de costas, Tom se virou e tirou os shorts quase sem dobrar, exibindo sua bunda apertada por uma cueca branca, daquelas tipo capo de fusca, mas bem apertadinha.
Ricardo não conseguiu esconder seu sorriso malicioso enquanto assistia a cena e alisava sua rola.
- Essa camiseta é muito comprida, ela esconde sua bunda, tira ela também, quando eu estiver em casa você tem que usar camisetas mais curtas ou nenhuma.
Tom obedeceu e tirou a camiseta, quando se virou para Ricardo estava pela primeira vez só de cueca na frente dele.
- Nossa é melhor do que eu imaginava hein, todo lisinho, e o melhor é que você tá gostando bastante.
Tom olhou para baixo e viu que seu pênis estava muito duro, ele tentou disfarçar e colocou o pau de lado na cueca para diminuir o volume, mas Ricardo já tinha visto.
- Eu to é com medo dessas regras ai.
- Então o que te dá tesão é sentir medo, só tesão deixa o pau duro, o medo não, quando eu fico com medo meu pau quase some, se o seu tá duro é porque você está gostando.
- Próxima regra é que você não pode bater punheta, não com o seu pintinho.
- Por que isso?
- Por que quando você goza você perde o tesão, ontem você tava adorando a brincadeira, até a gozada na sua cara você gostou, mas depois que você gozou começou a ficar com frescura. Por isso, quero você sempre com tesão, essa semana nada de punheta e lembre-se, se eu descobrir que você se masturbou vai ter uma punição. E se você não aceitar a punição eu passo seu vídeo pro grupo do futebol e você já sabe o que eles vão fazer com você.
- Tá bom, tá bom, sem punheta, mas pro grupo de futebol não pelo amor de Deus!
Ricardo nunca tinha se sentindo tão inteligente, ele estava chantageando Tom, e esse não via assim, estava até animado por ter uma oportunidade de se absolver de um crime que nunca cometeu. Sempre que Tom tinha uma chance de agradar Ricardo e ter o vídeo apagado ele sentia uma onda de ânimo percorrer seu corpo, ganhando nova energia.
-Tá, eu posso pensar numa punição só entre a gente, de qualquer jeito é melhor ser a puta de um só do que do time todo né? Se bem que conheço umas putinhas que dariam tudo pra ter o time de futebol inteiro, mas deixa isso pra lá.
Tom nem conseguiu assimilar essas palavras, “putinha de um só”?
-É verdade, esse negócio de você ficar de pau duro perto de mim não gosto não, preciso pensar num jeito de não ter que ver isso ai.
- Bom, você entendeu as regras né, sua obrigação é me deixar com tesão, eu vou te dar algumas ordens do que eu gosto, mas você também deve tentar descobrir o que me deixa com tesão, entendido?
- Tá mas eu nunca fiz isso, não tenho a menor ideia do que fazer.
- Aquele monte de história que você lê não serve pra nada? Você vai ler as histórias de gays e hétero, e ver o que as fêmeas fazem pra agradar os machos, algumas daquelas coisas eu com certeza gosto.
-Beleza, vou prestar mais atenção.
-Agora vem aqui pro seu lugar, se ajoelha aqui e começa seu trabalho.
Tom se ajoelhou, colocou a mão esquerda na coxa de Ricardo e a direita começou lentamente a masturbar o pau de Ricardo, que nesse momento estava meia bomba.
- Segura minhas bolas com a mão esquerda lembra, não tira ela dai até eu mandar.
Tom moveu sua mão e gentilmente começou a acariciar as enormes bolas.
O pau de Ricardo babava muito, escorria pelo pau e pela mão de Tom.
- Seu pau tá babando bastante. – Disse Tom.
- É meu pau baba mais que a maioria dos caras, todo mundo que já experimentou diz que o sabor é muito bom, melhor que o da porra, e olha que gostam muito da minha porra. Você gostou de experimentar ontem não gostou?
- É meio ácido, mas não é ruim não.
-Ah, fala a verdade, você até se melou, só ta nós dois aqui pode confessar.
- É não é ruim, acho que precisa se acostumar.
- Que bom que você sabe, vai engolir um pouco hoje de novo então né? Sem nojinho?
- Vou, vou sim Ricardo, sem nojo.
-Ótimo, por que você não experimenta a babinha também, tenho certeza que você vai gostar.
Tom sabia que ia gostar, esse era o problema, ela havia experimentado a própria baba no dia anterior e realmente apreciado o sabor, começou a pensar se a baba de Ricardo teria o mesmo sabor, poderia até ser melhor já que ele era um homem másculo.
Nesse devaneio de Tom, Ricardo passou o dedo médio pela cabeça do pau recolhendo o máximo que conseguiu daquele néctar, Tom assistia a cena hipnotizado, sabendo qual seria o passo seguinte.
Ricardo levou o dedo até a boca de Tom que sem nenhuma resistência deixou sua boca ser invadida.
- Igual ontem, chupa bem pra sentir bem o gosto.
Ricardo foi tirando o dedo até a ponta e o enfiou de novo, repetindo o movimento, como se fodesse a boca de Tom.
Quando tirou voltou a passar o dedo pelo pau, que agora babava ainda mais, deixou o dedo bem lambuzado e o levou até a boca de Tom, que já aguardava para abocanhar.
Mas dessa vez Ricardo não enfiou o dedo na boca, o deixou parado na frente dele, ao lado de seu pau, Tom moveu os olhos para Ricardo e o olhou bem nos olhos, Ricardo balançou a cabeça para Tom indicando o que ele deveria fazer.
Dessa vez foi Tom que moveu a cabeça até o dedo de Tom, avanço até encaçapar todo o dedo, chegando a ter um leve espasmo na garganta, foi retirando a cabeça e voltou a afundar. Tom repetiu o movimento umas cinco vezes, até que Ricardo descansou a mão sobre sua barriga.
- E ai? É bom ou não é?
- É bem melhor que a porra.
- Você não gostou?
- Gostei, gostei sim, é doce.
- Sim é bem docinho, pega mais.
Tom, começou a tirar a mão esquerda do saco de Ricardo mas foi interrompido.
- Não não, essa mão não sai dai até eu mandar lembra.
Rapidamente Tom voltou a mão para as bolas, e olhou para a mão direita, mas logo foi corrigido.
- Se você parar de punhetar ele não vai babar, não adianta nada.
Tom olhou para Ricardo atrás de uma resposta.
- Pega direto da fonte, tenho certeza que o gosto vai ser ainda melhor.
- A gente não combinou de chupar Ricardo.
- Quem falou em chupar, não tem nada a ver, é só passar a língua pela cabeça e recolher a babinha, você só precisa usar a cabeça, chupar um pau é outra coisa.
Mais uma vez o frio no estomago tomou conta de Tom, ele estava preste a lamber o primeiro pau de sua vida, alguma coisa lhe dizia que isso era muito errado, mas por outro lado ele realmente gostava do sabor e queria saber como era provar direto da fonte.
Tom, se inclinou mais em direção ao corpo de Ricardo e vagarosamente passou a língua por toda a extensão daquele cogumelo enorme, que agora estava mais inchado do que nunca.
Ricardo deu um gemido forte, chegou a levar a mão aos cabelos de Tom, seu impulso natural era de afundar a cabeça do moleque até encontrar sua garganta, mas ele se controlou.
Ricardo estremeceu no sofá, soltou um sorriso de aprovação e o frio na barriga de Tom se dissipou quando percebeu o quanto Ricardo tinha gostado daquilo, o sabor era realmente melhor quando tirado direto do pau, Tom percebeu que aquele cheiro o inebriava, e voltou a lamber a cabeça do pau de Ricardo.
Tom já estava nessa posição havia alguns minutos quando Ricardo anunciou que ia gozar, já se erguendo do sofá, Tom se inclinou para trás, mantendo a boca bem aberta, ele não queria denunciar, mas no fundo queria mesmo era engolir a carga toda.
Ricardo vendo isso não perdeu tempo, tomou o pau da mão de Tom, que apoiou as mas nas coxas de Ricardo, Ricardo punhetava com uma mão e a outra agarrou forte o cabelo de Tom, o segurando de frente com sua rola.
Assim que começou a gozar Ricardo perdeu o controle e enfiou o pau dentro da boca aberta de Tom, tom empurrou as coxas de Ricardo, mas ele era muito mais forte, Ricardo segurou forte Tom pelos cabelos e ficou chacoalhando o pau na boca de Tom, que o envolveu com os lábios e se esforçava para engolir tudo sem engasgar.
Quando o orgasmo terminou Ricardo ainda mantinha o pau enfiado na boca de Tom, ele soltou o cabelo de Tom, que desabou o chão, parecia que tinha levado uma surra, estava com o rosto vermelho, o cabelo bagunçado e escorria porra pelo canto de sua boca.
Tom ficou olhando para Ricardo com olhar de espanto, enquanto Ricardo exibia seu típico sorriso malicioso.
-Isso foi bom não foi? Caralho.
- Você enfiou seu pau na minha boca.
- É claro, você não queria que eu errase queria? Você abriu a boca pra que? Eu achei que você queria que eu acertasse tudo na sua boca. Por que abriu a boca então?
-Pra você mirar nela, não enfiar o pau.
- Então você precisa concordar que foi melhor assim, não tem como errar, já que você queria tanto, assim não tem erro. Gostou so sabor?
- Ainda nem pensei isso.
- Então termina de limpar aqui ó, ainda tem um pouco.
Tom dessa vez nem reclamou, ele se ajoelhou novamente e lambeu o resto de porra que havia nele. Até Ricardo ficou surpreso vendo Tom lambendo seu pau sem nem reclamar.
         Quando Tom, terminou e o pau finalmente estava mole Ricardo o mandou colocar sua cueca.
        - Você não se gozou dessa vez, bom assim você fica mais excitado. Já sabe né, se quiser pode colocar uma camiseta que seja curta, só isso.


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Comentários


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as93 Comentou em 19/04/2019

Acompanho teus contos há algum tempo e mais um vez te parabenizo pela ótima escrita e pela narrativa. Ri muito quando li "o melhor site de contos eróticos do Brasil." Kkk

foto perfil usuario

Comentou em 13/04/2019

Tesão!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico zoiocolorido

Nome do conto:
O início de Tom

Codigo do conto:
137190

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/04/2019

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
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