Comendo a universitária e a mãe – parte 2.



Depois da loucura que foi com Bruna, uma loira fenomenal de 19 aninhos, (narrado na parte 1), marquei de sair com Clara no sábado, pois precisava da sexta-feira pra me refazer da trepada maravilhosa com Bruna.
Ela apareceu na porta do hotel deslumbrante. Com os cabelos presos, blusinha de seda estampada e sem manga e minissaia, onde pude pela primeira vez vislumbrar aquelas coxas... maravilhosas. Clara é bem clarinha, com cabelos loiros e lisos, cintura fina e quadris largos. Os seios são de tamanho normal, mas bastante firmes para seus 40 anos e duas filhas.
Cheirosa, me deu um beijinho desses de roçar os lábios e fomos dançar.
Depois de algumas seleções de músicas agitadas, começou uma seleção de lentas e quando eu a puxei para perto do meu corpo, ela me olhou fixamente, fechou os olhos e entreabriu a boca. O sinal que eu precisava para enfiar minha língua, sentindo o sabor daqueles lábios. Nosso beijo foi calmo, delicioso, num crescendo que passou de um simples beijo para um amasso. Estávamos no meio da pista, mas parecia que só nós dois estávamos ali. Pareceu uma eternidade, como se o tempo tivesse parado só pra nós. Sentamos, ficamos agarradinhos, como dois namoradinhos adolescentes.
Alguns amigos que encontrei na ida ao banheiro me perguntaram quem era a gata e eu nem respondia, apenas estava nas nuvens.
Quando ela saiu do banheiro, falou que estava cansada de dançar, se não tinha outro lugar para irmos e eu disse que ficaria muito feliz se ela topasse uma ida ao motel.
-Caso eu desista na última hora, o que vai acontecer? Ela perguntou e eu respondi: - só vai acontecer o que você quiser que aconteça.
Chegamos e como com Bruna, peguei Clara no colo e carreguei-a até a cama. Clara disse que queria uma bebida e pedi um coquetel para nós. Enquanto a bebida chegava, trocamos beijos e carícias, que fora esquentando cada vez mais.
Quando a campainha tocou, ela estava sem a blusa e o sutiã solto e eu sem camisa. Fiz menção de buscar a bebida e ela me agarrou dizendo que a bebida não ia embora sozinha e me puxou para cima dela.
Acabei de tirar seu sutiã e me acabei naqueles seios muito gostosos. Mamei como um bezerrinho e ia dos seios ao pescoço e orelha, enquanto tirava a minissaia. Desci para seus pés que a medida que tirava a sandália, ia beijando e acariciando cada dedo. Subi por suas coxas deliciosas e virei-a de bruços, tirando sua calcinha e continuando minha viagem pelas coxas até a bunda perfeita, que beijei, lambi e mordi o quanto pude. Segui pelas costas, indo até sua nuca e a cada toque da minha boca na orelha ou nuca, o corpo todo arrepiava. Esfreguei meu pau muito duro naquela bunda e mordiscava a orelha, e ela ia delirando, gemendo e erguendo a bunda, para ampliar o contato.
Virei Clara de frente e enquanto minha língua invadia sua boca, meu cacete invadia sua vagina, numa viagem alucinante, que eu não queria que acabasse nunca. Comecei num ritmo acelerado e ela me pediu calma, pois queria sentir cada segundo daquele momento. Deitei e convidei-a para sentar e ela montou minha pica com muito tesão, com movimentos lentos, cadenciados, transformando aquela foda em uma tortura, pois eu estava prestes a gozar só de ver a cara de tesão de Clara, que gemia e abria a boca a cada movimento da sua pélvis.
Fomos alternando posições e quando a coloquei de quatro ela encostou o rosto na cama, ficando ainda mais empinada e numa penetração lenta mas firme, tirei mais um orgasmo daquela mulher deliciosa.
Agora chegou a minha vez e aumentei um pouco o ritmo e sem chance de segurar mais, enchi a camisinha de porra e ela banhava a mesma camisinha por fora, num gozo profundo de nós dois.
Descansamos um pouco e fomos para o chuveiro e para a hidro. Ali, imersos, Clara decidiu que era hora de provar meu pau e me fez levantar o quadril na água e começou a mamar em mim, mas com uma gula e vontade que eu não esperava. Ao contrário da sua trepada, sua boca me sugava com selvageria, extraindo de mim todas as forças, pois com poucos movimentos já estava segurando para não gozar naquela boca maravilhosa.
Quando ela percebeu que já estava bem duro, virou de costas para mim e sentou, deixando para meus olhos a visão daquela bunda deliciosa. Subia e descia com força. Parecia que queria experimentar algo diferente da nossa transa e então eu segurei em sua bunda e comecei a meter com rapidez, tirando gemidos e até gritos daquela fêmea no cio.
Ela desceu do meu pau, deu mais uma chupada rápida, virou de quatro na borda da banheira e me chamou. Penetrei sua bucetinha e fazia carícias naquele cuzinho que piscava à medida que era alisado. Clara estava nitidamente à beira de um orgasmo e eu acelerei a penetração, até que ela não resistiu e empurrou para trás sua bunda, gozando deliciosamente. Parei os movimentos e fiquei ali, apreciando aquele orgasmo onde sua vagina mastigava meu pau com tamanha vontade que parecia sua boca.
-Nossa, que maravilha... foi tudo que ela conseguiu dizer. Saiu da posição que estava e sentou dentro da banheira, me chamando para seu lado. Abraçou-me e deu um beijo longo, parecia até agradecida pela foda. Enquanto sua língua brincava com a minha, sua mão procurou meu pinto e começou a me alisar. –Sei que você não gozou, mas eu não aguento mais de tanto gozar. Você se importa se eu te chupar para que você goze.
Fiz que não com a cabeça e novamente levantei meu corpo. Clara vendo o pinto fora da água, ajoelhou e voltou a dar aquela mamada fenomenal. Claro que não demorou muito e eu alertei que ia gozar. Ela tirou meu pau da boca e o colocou em seus seios firmes e foi ali que me acabei.
Clara disse que fazia 3 anos que estava separada e desde então não transava com ninguém, por isso estava desacostumada. Mas na mesma hora disse que teria que visitar sua filha com certa frequência, pois precisava por em dia sua prática.
E assim eu tenho vivido neste ano, dividido entre Bruna durante a semana e Clara aos finais de semana. E é claro que comi o cuzinho da Bruna, mas conto em outra ocasião.
Foto 1 do Conto erotico: Comendo a universitária e a mãe – parte 2.

Foto 2 do Conto erotico: Comendo a universitária e a mãe – parte 2.

Foto 3 do Conto erotico: Comendo a universitária e a mãe – parte 2.

Foto 4 do Conto erotico: Comendo a universitária e a mãe – parte 2.


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Comentários


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fulano Comentou em 10/05/2019

delicia de conto e fotos

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laureen Comentou em 12/04/2019

💚💚❤❤-Super excitante este conto,Li Votei....delicioso,adorei, muito tesão,muito TOP!!! Amei💚❤💋,😘 ❤ 💚...grata por ler votar e comentar meus contos...❤😋 😜❤😏❤😈❤Quem não leu,LEIA E VOTE no meu 1º Conto 58.222- Metendo na Bucetinha Virgem💚,bjos da Laureen !!!💜💋💋💋

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personalsafadozssp Comentou em 12/04/2019

Eu queria ter Mãe e Filha na Cama, ia adorar. Que bom que você tem essas Belezas!!!!

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flamengo21 Comentou em 12/04/2019

o vida difícil né, uma dupla assim é o sonho...votado.

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nanda27 Comentou em 12/04/2019

Adorei este conto. detalhado e muito excitante. bjs




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a universitária e a mãe – parte 2.

Codigo do conto:
137192

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/04/2019

Quant.de Votos:
26

Quant.de Fotos:
4