O Mano que deu um Perdido na Mina só pra comer o meu cu



Fato que ocorreu no começo desta semana e somente agora encontrei tempo para compartilhar com vocês este ousado conto. Para quem quer saber como eu sou, basta ler os outros contos que lá estará a minha descrição apenas salientando que já possuo 40 anos, embora todos dão para mim 26/27 anos e se surpreendem quando digo minha real idade. Isto faz eu surfar entre os novinhos (+18) que não curtem coroas, mas acabam comendo um achando que tá saindo com outro rapaz na faixa dos 20 e poucos anos... Vamos ao conto!
Esta semana estava eu no mercado fazendo aquela reposição básica nos mantimentos da casa. Não era a compra do mês, mas aquela reposição de alguns itens como verduras (vixi), leite, pão de forma, legumes... andando de uma gondola a outra com o meu cestinho de compra no antebraço. Segunda-feira, período noturno, mercado relativamente calmo no movimento, caixas vazios com um ou outro cliente, em resumo era um daqueles dias que você sai e acha que nada vai acontecer, porém é nestas ocasiões que muita coisa acontece. Estava eu na gondola de doces escolhendo uma barra de chocolate, pois fazia tempo que não comia um (muito embora não possa, por possui restrições ao açúcar por causa de uma diabetes que já me persegue desde os 20 anos, mas, para quem tem um bom controle – nota 8,5 - pode se dar ao luxo de comer, vez ou outra, sem exageros), dei de cara um casal jovem de namorados fazendo o mesmo: ela era uma daquelas minas chatinhas, estilo pegajosa, baixinha, morena clara, corpo normal, sem ser gorda ou magra, mas com tendência a engordar quando tiver o primeiro filho, cabelos pretos, longos e lisos, na faixa dos 19/20 anos, estilo mina; ele na faixa dos 21/24 anos (23 vim descobrir depois), bem alto (mais alto que eu, possuo 1,83), também moreno claro, magro com ombros largos, cabelos com laterais raspados e bonezinho, com tatuagens bizarras em dos braços e pernas, com poucos pelos, vestindo uma camisa transada e um bermuda tactel xadrez que se vê nos dias do hoje, realçando uma mala, em outras palavras, para resumir, o verdadeiro mano. É mais um daqueles tipos que todo cara que curte rola, no sigilo, se sente atraído pelo tipo na hora. Fiquei olhando o mano, de forma discreta, sem que ele percebesse. Cada um carregava um capacete. Ela, com aquele enjoamento que se vê nas garotas de hoje em dia e ele, com aquele olhar expressivo, de peixe morto, prestando a atenção na atitude dela e olhando ao redor, vendo o movimento. Eu continuava a escolher o chocolate do meu agrado, sempre olhando de forma discreta pra ele, até que ele olha para mim e me flagra encarando ele. Claro que nestas horas você deve dar uma de desentendido, sem chamar a atenção, mas chamando, para a presa entender que ali está alguém que curte rola. Quem caça e curte o tipo de macho hétero cuzeiro, sabe o que falo. Mordi os meus lábios de forma discreta para ele, sem que ela e os demais que estavam perto percebessem e olhei em seguida para a mala dele e para o chocolate que eu estava escolhendo, ou seja, um Toberone* (se liguem).
Peguei uma barra de Toberone e partir para a parte do mercado em que fica o Salame, que é próximo dali e fica no campo visual daquele casal e fui para escolha do produto manuseando-o de forma, para quem é entendedor sabe, para ver a qualidade do produto. Ele ficou ali vendo o meu movimento com olhar de peixe de morto que ele possui e falou algo para mina dele pegar algo. Nisto parti para a parte de café que fica na gondola ao lado. Pausa para o conto: é aí que joguei a isca, se ele curte, daria um jeito de vir onde estou, se não seguiria o meu caminho. E não é que o mano vem atrás e para ao meu lado e começa a caçar um achocolatado que fica na mesma sessão do lado oposto.
Fui ao seu lado e comecei a escolher um achocolatado para mim, mas sempre dando umas olhadas no pau dele, e não é que o bichão começou a dar umas catadas boas no pau. Vendo que ele tava ali resolvi puxar assunto pra ver qual é a dele e ele começou conversar comigo sobre achocolatados, vendo que ele tava meio receoso, peguei o meu smartphone e comecei a escrever nele para que ele lesse. Comecei colocando o meu número e mandar uma direta de que eu tava afim de mamar ele. Ele leu, deu um sorrisinho de canto de boca e me add, agradeceu as dicas e voltou para sua namorada. Fui para o caixa e para o meu carro e mal entro no meu carro já recebo a primeira mensagem. O cara mandou que eu era muito louco e perguntou se eu tava realmente afim de mamar o pau dele. Respondi que não só afim de mamar mas de levar no cu também. Vi que ele ficou off-line. Liguei o carro e fui pra casa despachar as coisas. Não é que no caminho de casa o mano mandou outra mensagem falando que topava, mas que ficasse no sigilo, pois tinha namorada... aquele blá blá de sempre. Até parece que vou colocar no jornal local anunciando que eu daria para ele. Tem uns caras que é sem noção. Ele falou topava naquele momento, pois iria despachar a mina dele para se encontrar comigo. Mandei outra mensagem falando que então era para despachar e que era para me encontrar na praça central da cidade, as 22:45h
Para ver se o cara estava mesmo afim, sai de casa era 23:00 e rumei para o meu encontro. Particularmente duvidei de que ele mesmo iria, lá pelas 10 pra 11 da noite ele mandou mensagem perguntando se eu não iria, no qual eu confirmei. Ele já estava lá esperando. Como realmente percebi que ele tava afim mesmo cheguei as 23:10. Estava ele lá encostado em sua moto, com o capacete na mão, da mesma forma que e estava no mercado. Parei o carro e mandei que ele saltasse pra dentro no qual foi feito. Nos cumprimentamos e partimos para dar um role, em princípio.
Foi me falando da vida, que trabalhava como serralheiro e namorava aquela menina há mais de um ano e perguntei porque ele realmente veio ao meu encontro. No mesmo instante ele respondeu que curte uma putaria e a situação que passamos no mercado havia deixado excitado e perguntei se a namorada dele havia desconfiado de alguma coisa, no qual ele me respondeu que não, pois ela tava mais preocupada alguns chocolates. Ele havia me falado que depois do mercado os dois iriam pegar um motelzinho, mas como eu apareci no caminho teve que arranjar uma desculpa de que não estava bem. Pensei comigo naquele momento, putz o cara dar um perdido na mina pra fuder comigo, realmente o mundo ta mudado.
Neste instante já meti a mão no pau dele. A mala formada na bermuda, já denunciava sua situação e pelo jeito eu teria um grande trabalho para frente, pois dali com absoluta certeza sairia uma sucuri gigante. Não fomos para o motel, mas para um lugar bom pra pegação. Na minha cidade há um balneário e indo para margem oposta há algumas árvores que dão privacidade ao local. Lá é local para os casais se encontrarem, já que a PM não embaça ali e dá pra ficar de boa. Nem sei como cheguei ali, pois em vez de trocar as marchas do carro, na verdade eu cambiava a rola daquele mavambo tatuado. Sentir aquele pau dentro da bermuda na minha mão direta era uma excitação da porra, pois já era possível sentir que se tratava de uma tora grossa. Já no loca, abaixamos o banco partir para a minha recompensa. Antes de tirar aquela rola pra fora, mordia pela bermuda mesmo e sentia o cheiro da bermuda dele. Realmente aquele cheiro tava me deixando doido. Comecei a desabotoar a bermuda e abaixar a cueca dele. Amigos, me salta um pau moreno claro, nervado e cabeçudo. O pau do moleque era daquelas rolas retas e grossas, um verdadeiro pau de 21cm, segundo ele me confirmou depois, pentelhudão e sacudão. Amigos, pensem num par de bolas grandes e pesadas, o cara tinha um par de bolas gigantes. Minha boca encheu de saliva na hora, conforme eu o masturbava até que ele me manda cair de boca. Nem pensei duas vezes. Comecei chupando as bolas deles. Uma e após outras. Puxava com relativa força. Quanto mais eu fazia isto, mais ele se contorcia de tesão. E quanto mais eu fazia, mais o pau dele babava. Realmente o puto tava curtindo a putaria.
Após ter me dedicado um bom tempo, só naquele saco, fui subindo com a língua da mesma forma como lambe um picolé, até chegar na chapeleta que estava completamente babada. No qual dediquei a minha língua na cabeça daquele pau para começar uma caprichada mamada, até o talo. Cada engolida profunda que eu dava naquele pau, o mano se contorcia de prazer dentro daquele carro. Curto mamar um pau até o talo. Fodia aquele pau com a minha boca e o mano falava que a minha dele não chupava o pau dele nem pau. Até que dei uma engolida forte ele não resistiu e despejou toda a sua porra no fundo da minha garganta. Não teve como não engolir e engoli com gosto o néctar cremoso daquele rapaz tesudo. Porra salgada e grossa, além de ser espessa. Foram umas dez jatada de porra no qual fiz questão de engolir e ainda de quebra lambi toda a cabeça do pau deixando-a limpinha. O moleque virou pra mim maravilhado, parecia que nunca havia transado com alguém e perguntei o pq estar extasiado. No mesmo instante me respondeu que o que fiz nele não chega a 10% do que a mina faz com ele. Retruquei na hora, falando que eu ainda me fiz 10% do que eu sou capaz. Neste momento que estávamos conversando, ele estava puxando um beck e vi o pau dele endurecer novamente e perguntei quer conhecer os 90% restante?
Partir para uma segunda mamada, no qual salivei bastante aquele pau. Fiquei mamando mais um 10 min. Conforme ia mamando ele já enfiava a mão por dentro da minha calça procurando o meu cu dando umas cutucadas gostosas no meu rabo. Ele manda eu parar de mamar se não iria gozar de novo, pois, naquele momento ele queria era meter no meu rabo.
Arriei as minhas calças até o joelho ficando de ladinho pra ele. Já senti a potência daquela cabeça melada cutucando a entrada do meu cu, dando ele umas cuspidas no meu cu e no seu pau, que estava latejando de duro. Quando encaixou e a cabeça deslizou pra dentro, senti aquela fisgada do cu começando a ser arrombado, fiquei arrepiado na hora. O moleque soltava o seu hálito quente em minha nuca. Os bancos do carro estavam deitado. Até que ele encaixa totalmente aquela tora dentro de mim, sentindo os pentelhos roçando em minha bunda. Ficamos nesta posição, parados por uns dois minutos. Ele queria sentir o calor do meu cu e eu a temperatura do teu pau e começou a socar lentamente. Conforme ele acelerava as socadas no meu cu comecei a morder e a chupar as minhas costas e nuca, aliado a isto as putarias de praxe ditas no meu ouvido. Cada palavra dita no meu ouvido, conforme ia metendo, eu ia no céu e voltava. Amigos, aquele mano realmente sabe usar o pau que tem. Só sentia aquela rola cutucando dentro mim e o seu sacão batendo com força fazendo que aquele barulho de meteção. Jamais imaginária que descolaria um macho pra me foder em plena segunda-feira. O moleque metia com vontade no meu rabo e enfiava os dedos na minha boca. Cada socada que ele dava eu gemia que nem uma biscate no cio levando rola do seu malandro. O espaço no interior daquele carro estava pequeno e resolvemos sair. Acabei me debruçando o capo do carro e mano já encaixado de novo em mim começou novamente a dar pirocadas no meu rabo. Eu gemia de prazer, aquela pontada inicial já havia desaparecido e a dorzinha inicial se transformou em um imenso prazer. Estando debruçado no capo do carro era mais fácil sentir as bolas dele batendo em mim, realmente o moleque sabia trabalhar com aquela rolona de 21cm.
Voltamos para dentro do carro, mas com a porta aberta. Deite-me no banco do passageiro e ele pelo lado de fora me pegou de jeito num frango assado frenético. O mano metia com vontade no meu rabo, mordia o meu pescoço, fala putarias, além de falar que depois desta iria me comer sempre. Já estávamos ali na maior meteção há mais de uma hora, pois já passava da meia-noite. Percebendo que estávamos ficando exausto com aquela sessão de sexo ele resolveu acelerar ainda mais as metidas no meu cu, quando começo a sentir o seu pau engrossar dentro do meu reto e ele começar a gritar alto falando que ia gozar dentro do meu cu. Neste momento ela para de meter e só sinto aquele leite quente ser despejado dentro do meu rabo. Quanto mais ele gozava, mais ele empurrava a rola pra dentro do meu cu. Ele cai exausto e ensopado de suor em cima de mim com o seu pauzão dentro. Começo a lamber aquele suor e ele todo. Ele fica todo arrepiado neste momento e fala que adorou a foda inesperada, jamais imaginaria que ocorreria algo como isto. Seu pau amolece e se desencaixa do meu cu e começa a sentir a tua porra escorrer de dentro, melecando todo meu rego. Nem percebemos o passar do tempo, pois a foda foi muito boa, mas como o dia seguinte era dia de branco e teríamos que acordar cedo partirmos para centro novamente para que ele buscasse a sua moto. Trocamos contato, pois ele quer repeteco, já que a química na putaria entre nós foi ótima. Isto ocorreu na segunda dia 08/04, hoje na sexta dia 12/04 já mandou mensagem querendo algo pra esta madrugada, já que ele tá afim de dar outro perdido na mina dele....
Um abraço e até a próxima!

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Comentários


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putadenegao Comentou em 19/04/2019

rodrigoalemão - descrevi o conto através de um smartphone e em três dias por falta de tempo, me dedicando alguns minutos para ele - trocamos o contato no mercado, porem ao narrar, antes de postar no último dia, pela pressa, achei que não tinha colocado que tinhamos trocado contatos no mercado. Fou apenas um reforço. Na próxima eu dou uma revisão melhor nos contos antes de publica-los

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rodrigoalemao Comentou em 16/04/2019

O conto uma delícia apresenta ele. Só que no fim você disse que tá cada contato sendo que você já tinha o número dele kkk

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fabioalemão Comentou em 14/04/2019

Nao esquece de contar como foi o repeteco pois este conto me deixou com muito tesao adorei

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edlivre Comentou em 13/04/2019

Este prova que é doido por cu. Delícia de conto . Tesão a mil por hora aqui. Votado.

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cesar imperador Comentou em 13/04/2019

Conta para gente como foi essa de hoje!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico putadenegao

Nome do conto:
O Mano que deu um Perdido na Mina só pra comer o meu cu

Codigo do conto:
137214

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/04/2019

Quant.de Votos:
14

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