O inicio de Tom - Parte 2



Na segunda feira pela manhã Maria chegou, Ricardo tinha ido trabalhar e Tom estava feliz por ver tudo voltar a normalidade, podia estar de bermuda durante o dia e por algumas horas esqueceu tudo que aconteceu durante o fim de semana, até algo acontecer depois do almoço.
Maria disse que estava muito cansada e pediu que Tom lavasse algumas roupas que estavam na lavanderia ou iria acumular roupa demais, Tom foi até lá, começou a separar roupas coloridas, brancas, pretas, até que achou nas cuecas, assim que segurou a cueca de Ricardo na mão sentiu seu pau ganhar vida imediatamente, não pode resistir e levou a cueca até seu rosto, inalando o forte cheiro da cueca usada durante o trabalho de pedreiro.
        O forte cheiro imediatamente acendeu o frio no estomago e mais uma vez aquele estado conflitante que vinha vivendo, era errado, mas ele queria mais. Conscientemente se negava, dizia pra si mesmo que era errado, que não faria mais isso, mas sua agarganta queria mais, e no fundo sabia que assim que tivesse oportunidade iria querer mais, na verdade sabia que iria até tentar criar essa oportunidade.
        Olhando para as cuecas encontrou outra, do Pedro, não resistiu, quis ver se a cueca de Pedro teria o mesmo cheiro que a de Ricardo, a pegou e a esfregou na cara, inalando profundamente o aroma, e Tom reconheceu aquele cheiro, Pedro tinha gozado naquela cueca antes de larga-la lá para ser lavada mais de uma semana atrás. O cheiro forte deixou Tom louco de tesão, não teve coragem de lavar a cueca e a levou para seu quarto a colocando debaixo do travesseiro para mais tarde.
        Tom terminou seus afazeres e ficou em seu quarto mexendo o celular, leu alguns contos eróticos atrás de dicas de como deixar Ricardo com tesão, viu alguns vídeos no xvideos, seu pau estava muito duro todo o tempo, era cada vez mais difícil resistir a bater uma punheta e gozar. Tomas começou a ficar preocupado vendo que quase todos os vídeos começavam com um boquete e terminavam com um pau sendo socado no cu ou na boceta e começou a se perguntar se isso aconteceria com ele. Não! Isso já é demais, não posso deixar chegar nesse ponto. Por outro lado, homens e mulheres sendo fodidos pareciam gostar muito, será que esses caras sentem prazer pela bunda Tomas passou o resto da tarde perdido em seus pensamentos.
        No fim do dia Ricardo chegou do trabalho, Tom sentiu um frio na espinha quando ouviu o carro entrando na garagem. E agora? O que sua tia ia pensar ao vê-lo de cueca. Embora Pedro e Ricardo sempre ficassem de cueca em casa Tom não tinha esse hábito, Maria com certeza ia notar a diferença. Talvez Ricardo nem se lembrasse da regra, talvez estivesse só brincando. Tomas levou tempo demais decidindo e quando menos esperava Ricardo estava dentro do seu quarto.
        - O que foi que nós combinamos? Eu não acredito que você já quebrou a primeira regra, ainda bem que não apaguei o vídeo, você foi desonesto comigo.
        - Não Ricardo calma, você acabou de chegar, eu já ia tirar.
- Não foi isso que combinamos, não era essa a regra, eu não quero ver você de bermuda.
- isso vai ter consequências, dessa vez vou pegar leve com você, mas não se engane, a próxima punição vai ser pior.
- O que você vai fazer?
- Da próxima vez você vai passar todo o tempo com a cabeça do meu pau na boca.
- A gente combinou que eu não ia chupar seu pau Ricardo.
- Quem falou em chupar, eu disse só a cabeça. Tá achando ruim? Já pensou se eu mando esse vídeo pro Pedro? Pensa o que ele vai fazer com você aqui a noite toda, ele vai até trazer alguns amigos aqui pra dormir com ele e você vai tá bem fodido.
- tá bom, tá bom, eu ponha a cabeça na boca.
- Bom, agora se arruma e vai pra sala.
Ricardo saiu deixando Tom sozinho, ele encostou a porta, pegou a menor cueca tinha a colocou e puxou bem pra cima, pra ficar bem enfiada na bunda, procurou uma camiseta que tapasse seu pinto, mas deixasse a bunda a mostra, não encontrou, pegou uma cumprida mesmo e a prendeu no elástico na parte de trás, dessa forma ela escondia seu pintinho duro, mas mostrava sua bunda.
Quando Tom passou pela cozinha, vermelho, não escapou do comentário de Maria.
- Ah, é por isso que você tá sempre de bermuda filho, suas cuecas estão muito pequenas, por que você não falou? Logo logo vamos comprar cuecas novas pra você.
E logo deu um grito para Ricardo.
- Ricardo, a gente precisa comprar roupas pro Tom, ele está crescendo e as cuecas já quase não cabem mais, tadinho.
Ricardo veio e se juntou a conversa, para desespero de Tom.
- Deixa eu ver.
Que situação, Ricardo pegou Tom pelo braço e o fez dar uma volta enquanto observava atentamente, quando terminou de girar Ricardo olhou nos olhos de Tom e deu uma piscadinha exibindo aquele olhar malicioso.
- A gente não tá podendo gastar dinheiro a toa não, se não couber mais ele pode ficar pelado dentro de casa mesmo, ou usa as cuecas do Pedro que não servem mais nele, o Pedro é muito maior que o Tom.
Maria deu risada enquanto Tom estava em pânico, ele já não sabia mais o que era brincadeira e o que era verdade, mas não duvidava que Ricardo o fizesse ficar pelado mesmo.
- Tô brincando, você já é um rapaz, não pode mais ter sua mãe comprando suas cuecas, logo logo arrumo um dia para te levar para comprar algumas roupas, sábado quem sabe, enquanto isso não precisa ter vergonha, nós somos sua família, não deve se envergonhar de nós, pode ficar a vontade.
Enquanto dizia isso Ricardo foi subindo sua camiseta a retirando e deixando Tom apenas com a mini cueca.
Pra sorte de Tom toda aquela situação embaraçosa o deixou com o pinto bem murcho, mas isso logo mudaria e ai? Como esconderia?
Tom ajudou Maria a terminar a janta e colocou a mesa para jantarem, sempre que Maria não estava por perto Tom tinha que aguentar as brincadeiras de Ricardo, mas agora ele estava até gostando, e seu pau não deixava negar isso.
A noite Tom se deitou e logo pegou a cueca de Pedro que ele havia guardado, voltou a esfrega-la na cara, o cheiro o deixava louco, ele precisava bater uma punheta e ainda era segunda feira. Ele ficou lá mexendo no celular e cheirando a cueca de Pedro.
Os dias foram passando sem grandes acontecimentos, Pedro apareceu uma vez para jantar, obviamente fez comentários sobre a cueca de Tom, mas como Maria estava o tempo todo perto, nada saiu do controle.
Quanto mais vídeos e contos Tom via, mais ia temendo que cedo ou tarde estaria dando a bunda para Ricardo, e o pior, isso não, ele já começava a aceitar seu destino e gostar dele. Mas não podia racionalmente concordar com isso. Mesmo assim a curiosidade era enorme e logo tinha um dedo brincando na portinha de seu cu.
Na quinta feira a noite Maria recebeu uma ligação que a deixou muito animada, a empresa que a contratou na semana passada estava oferecendo uma oportunidade de trabalhar nesse fim de semana também. Não estava podendo desperdiçar trabalho e ela logo aceitou. Ricardo e Tom demonstraram felicidade por ela, mas no fundo estavam felizes por eles mesmos. Assim que Maria virou as costas Ricardo olhou para Tom e deu uma pegada no pau e fez um gesto com a cabeça como se estivesse chupando um pau. Tom deu uma risada e virou em direção ao seu quarto pois sentiu na hora que seu pau ia ganhar vida, mas não sem antes ter a mão de Ricardo apalpando sua bunda.
Na sexta feira Maria foi lá pelas 17h, quando Ricardo chegou encontrou Tom só de cueca preparando a janta, ele logo foi encoxando Ricardo e suas mãos percorreram seu corpo, brincando com seus mamilos.
- Que tesão chegar em casa e saber que tem uma boquinha pronta pra me dar aquele boquete gostoso, passei o dia inteiro pensando nisso.
- Boquete não, você disse só a cabeça Ricardo.
- isso, que seja, mas o tempo todo quero essa língua trabalhando a cabeça do meu pau.
-Tá bom, mas deixa eu terminar a janta. Eu vou poder gozar hoje? Pelo amor de Deus Ricardo eu não aguento mais.
- Hoje não, amanhã se você for bem odiente. Só mais uma noite passa rápido, amanhã de manhã a gente vai sair, vamos comprar umas roupas pra você e eu também quero comprar uns brinquedinhos que vi na internet.
- Brinquedinhos?
- É aquele site que você me mostrou de contos eróticos me deu muitas ideias. Maneiras de como fazer você sentir prazer também, não é justo só eu sentir prazer, quero que você goste e sinta prazer também.
-Eu posso bater uma punheta depois, pra mim tá bom.
- Não, não é justo, a gente tem que sentir prazer junto, e eu não gosto nada da ideia desse seu pinto duro perto de mim.
- Ué, então do que você tá falando?
-Deixa isso pra amanhã.
Termina a janta ai, quando tiver um tempinho ai leva uma cerveja na sala e vem tirar minhas botas, não demora.

Tom terminou de refogar a cebola, jogou o arroz e a água, pegou a cerveja, puxou mais a parte de trás da cueca, deu uma agachada pra que ficasse bem enfiada na bunda e partiu pra sala com seu pinto duro feito pedra.
Tomas propositalmente se virou para colocar a cerveja na mesa de centro, de modo que sua bunda ficasse virada para Ricardo, que é claro notou a clara mudança no comportamento de Tom.
Tom se ajoelhou, retirou as botas e depois foi para a calça. O pau de Ricardo não estava duro como das outras vezes, não estava totalmente flácido é claro, mas não armava aquela barraca com antes.
Tom ficou pensando se deveria tirar a cueca de Ricardo e começar a masturba-lo naquela hora, mas Ricardo tirou sua dúvida.
- Tem alguma coisa no fogo?
- Só o arroz.
- Dá tempo de uma gozadinha então?
- Acho que sim.
- Vamos lá então, é todo seu, já sabe o que fazer né?
Tom puxou a cueca de Ricardo até as coxas, e sem titubear colocou a cabeça na boca, em segundos a rola estava a todo vapor, enquanto masturbava, ia passando a língua na cabeça do pau saboreando cada gota de baba que saía. Esse novo estímulo fez Ricardo não se aguentar muito, logo estava gozando, enchendo a boca de Tom de porra, que se esforçou para engolir tudo.
Quando finalmente tirou a boca do pau olhou para Ricardo.
- Você gozou mais rápido hoje.
- É essa sua boquinha que deixa louco, mas não se preocupa não, tem mais pra hoje, a próxima vai demorar mais.
Tom puxou a cueca de Ricardo de volta para o lugar, e partiu pra cozinha terminar o jantar.
Logo após o jantar, enquanto Tom arrumava a louça alguém gritou por Ricardo na porta, Ricardo passou para o quarto e mandou Tom abrir a porta.
- É o Goiás, abre a porta lá pra mim enquanto eu pegou uma bermuda.
- mas eu to só de cueca!
-E dai? Para de frescura.
Tom, puxou a cueca que estava enfiada na bunda, puxou seu pau para baixo do saco e partiu para atender o visitante. Mas Ricardo, bem filho da puta:
- manda ele entrar.
Goiás era um ajudante de pedreiro de vinte e poucos anos que as vezes trabalhava com Ricardo, ele estava com roupa de trabalho, era grande, aprox. 1,9m de altura largo, feio de rosto, mas um corpão enorme. Ricardo falava que pra fazer força não tinha ajudante melhor.
Morrendo de vergonha Tom abriu a porta, pra sorte dele o portão estava destrancado e ele não teve que ir até lá.
- Pode entrar Goiás, o Ricardo falou pra você entrar.
Quando Goiás chegou a sala Ricardo já estava atrás de Tom.
Goiás por sua vez não conseguiu disfarçar a olhada que deu de cima embaixo em Tom enquanto apertava sua mão, num aperto que demorou mais que o normal.
Quando foi apertar a mão de Ricardo continuou olhando a bunda de Tom enquanto ele ia pra cozinha.
- Mas fala homem o que tá precisando.
- Eu vim ver se você pode me emprestar o compressor, to reformando a garagem de casa e pintar com o compressor é bem mais rápido, mas só se você não for usar.
- Empresto claro, só vou usar segunda, mas você não vai fazer isso agora né?
- Não, só achei melhor vir agora do que amanhã de manhã, você podia ta dormindo. E foi bem melhor vir agora a noite mesmo. Enquanto disse isso Goiás olhou para a cozinha.
- Então dá tempo de tomar uma cerveja. Tomas, trás duas cervejas pra nois.
Quando Tom levou as cervejas, novamente Goiás não disfarçou seu interesse.
- E você Tom, tudo bem? Nunca vejo você pela rua, no bar, jogando bola.
- Tudo bem sim, eu não gosto muito de sair.
Nisso Ricardo entrou na conversa.
- E você Goiás, ainda é o terror das periquitas?
- O Goiás aqui não pode ver um rabo de saia que já quer meter.
- O Goiás, pensando bem, você bem que podia levar o moleque pra dar uma volta com você qualquer dia, ensinar algumas coisas pra ele, vai ser bom ele sair com uma cabra macho que nem você.
- Se você sair com o Goiás não tem jeito, ou você come alguma menininha, ou vira a menininha dele.
Quando terminou de falar isso Ricardo e Goiás gargalharam alto.
- Isso é bem verdade mesmo, eu meto a rola mesmo, mas com carinho pra não machucar pq a rola é bem servida.
E continuaram gargalhando.
Tomas percebeu que Goiás apalpou deu pau algumas vezes durante essa conversa, Ricardo também notou.
Ricardo não satisfeito continuou.
- Ele também tem um vídeo game no quarto, você pode vir jogar com ele qualquer noite, uma vez por semana eu e a Maria saímos pra beber e ele fica na maioria das vezes sozinho aqui, vai ser bom para ele ter uma companhia, e vocês podem fazer barulho a vontade.
- Legal gostei da ideia, vamos combinar semana que vem então, que dia você sai com sua mulher?
- Na quarta.
Enquanto apertava o pau na calça, Goiás indagou Tom.
- Mas você quer que eu venha mesmo? Só venho se você quiser.
Ricardo mais uma vez intercedeu.
- Convida o rapaz Tomas, cade sua educação?
- Quero claro quero sim. Vai ser legal ter alguém pra perder pra mim no vídeo game.
- É não sou bom nisso mesmo, mas eu aprendo.
Após uma breve conversa Tom voltou pra cozinha, uns vinte minutos depois Goiás partiu levando o compressor e Tom pode ouvir Goiás dizendo que voltaria outras noites, sendo muito incentivado por Ricardo.
Ricardo retornou a cozinha já fazendo sua análise.
- Caralho, ainda bem que coloquei uma bermuda. Você viu ele te devorando com os olhos, ficou louquinho pra te comer. E o pior, você nem sabe o tesão que deu vendo a situação.
- Para Ricardo, você mesmo falou que ele adora um rabo de saia, ele não é viado.
- Não, viado ele não é, não acho que ele vai te pedir em namoro ou sair de mãos dadas com você, mas que ele queria te foder ali na sala mesmo queria, achei até que ele ia te comer na minha frente. Já pensou se ele vê você de quatro na minha frente chupando meu pau? O bicho ia ficar louco.
- Para Ricardo, nem brinca com isso.
- Ele tá te querendo, você vai ver o dia que ele vier jogar vídeo game com você se não é você que pegar num joystick kkkkk.
- Depois te dou uns conselhos pra seduzir ele, ele já me contou algumas coisas que ele gosta.
-Para Ricardo, isso não vai acontecer.
- Ué, você não gosta da minha porra, então, pensa, é mais um pau pra você chupar, é até bom pra você praticar.
- Eu não chupei sei pau ainda Ricardo.
- Isso mesmo, “ainda”, que bom que você já aceitou que vai chupar.
Tom nem se deu ao trabalho de responder.
Ricardo já havia arrancado sua bermuda e estava na sala novamente de cueca.
Tom terminou seu trabalho e foi para a sala mesmo sem ser chamado.

Assistiram um pouco de tv, comentaram algumas coisas sobre os programas que passavam, até que Ricardo começou seu jogo.
- Eu queria te pedir um favor, mas é um favor mesmo, não precisa fazer se não quiser.
- O que? Perguntou intrigado Tom.
- É algo que ia me deixar muito excitado, muito mesmo, eu ia ficar muito feliz se você fizesse, mas se não quiser tudo bem.
- Você ta me deixando preocupado, fala logo.
- Não é nada demais, é bem fácil na verdade, mas pra mim ia ser muito importante.
- Fala logo Ricardo.
- Eu queria que você me fizesse gozar de novo, usando uma calcinha.
- O que?
- Não é nada demais, você mesmo nem vai perceber, vai. Suas cuecas são bem apertadas, mas a calcinha já é feita pra entrar no meio da bunda sabe, vai ficar bem legal em você, melhor que fina nela eu acho.
- Por favor vai, eu vou ficar com muito tesão.
- Ta bom, que calcinha? As calcinhas da Maria vão ficar enormes em mim.
- A gente tem algumas menores guardadas, no guarda roupa embaixo da ultima gaveta tem uma caixa com umas coisas que a gente brinca de vez em quando, vai lá e escolhe alguma, mas tenta esconder seu pau, beleza?
Tom, foi até o quarto, procurando no fim do guarda-roupas, escondida atrás de alguns sapatos ele encontrou uma caixa de madeira, a colocou em cima da cama e quando abriu tomou um susto.
Dentro da caixa haviam algumas peças de lingerie, alguns pintos de borracha de diferentes tamanhos, algumas camisinhas e um frasco com alguns comprimidos azuis.
Tom pensou se em algum momento Ricardo ia querer usar os demais brinquedos com ele. Ele pegou as lingeries, eram realmente pequenas, inclusive Tom notou que não tinha como Maria entrar na maioria daquelas peças.
Tom pegou uma calcinha roxa, tipo fio dental e a experimentou, o fio logo se alojou em seu cuzinho, mas a parte da frente era pequena demais.
Depois pegou uma preta que tinha um pouco mais de tecido, cobria um pouco mais de sua rachadura, tinha mais pano na frente, mas não o suficiente para esconder seu pau, duro feito pedra. Viu uma espécie de camisola/camiseta, meio transparente e teve uma ideia, retirou a camiseta e colocou a peça, embolando toda a sobra de tecido na parte da frente da calcinha, escondendo seu pinto duro, deixava a camisola grudada em seu corpo e exibia toda sua bunda.
O pano pressionando seu cuzinho era algo novo para ele, mas no auge do tesão não se sentia incomodado. Criou coragem e voltou para a sala para ser elogiado por Ricardo.
- caralhooooo, que delícia, nossa, ficou melhor em você do que na maria mil vezes.
- Sabe, faz tempo que ela não usa essas coisas pra mim, alguns anos atrás ela cabia em todas aquelas calcinhas, ela adorava chupar meu pau enquanto eu fazia carinho na bunda dela, ainda bem que eu tenho você pra usar essas coisas e me fazer feliz. Vem aqui vem.

Tom, se ajoelhou na frente de Ricardo, tirou a cueca dele, o pau de Ricardo estava explodindo.
- Vamo coloque na boquinha, empine bem essa bunda.
Tom não titubeou, abocanhou o enorme cogumelo todo babado e logo começou a usar sua língua, quando moveu a mão para punhetar o pau Ricardo segurou sua mão.
- Calma, sem a mão por enquanto, só boquinha por enquanto.
Tom ficou lá empinando a bunda e lambendo a cabeça do pau de Ricardo, as vezes tirava a cabeça da boca e a olhava, como se estivesse admirando.
Enquanto isso, Ricardo ia falando baixo e de modo bem sexy:
- Nunca pensei que ia focar excitado com o que aconteceu aqui hoje, ver o Goiás cobiçando você me deixou louco, pensa a inveja que ele deve estar sabendo que eu to aqui sozinho com você? E o mais estranho é que me deixou de pau duro imaginando ele te comendo.
Nesse momento Tom tentou tirar a rola da boca mas sua cabeça estava sendo segura por Ricardo.
- Não tira não, continua ai.
Ricardo continuou.
- Pensa um bicho bruto daquele, gigante te pegando de jeito. Nunca imaginei que ia sentir tesão em compartilhar uma fêmea minha, olha só o que você está fazendo comigo, é tudo culpa sua. Ele tava tarado na sua bunda, também olha só essa bunda, pensa se ele ve então nessa calcinha, o macho ia se melar igual você se melou quando gozei na sua cara.
A mão de Ricardo continuava segurando a cabeça de Tom enquanto ele avançava em seus pensamentos.
- Daqui não dá pra ver direito, põe essa bunda aqui em cima, fica de quatro em cima do sofá.
Ricardo se ajeitou mais ereto no sofá e Tom o obedeceu ficando de quatro ao seu lado, logo Tom já estava com a cabeça da rola novamente na boca, impossibilitado de falar.
Ricardo colocou a mão esquerda na cabeça de Tom, agarrando de leve seus cabelos para impedir que saísse dali, e sua mão direita começou a alisar sua bunda exposta, só sua rachadura estava protegida pela minúscula calcinha.
Você tá babado bastante nele né, assim fica bem melhor, passa a mão pra você ver.
Com dificuldade Tom conseguiu levar a mão até a rola, mas perdia um ponto de equilíbrio importante para impedi-lo de afundar naquela rola.
A mão escorregou facilmente pelo mastro. Realmente ficava muito melhor manuseá-lo.
- Bem melhor não é? Acho que você podia espalhar melhor a saliva pelo meu pau, assim a punheta vai ficar bem mais gostosa. Não precisa chupar, só feche a boca com a cabeça dentro e quando tiver bastante saliva você espalha um pouco ok?
Tom não podia responder, além disso a mão que estava descontraidamente passeando por sua bunda estava agora mais perto do alvo, tinha muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, a única coisa que pode fazer foi emitir um som. – Uhum.
- Fica um pouquinho assim, espera, fecha bem a boca pra não escorrer.
O dedo agora estava afastando o pouco tecido da calcinha.
- Já tem bastante né?
- Uhum.
- Então, é só espalhar um pouco.
Nisso Tom sentiu a mão de Ricardo pressionando sua cabeça pau abaixo, no mesmo momento em que um dedo brincava perigosamente com seu cuzinho.
Quando alguns poucos centímetros de rola estavam dentro da boca de Tom ele já começou a protestar.
Ricardo não quis assustá-lo, e deixou que ele tirasse a o pau da boca, mas sem tirar o dedo do cuzinho de Tom.
Tom recuperou o fôlego, olhou para Ricardo que nem o deixava falar.
- É só pra deixar ele bem babado, não é nada demais, vamos fazer mais uma vez vai.
Tom já não discutia mais, puxou bastante ar e encaixou a cabeça na rola mais uma vez, por uns instantes tinha esquecido do dedo, mas foi logo lembrado, quando Ricardo avisou que era hora de descer de novo ele sentiu o dedo invadindo seu cuzinho virgem, ao mesmo tempo que deslizava para baixo na rola, dessa vez Ricardo o afundou mais antes de solta-lo.
Tom imediatamente começou a reclamar.
-Você enfiou o dedo no meu cu.
- Doeu?
- Claro que doeu.
- Ah, para, um dedinho de nada, não pode ter doído tanto.
- Claro, não foi no seu né?
- Eu já levei uma dedada e não doeu.
- Como? Perguntou intrigado Tom.
- Não foi bem uma dedada, eu tive que fazer um exame no intestino uma vez, enfiaram um aparelho muito maior que um dedo em mim e não doeu nada, mas estava bem lubrificado, pode ser isso, se doer com um dedo vou te levar no médico, é por que tem algo errado com seu cu.
- Não tem nada de errado com meu cú.
- Vamos ver então.
Nisso Ricaro levou o dedo até a boca de Tom.
Deixa ele bem babado, bem molhadinho, vamos ver se não tem nada de errado mesmo.
Tom podia negar, mas embora estivesse fazendo se fazendo de desentendido, o fundo queria aquilo.
Ricardo ficou com o dedo parado enquanto Tom o chupava indo e vindo com a cabeça, como tinha sido treinado.
Quando tirou o dedo da boca Ricardo já o posicionou na portinha de seu cu, Tom ficou olhando para ele, esperando o momento, mas antes de Ricardo enfiar o dedo novamente pediu a Tom que voltasse a babar seu pau.
- Da mais uma babadinha nele, não vou empurrar sua cabeça agora, mas você já sabe o que fazer, espera juntar saliva e desce algumas vezes, depois para na cabeça e espera de novo.
Tom puxou todo o ar que pode e voltou ao seu trabalho, colocou a cabeça do pau na boca e foi passando a língua juntando bastante saliva, quando começou a afundar sentiu o dedo de Ricardo o invadindo novamente, mas dessa vez ficou la. Tom soltou um leve gemido, mas se manteve firme em sua tarefa.
Após alguns instantes, Tom finalmente tirou a rola da boca e voltou a falar com Ricardo que continuava com o dedo dentro dele, indo de uma lado para outro, sem enfiar o dedo todo.
- já ta bem babado seu pau, posso punhetar agora.
- Uhmm acho que você consegue fazer melhor que isso não consegue não? Você não desceu quase nada, olha só, você tem que descer até começar a engasgar, ai você sabe que foi o máximo que aguenta.
- Você ta me enrolado Ricardo.
- Ué, tá ruim é? Você não gosta da babinha não?
Vencido, mais uma vez.
- Tá bom.
E tudo recomeçou,
Tom colocou a rola bem firme na boca, juntava saliva e descia pelo eixo.
Repetiu algumas vezes, até que ouviu a voz de Ricardo.
- Você consegue ir mais fundo vai, vou te ajudar um pouco.
Antes que pudesse protestar Tom sentiu a mão de Ricardo o conduzindo rola abaixo, cada movimento o levava mais para baixo.
- Lembra que você não pode tirar da boca.
Quando chegou na cabeça Ricardo o parou de empurrar.
- Pega um pouco de ar, respira, junta um pouco de saliva.
Alguns segundos depois Ricardo o empurrava para baixo de novo até que o primeiro engasgo aconteceu, Ricardo sentiu o corpo de Tom estremecer mas ainda o segurou um pouco antes deixar ele subir até a cabeça.
- Não tira da boca! Respira, se acalma.
Alguns segundos depois começou novamente. Nesse momento Ricardo já esquecerá do cuzinho de Tom.
Tive uma ideia.
Pegou o celular e ligou a câmera frontal, iniciou a gravação e posicionou o celular no braço do sofá de frente para eles, de modo que eles podiam se ver na tela do celular. Tomas é claro protestou.
- Pra que isso, você prometeu que ia apagar aquele vídeo, agora quer gravar outro?
- É pra você ver o quanto você está descendo, logo depois já apago.
- Vamos põe sua boquinha aqui.
Tom voltou a ficar de quatro e abocanhou a rola dura de Ricardo.
- Empina bem essa bunda.
Pela tela do celular Tom pode ver seu traseiro e o empinou ainda mais, era possível ver uma parte da calcinha e o quanto de pau estava na sua boca.
Assistiu pela tela do celular quando uma das mãos de Ricardo posou sobre sua cabeça e começou a empurrar para baixou, enquanto ele cuspia nos dedos da outra mão, o viu levando sua mão para sua bunda e sentiu quando o cuspe começou a ser espalhado pelo seu cuzinho.
Logo seu cuzinho estava sendo invadido dessa vez, foi mais profundo, ia e voltava, a medida que ia afundando a cabeça de Tom em sua rola aumentava a velocidade do dedo em seu cu, quando Tom queria parar um pouco os movimentos ficaram mais rápidos.
Ricardo só teve tempo de anunciar que iria gozar e pronto, logo os jatos de porra iam parar no fundo da garganta de Tom, que lutava para não sufocar.
O orgasmo de Ricardo durou alguns instantes.
Tomas continuou sugando o pau mesmo após ter a cabeça solta por Ricardo, esse continuava enfiando o dedo no cuzinho de Tom. Quando Tom finalmente ergueu a cabeça mais uma vez estava vermelho, o cabelo bagunçado, mas continuava com o rabo empinado.
Ricardo exibia seu costumeiro sorriso malicioso.
- E ai, como foi seu primeiro boquete?
- Isso não foi um boquete, eu só estava deixando ele babado.
- Foi um boquete sim, que ver o vídeo?
Só ai Tom lembrou do celular gravando.
- Se quiser a gente pode mostrar para alguém e perguntar o que é isso, que tal o Goiás? Ele já vai te pegar na quarta mesmo.
- Para Ricardo, você falou que ia apagar, e depois o Goiás não vai me pegar na quarta coisa nenhuma, ele não vai nem lembrar.
- O que você acha que ele vai dizer que é isso?
- Um boquete. – Respondeu vencido.
-Combinado então, a partir de agora você já pode parar com a frescura, da próxima vez você já começa chupando, mas a gente precisa treinar isso, sua chupeta precisa melhorar um pouco.
- Você não gostou?
- Gostei, eu amei, mas você sabe que pode ir mais fundo.
- E o meu cu? Isso não tava combinado, tira o dedo dai.
-Olha como você é mal agradecido.
- oi?
- Eu só to fazendo isso pra te agradar, eu li naquele site que você me indicou várias histórias de caras que gozam só com um dedo no cu. Eu queria que você sentisse prazer e pudesse gozar. Você não me disse que queria gozar?
- Sim, mas desse jeito.
- Vai dizer que você nunca leu nenhuma história assim lá? Foi você que me indicou o site.
- Não, gozando com um dedo não.
- Se eu acertasse sua próstata você iria sentir muito prazer, mas eu não consegui, não sei se está mais fundo, talvez precise de algo mais comprido, ou pode ser a posição que eu estava. Amanhã a gente tenta de novo, pesquisa sobre isso antes de dormir pra você ver que eu não estou mentindo.
- Como assim mais comprido?
Tomas se lembrou das coisas que estavam na caixa de madeira, já previu o que Ricardo estava tramando.
- Você não vai enfiar nenhum daqueles pintos de borracha na minha bunda nem vem.
- Calma moleque, você é muito desesperado, só quero que você sinta prazer, a Maria fica louca quando eu passo a língua no cuzinho dela, amanhã a gente pode tentar também, se ela gosta, você também deve gostar, quando eu enfio a língua ela fica doidinha me pedindo pra enfiar a rola nela.
- por que eu não posso simplesmente bater uma punheta e gozar?
- por que aqui, entre nós dois entenda, você é a fêmea e fêmea não tem pinto, não gosto desse seu pinto duro perto de mim, agora se você puder sentir prazer sem mexer nele eu fico feliz, quero ver você gemendo que nem eu.
Tomas protestou.
- Eu não sou fêmea!
- Calma, lá fora você é macho sim, olha só eu to até te ajudando, quando você estiver com uma menina já sabe o que fazer, mas aqui entre nós dois, sim, você é a putinha, mas é só entre nós.
- Você não gostou de chupar meu pau, fala a verdade.
- É, gostei.
- Então você precisa parar de frescura, se você gosta, qual o problema? Se você quiser chupar eu, o Pedro o Goiás não tem problema.
- Calma ai Ricardo eu não vou chupar mais niguém.
- Não entendo, você diz que gosta mas não quer fazer, você parece até burro agindo assim.
- Vamos Ricardo, apaga o vídeo.
- Vou apagar, mas antes vou mandar pra você, quero que você assista pra ver como você pode fazer melhor.
- Agora vamos, guarda essas coisas lá na caixa e arruma tudo, amanhã a gente vai sair de manhã.
- Arruma a caixa do jeito que estava pra Maria não perceber, mas antes de guardar pega alguns comprimidos azuis do frasco e guarda com você, uns quatro pelo menos.
- Pra que servem aqueles comprimidos? Perguntou o inocente Tom.
- Amanhã você vai descobrir.


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Comentários


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carollinecdzinha Comentou em 18/04/2019

Adorando esse conto. Muito bem detalhado. Um tesão! Aguardando a próxima parte!

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marcosagar Comentou em 13/04/2019

Amei esta série de contos sobre o Tom; adoraria eu estar a mercê do Ricardo e do Goiás.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O inicio de Tom - Parte 2

Codigo do conto:
137216

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/04/2019

Quant.de Votos:
4

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