Primo feliz em dar o cu



Acabei não contando o que aconteceu nos dias que passei na cidade de meu primo, mas porque vou lembrando das aventuras e quando o tesão bate, conto tudo aqui.

Mas o que aconteceu, e contei nos contos 134304 e 134812, é que tenho um primo que nasceu pra dar o cu. E não estou afirmando que esta é a maior característica dele, apenas estou dizendo que ele sente muito prazer no cu. As maiores qualidades dele são a coragem que ele demonstrou ter durante a vida e alguns percalços que enfrentou, o bom humor, a amizade sincera que oferecia aos amigos.

A coragem dele em muito foi destruída depois que começou a acreditar que o que sentia era errado, e tudo começou depois que se envolveu com um rapaz de sua cidade. Lugar pequeno, sabem como é, e os dois andando juntos pra cima e pra baixo, logo todos desconfiaram. A família mandou o namorado de meu primo pra outra cidade, pra estudar, e ele ficou desolado. Encontrou apoio emocional em um amigo da igreja. Rápido ele se sentiu envolvido e recebeu toda aquela lavagem cerebral especialmente direcionada pra ele.

Claro que tudo aconteceu de maneira sutil, e em menos de um ano ele estava se policiando pra parecer mais viril, com uma namorada, homem de retidão, homem de Deus. E claro que ele estava infeliz e a maior batalha era controlar o desejo no rabo a cada homem que lhe cruzava a rua. O fato de ter namorado era o mais fácil, pois a retidão era sua desculpa quando ela tentava avançar mais um pouco.

Ele me contou isso tudo na tarde em que fomos sozinhos para o rio. Tudo pareceu conspirar, pois poucos primos quiseram ir e estes foram embora cedo, nos deixando sozinhos por lá. Disse a ele que passava pelos mesmos dilemas, a dúvida de ser gay, de como isso era "ruim" para nós, e admiti para ele que não sentia paixão ou romance por homens, mas apenas tesão em fazer sacanagem. Inclusive disse que tinha achado a sua namorada muito bonita. Ele me disse que tentou sentir o mesmo tesão que sentia comigo ou com o ex-namorado, mas ela lhe deu a certeza que ele não queria admitir: de que era gay.

Duda me perguntou se eu havia chupado seu pau apenas para cumprir o combinado, e eu disse que em parte, sim, mas que eu gostava de chupar o pau dele. Eu realmente tive a curiosidade de saber como seria o papel de passivo, mas nunca senti o tesão que meu primo demonstrava sentir quando estava sendo enrabado, por exemplo. Mesmo depois de ter me acostumado com o volume de uma pica no cuzinho, não sentia mais que um incômodo e me reduzia à espera de que o carinha gozasse satisfeito. E, sim, aos ativos chatos de plantão, cai umas duas vezes naquele papinho de que eu não havia sido comido direito e não senti nada melhor que o que relatei. Boquete é diferente, às vezes o cara tem uma pica cheirosa e eu não abro mão de lhe dar uma bela chupada.

Meu primo disse que enquanto transávamos, pensava no ex-namorado e nas tardes depois do colégio quando passavam na casa vazia dele e fodiam até o anoitecer. Algum vizinho deve ter percebido a rotina e o falatório começou. Então, no momento em que comecei a chupá-lo na cama ele estava pra chorar. Disse a ele que se quisesse chorar, eu estava ali, era seu primo e amigo. Duda me disse que não, que precisava era decidir o que fazer de sua vida.

Duda pôs a mão por dentro do short e começou a me bater uma punheta. Eu fiquei preocupado, mas ele disse que de onde estávamos podíamos ouvir quem se aproximava. Então, relaxei e fiquei curtindo a punheta. Duda desceu do tronco onde estávamos sentados para dentro da água e se posicionou entre minhas pernas e começou a me chupar. Uma chupada suave, gelada pela água do rio. Meu pau estava muito duro e meu primo muito excitado. Quando eu senti que estava próximo, fiz ele se sentar no tronco e mudamos de posição. Passei a chupá-lo e o pau dele estava com aquele cheiro de tesão. Quando chupava sua cabeça, sentia sua pica soltar muito mel na minha boca e hoje entendo que ali ele estava se libertando daquelas amarras e sentindo todo o prazer que queria.

Vi que ele mordia os lábios e com uma das mãos apertava o bumbum. Estava com muito tesão no cuzinho. Dei mais uma cheirada em suas bolas, lambi o tronco de sua pica, uma chupadinha carinhosa na cabeça babona, e o fiz virar de bruços no tronco, numa posição não muito confortável e que não daria para enrabá-lo ali. O fiz virar de rabo pra mim, puxei seu short e com uma das mãos abri suas nádegas. Contemplei aquele cuzinho lisinho e rosado por um momento e então passeei com minha lingua ao seu redor até provar do seu sabor bem lá no fundo, saboreando suas pregas, seu tesão passivo, enquanto ele gemia baixinho e se esfregava naquele tronco molhado. Chupei seu cu com vontade, abrindo com as duas mãos o seu bumbum e o deixando exposto à minha boca.

O chupei por uns cinco minutos, até ele não aguentar, sair daquela posição e me levar para a beira. Nos posicionamos de maneira que pudessemos ver quem se aproximava, mas não podíamos ser vistos. Ali, Duda baixou seu short, sentado dentro d'agua em posição de frango assado e me puxou pra que eu metesse nele. MInha pica entrou macia e suave debaixo d'água e logo estávamos fodendo com força. Meu primo me abraçava e eu quase o suspendia enquanto metia meu pau em seu cu até minhas bolas se chocarem com as dele. Tive receio de alguém nos ouvir enquanto chegava, mas não o suficiente pra parar. Duda me soltou e começou a se punhetar enquanto eu fodia seu cu. Aquela cena, naquela beira de rio, meu pau fodendo aquele cuzinho delicado enquanto ele punhetava aquele tesão de pica me fez chegar rápido e logo eu gozei dentro de Duda. Ele gozou junto comigo e eu vi sua porra flutuar e ser levada pelas águas do rio. Tirei o pau de seu cuzinho, subi meu short e descansamos dentro d'água. Ninguém chegou até o momento em que fomos embora.

Apesar de termos transado durante as noites em seu quarto, essa foda no rio foi uma de nossas melhores. Voltei para a minha cidade e Duda, então, terminou com sua namorada, deixou a igreja e se dedicou aos estudos. Passou no vestibular para uma capital de outro Estado e foi morar lá. Volta e meia quando vinha visitar a familia, passava por nossa casa e por minha pica. Hoje, tem seu companheiro e está feliz. Você que está me lendo, batendo aquela punheta gostosa, mas faz parte de alguma congregação, por favor, respeite o desejo sexual das outras pessoas. Seja amigo quando estivermos mal, mas não venha nos acusar de pecadores por aquilo que você também adora fazer. Todo mundo tá ligado que essa galera moralista e religiosa tem muitos problemas sexuais, então se preocupe com os seus e deixe os outros em paz. Grande abraço, pessoal, muita pica, muito rabo e muita satisfação no cumprimento dos desejos.

Foto 1 do Conto erotico: Primo feliz em dar o cu

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Comentários


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edlivre Comentou em 16/04/2019

Muito massa este conto. Passei por dilema semelhante ao de seu primo. Show de bola O conto.

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hedonista67 Comentou em 13/04/2019

Nossa, que bunda linda !!!

foto perfil usuario olavandre53

olavandre53 Comentou em 13/04/2019

Lindo conto, linda lição e lindas fotos.

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bezerrorjzo Comentou em 12/04/2019

Sortudo ele

foto perfil usuario chaozinho

chaozinho Comentou em 12/04/2019

Belo conto.




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Ficha do conto

Foto Perfil leoimperioli
leoimperioli

Nome do conto:
Primo feliz em dar o cu

Codigo do conto:
137218

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/04/2019

Quant.de Votos:
15

Quant.de Fotos:
5