Mohara (ou o prazer a da obediência)



Conheci Mohara, uma garota excepcional. Negra clara, rosto lindo, com grandes olhos cor de mel, cabelos cacheados descendo pelas costas e corpo digno de globeleza. Tinha sido rainha do carnaval daquele ano e vivia cercada por um verdadeiro séquito de homens que babavam por ela. Jamais pensei que um nerd com quase nenhuma experiência com mulheres, como eu, tivesse chances com ela.

Acontece que eu comecei a lhe dar aulas particulares de matemática e física. Obviamente, lhe dedicava uma atenção especial, incluindo horas de conversa via whatsapp antes de provas. Nessas conversas, acabamos extrapolando as disciplinas e nos tornando mais íntimos. Talvez por estarmos fisicamente separados, ela se sentia segura para falar sobre assuntos mais íntimos, o que eu incentivava. Assim, as coisas foram progredindo e não demorou muito para estarmos falando de relacionamentos e sexo. Descobri que aquela gata estava carente por uma razão um pouco inusitada: não encontrava parceiros que estivessem dispostos a lhe acompanhar em suas fantasias. Mohara era fissurada por sadomasoquismo.

Eu conhecia muito pouco do tema, porém, mais que depressa me pus a pesquisar sobre BDSM na internet e dei a entender a ela que também curtia. Era a chance de finalmente me dar bem. Mohara foi ficando interessada, nossas conversas virtuais se tornaram mais quentes... passamos a compartilhar conteúdo sexual e até falar sacanagem. Em uma ou duas semanas, marcamos de nos ver num motel.

Cheguei tremendo de nervosismo. Quando aquela gata fenomenal começou a tirar a roupa de uma maneira bem sensual minhas pernas ficaram bambas. Sob o vestido, usava um conjunto branco de lingerie, com calcinha fio dental, espartilho de tule e renda e meias presas com ligas. Me tocou toda manhosa, esperando pela minha reação... eu estava meio sem saber o que fazer, devolvi o toque carinhoso, o que não a agradou muito.

– Me pega! – pediu.

A abracei e tentei beijá-la.

– Me pega com força! – pediu novamente, já demonstrando certa decepção.

Segurei seus braços e a empurrei para a cama, o que claramente a excitou. Deitei sobre ela e começamos a trocar beijos. Ela mordeu meu lábio tão forte que tirou sangue. Me assustei um pouco. Mas Mohara queria mais:

– Me bate! – sussurrou.

– O quê??

– Me bate! – gritou.

Meio sem jeito, dei-lhe um tapinha no rosto, o que só a deixou mais irritada.

– Me bate que nem macho, porra!!!!

Fiquei sem ação. Broxei totalmente. Percebendo meu desconforto, Mohara tentou salvar a transa. Como quem dissesse “vamos começar de novo”, virou-se de bruços, abandonando a postura agressiva. Era um monumento, com aquela bunda perfeita, empinada e durinha, com o fio dental enterrado entre as nádegas, contornando a buceta saliente, Toda dengosa, disse “Vem, amor”.

Deitei-me sobre ela, beijando seu corpo. Numa tentativa desesperada de voltar à ação, comecei a beijar, lamber e cheirar sua bunda, que ela rebolava no meu rosto. Estava excitada, eu sentia a umidade na calcinha...

– Vai, amor, rasga minha roupa! – pediu, gemendo.

Hesitei novamente, deixando-a impaciente.

– Vai, arranca minha roupa, puxa meu cabelo, me fode com força!! Abusa de mim!!!!!!!!!!

Constrangido, até tentei rasgar o espartilho, mas não consegui nem abrir o fecho. Meu tesão sumiu completamente. Tinha deixado aquela gata maravilhosa na mão...

Mohara ficou possessa. Mal se vestiu e foi embora, pisando duro. Julguei que minhas chances com aquela deusa estavam sepultadas. Contudo, semanas depois, me enviou uma mensagem. Recomeçamos o papo. Pediu desculpas por ter forçado a barra e eu confessei que tinha fingido me interessar por BDSM apenas porque estava muito a fim dela. Acabou me dando uma segunda chance.

Era sábado à tarde e suas colegas de apartamento tinham viajado. Mohara me chamou à sua casa. Começamos com calma... filme na TV, pipoca, alguns drinks... de repente, estávamos trocando beijos e carícias ardentes no sofá. Logo, ela me puxou para o quarto. Estava escuro e ela me conduziu até a cama, me fazendo deitar e vindo por cima. Aquele amasso estava muito gostoso... ela tirava minha camisa e percorria meu peito com a língua... brincou com os mamilos, me arrancando suspiros. Então, com uma força surpreendente, empurrou meus braços contra a cabeceira. Sentada sobre mim, me imobilizava. Quando dei por mim, estava com os braços presos por correias. Ela sorriu e fiquei mais tranquilo.

– Deixa eu te judiar um pouquinho, querido? – pediu com aquela voz doce e manhosa para a qual era impossível dizer não. Estava ansioso para ver o que faria.

Voltou a beijar meu peito, descendo pela barriga e já baixando minha calça e a cueca. Então, parou de súbito, e riu alto olhando para o meu pau.

– Então você achou que iria satisfazer uma mulher como eu com essa coisinha ridícula?! – perguntou, debochada. – Você não tem vergonha nessa cara, não? – e completou a frase com um tapa violento na minha face. Meu pau murchou imediatamente.

– Que foi, vai broxar de novo? Me acha feia, é? – falava com raiva na voz.

– N-não...

– Então o que é?? Não gosta de mulher? É isso, sua bichinha? – e desferiu outro tapa – Eu vou te ensinar...

Tirou a calcinha e sentou sobre minha cabeça, esfregando a buceta no meu rosto.

– Vou te ensinar a não ter nojinho de mulher, seu viadinho broxa! – gritou, me sufocando com sua buceta molhada de tesão. Dava uma brechinha para que eu respirasse e voltava a enfiar na minha cara, mandando eu chupar.

Depois de algum tempo assim, voltou para o meu pau, que ainda não tinha dado sinal de vida.

– É uma bichinha mesmo! O que você quer com mulher? Por que não foi procurar um macho, seu viadinho? – me bateu novamente, me arrancando lágrimas – Olha só, a menininha vai chorar... – zombou – Você não perde por esperar... seu castigo está só começando...

Então saiu de cima e me fez virar de bruços, ainda com os braços presos. Eu implorava chorando para ela me libertar, mas isso só alimentava ainda mais seu sadismo. Senti seu peso sobre mim, os biquinhos duros dos seios nas minhas costas e os pelinhos do púbis se esfregando na minha bunda. Começou a morder meu pescoço, ombro... desceu e mordeu uma nádega, com força, me fazendo gritar. Ria de mim...

Então senti a língua úmida no rego e o meu cu sendo lubrificado por sua saliva. Sabia o que viria e tentei evitar de toda forma, mas ela me dominava com facilidade. Logo me penetrou, enterrando o dedo de uma vez. Socou repetidamente e enfiou mais um e mais outro.

– Você é mulherzinha agora! Vou te comer muito, minha putinha! Vou ser teu macho, te enrabar sem dó!

Era o cúmulo da humilhação... Não conseguia mais reagir... ela estava me penetrando com força e eu me entregava impotente... aquela sensação de ser dominado provocou algo estranho... uma excitação diferente, mas inegável. Mohara logo percebeu.

– Aaaahhhh, tá gostando né, menina?! É disso que você gosta, né? De dar esse cuzinho?

Eu gemia entre dentes. Ela interrompeu a foda e mandou eu ficar a esperando exatamente naquela posição.

– É melhor ser uma putinha bem obediente, ouviu???

Um minuto depois retornou. Trazia o celular na mão e algo preso na cintura, que logo vi ser uma réplica de silicone de um pau negro de tamanho médio. Eu não me movi, permanecendo de bruços, com o cu exposto, oferecido mesmo.

– Hmmm... assim que eu gosto... uma menininha bem passivinha... empina essa bundinha, amor, que eu vou te enrabar bem gostoso!

Senti o peso dela sobre mim e a ponta do consolo escorregando no meu rego, se encaixando no buraquinho já lubrificado. Ela empurrou com força e eu gritei, o que a fez gargalhar. Realmente sentia prazer em fazer aquilo. Meteu até o fundo e deixou lá dentro um pouco, antes de começar a socar, cada vez mais forte. Me esforcei muito para reprimir o prazer que crescia, mas foi impossível. Algo explodia no meu âmago e sacudia meu corpo... gozei como nunca, para satisfação de Mohara.

Bom, se ela queria se vingar pela outra noite, conseguiu. Fui totalmente humilhado, além de estar com o cu ardendo. No entanto, meu castigo estava só começando... eu ainda me recuperava na cama, quando ela começou a exibir o vídeo que havia feito daquela foda.

– Agora, você tem uma escolha: me obedece sem questionar ou todo mundo vai ver você gozando com meu pau enterrado no cu.

Foto 1 do Conto erotico: Mohara (ou o prazer a da obediência)

Foto 2 do Conto erotico: Mohara (ou o prazer a da obediência)


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Ficha do conto

Foto Perfil gabkiel
gabkiel

Nome do conto:
Mohara (ou o prazer a da obediência)

Codigo do conto:
137254

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
13/04/2019

Quant.de Votos:
8

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