Mohara II - humilhação e tesão



Continuar servindo a uma dominadora sádica louquinha para me humilhar ou deixar que meus amigos, conhecidos e familiares me vissem ter um orgasmo sendo enrabado por um pau de silicone? Não era bem uma escolha. Implorei chorando de joelhos para que Mohara não espalhasse o vídeo que havia feito da nossa transa e jurei ser totalmente obediente. Não recebi resposta imediata, mas alguns dias depois, chegou uma mensagem dela: “Na minha casa, AGORA!”


Estava no meio de uma prova, no entanto não pensei duas vezes. Saí correndo e cheguei ao apartamento de Mohara o mais rápido que pude. Passei da porta e levei o primeiro tapa.

– Demorou de mais!

Ela vestia apenas um roupão e sandálias de salto, que a deixavam bem mais alta do que eu. Cravou as unhas no meu braço e me arrastou para o quarto. Mandou eu ficar de joelhos e deixou o roupão cair. A poucos centímetros do meu rosto, vi aquele caralho negro que havia me arrombado dias antes.

– Chupa! – ordenou.

Meio sem jeito, fui tentando abocanhar o pau de silicone, preso ao púbis de Mohara. Levei vários tapas para “aprender a fazer direito”. Por fim, estava chupando como via nos filmes pornôs, o que arrancava risos sarcásticos da minha dominadora:

– Hmmm... se revelando a putinha... sempre soube que essa coca era fanta...

Então agarrou-me pelos cabelos e me mandou ficar de quatro. Rasgou minha camisa com as unhas e baixou minha calça. Não demorou para sentir a pressão da cabeça do consolo no rabo. Mohara não teve só nenhuma de empurrar assim, a seco, me fazendo urrar. Me segurou pelo quadril, as unhas cravadas na minha pele, e socou com força por minutos, me fazendo chorar. Meu cuzinho foi cedendo e o pau entrava todo... o púbis dela batia na minha bunda... por mais humilhante e dolorosa que fosse a experiência, o meu tesão estava a mil e acabei gozando novamente.

– Isso é pra ninguém ter dúvida nenhuma que você é uma puta! – disse ela, rindo. Só me liberou depois de eu chupar sua buceta até fazê-la gozar. Antes que eu saísse, no entanto, ela me entregou um cartão.

– Essa é a minha depiladora. Da próxima vez que eu te chamar, quero te ver lisinha, ouviu? E, como você não sabe quando será, é bom procurar ela logo...

Ela não estava me perguntando nada, estava me ordenando. Já nem pensava em saídas para a minha situação... minha preocupação toda era não desagradar Mohara, de forma que liguei imediatamente para a Denise, a depiladora. Expliquei que queria o primeiro horário disponível.

– Como é o nome da cliente? –perguntou a atendente – é sua namorada, esposa...?

– N-não... é... para.. m-mim... mesmo...

Houve um silêncio na ligação e outra pessoa falou comigo.

– Oi, aqui é a Denise. Não sei se houve algum engano, mas eu faço depilação íntima feminina...

Bom, vocês devem imaginar o constrangimento. Mas consegui um horário para aquela tarde mesmo. Passei em casa, tomei um banho e fui até o local. Não sei se a experiência foi mais dolorosa ou humilhante. Tanto Denise quanto sua ajudante eram garotas lindas e ficaram o tempo todo me tratando como se eu fosse uma cliente (por certo me consideravam homossexual). Mas o pior foi na última parte da depilação: a bunda, incluindo o entorno do ânus. Meu cuzinho estava, como era de se esperar, ainda arregaçado pela foda de horas antes. Elas riram e fizeram brincadeiras do tipo “hmm, o bofe pegou pesado com você, hein, miga...”.

Eu só engolia a vergonha e rezava para tudo passar logo, já imaginando como explicaria para as pessoas do meu convívio o corpo todo depilado.

No fim de semana seguinte, recebi outra mensagem de Mohara: “Me espera na minha casa. A chave está debaixo do tapete.” Fui correndo o caminho todo para não arriscar chegar atrasado e despertar a ira da minha dominadora. Na cama, havia uma sacola de loja e um bilhete: “Toma um banho e me espera vestindo isto”. Dentro da sacola havia um conjunto de lingerie rosa. Calcinha fio dental e baby-doll, ambos de tule com rendas. Sabia que o meu caso não tinha mais solução... o que eu podia fazer era agradá-la. Após um longo banho, vesti aquelas pecinhas sensuais, notando o quanto meu corpo estava feminino todo depilado. Nunca fui lá muito macho, mas naquelas roupinhas, eu estava mesmo parecendo uma menina. Não pude evitar de ficar em admirando um pouco no espelho. Resolvi dar um passo além, para agradar Mohara. Ajeitei o cabelo em um penteado bem feminino e passei batom e rímel. Além disso, lubrifiquei bem meu cuzinho, já sabendo o que me esperava...

Mohara chegou meia hora depois. Eu estava na cama, bem menina... ela vinha suada, estava na academia ou caminhando na rua... deu um assovio ao me ver de bruços... sorriu e disse que eu estava uma verdadeira gatinha. Não disse nada, apenas mantive a postura passiva, já sentindo vontade de ser possuído por aquela mulher. Nisso, ouço risos atrás dela. Mohara não estava sozinha, suas colegas de apartamento vinham junto. Elas olharam para mim e começaram a rir, debochadas. “Olha que gatinha!”, “É uma putinha mesmo!”

Quis fugir, mas claro que minha dominadora jamais deixaria. Ela já vinha deitando sobre mim, me abraçando por trás e se esfregando na minha bunda, beijando e mordendo meu pescoço... o cheio forte do seu corpo suado se impregnava no meu.

Sentiu meu cuzinho lubrificado com os dedos e sorriu.

– Sua safadinha! Tô louquinha pra te comer, gatinha!

As garotas estavam vibrando vendo aquela cena. Eu perguntei “e elas?”

– Elas vão adorar assistir tudo... – dizendo isso, tirou o consolo negro da gaveta do criado mudo e já o posicionou, encaixado entre nós, empurrando para dentro de mim com seu púbis. Querendo ou não, eu gemi como puta... por mais que não quisesse demonstrar o prazer que estava sentindo na frente daquelas garotas, Mohara me fodeu tão gostoso que logo eu estava gozando, para a alegria de suas amigas.

Naquele dia, recebi outra ordem:

– De agora em diante, você não usa mais cueca. Vou dar incertas e se te pegar de cueca, você dança! Você vai até a loja e vai comprar calcinhas bem sexys pra você e vai usá-las todo dia, entendeu?

Que mais eu poderia fazer, senão obedecer?

Foto 1 do Conto erotico: Mohara II - humilhação e tesão


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Ficha do conto

Foto Perfil gabkiel
gabkiel

Nome do conto:
Mohara II - humilhação e tesão

Codigo do conto:
137255

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
13/04/2019

Quant.de Votos:
9

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