O TROTE DA FACULDADE




Olá queridos!!
Como todos já me conhecem, mas para quem não me conhece sou Paula Brunna.
Hoje eu trago a historia de uma amiga chamada Rayssa.
Essa pessoa conheci em uma festinha da faculdade em junho do ano passado onde fui apresentada por outro amigo.
no fim do ano antes das festas de Natal e Réveillon ela se abriu e me contou tudo sobre seu relacionamento com seu pai.
gravamos em áudio pelo meu celular e depois escrevi e hoje com o consentimento dela postei a sua linda história com seu pai.
Espero que gostem e votem além de comentar.

Acho que me defino como uma menina rebelde.
Eu sempre fui meio que do contra quase em tudo, principalmente com minha família que quando dizia uma coisa eu fazia outra só pra contrariar e isso de alguma forma me dava uma sensação de liberdade e autonomia.
Vivi minha infância e adolescência toda dessa forma sendo a ovelha negra da minha família..
Minha mãe é corretora de imóveis e meu pai médico e professor da universidade federal da cidade onde vivo.
Temos uma boa vida financeira e ainda sendo desse jeito sempre tive tudo que quis e que desejava de meus pais.
Quando optei por fazer medicina meu pai me advertiu que eu fizesse outro curso, e na hora eu não entendi o porquê, já que ele era médico e obviamente seria lógico que ele ficasse feliz com minha escolha, mas diante disso eu segui com meu instinto rebelde e desobedeci.
O que mais motivava minha curiosidade era eu ouvia falar de muita putaria e sacanagem que os veteranos faziam com os calouros e as calouras, que havia muito sexo, orgia, bebedeira e muitas festas regradas a sexo, drogas e rock in holl e que por isso meu pai tentou fazer com que eu mudasse de ideia até o ultimo minuto.
Ainda lembro-me da frase que ele disse quando eu anunciei que tinha passado para medicina.
- Não diga que eu não te avisei..
Eu pouco dei importância para o que ele tinha dito e me joguei de cabeça nessa nova faze da minha vida.
Como caloura eu paguei vários trotes, mas o grande trote era um tipo de sacrifício, um ritual da irmandade onde nós entravamos para uma seita com regras, mandamentos e deveres absoluto sigilo.
O líder dos veteranos, que eram em torno de 20 pessoas entre homens e mulheres separou dois grupos de calouros para o batismo final e os rapazes escolheram 15 calouras entre elas eu, para ficarmos por uma semana em uma fazenda regrada a sexo drogas e festas diárias.
Cada uma de nós calouras recebeu um cartão com um número referente a um chalé que seria nosso dormitório, algo pequeno, mas com todo o conforto e ficava nas mediações da sede, onde a liderança ficou hospedada.
Nós sabíamos que teríamos que ficar na cabana e só sair quando for ordenado..
Seria uma semana naquela fazenda regrada a festinhas diárias drogas e muito mas muito sexo..
Dopeis de todas as orientações da liderança a gente dançou, bebeu bastante e por volta das 18h quando já estava bem escuro soou o alarme e todas nós corremos cada uma para seu chalé para esperar quem seria o cara que iria foder nossa bocetinha loucamente.
Já dentro do chalé eu sentia meus ossos tremendo de ansiedade, tesão e uma vontade desesperada de foder loucamente por um período de quase 15 minutos até a porta se abre e me viro para ver quem iria me foder durante aquela semana.
Mas quando vi meu pai entrando e trancando a porta eu quase perdi o chão e mesmo muito chapada e bêbada fiquei sem entender o que meu pai fazia ali.
Ele trancou a porta e caminhou até o frigobar e retirou uma bebida e veio lentamente em minha direção e sentando-se ao meu lado disse bebe.
- Paaaaaaaiiiiii!!! O que o senhor está fazendo aqui?
Exclamei completamente surpresa e sem entender nada.
Ele sorri e fala.
- Calma!! Agora relaxa e se prepara pra gozar. Eu te disse para não escolher esse curso. Agora tem que fazer tudo que a irmandade disser.
Eu estava seminua, um top transparente onde os biquinhos dos meus seios que estavam durinhos como duas pedrinhas, salientavam o tecido a ponto de perfurar e ele olhou e viu como meus peitinhos estavam e tentei esconder pondo uma de minhas mãos cobrindo, mas não adiantava.
Eu usava uma pecinha de bikini bem pequenina e tão apertadinha que dividiu minha bocetinha em duas bandas bem inchadinhas.
Meu corpo inteiro estava banhado de suor e meu cheiro era forte e exalava o aroma forte de sexo o que o deixava ainda mais alucinado.
O fundo do meu bikini ensopado com o creme de tesão, leite e com restinho de gotículas de chuva de prata que minha bocetinha vomitou e cuspiu todo aquele dia exalava o cheiro da mistura perfeita que ele sentia e elogiava dizendo..
- Que cheiro mais delicioso de bocetinha!!   
Envergonhada eu pedi pra tomar um bom banho, mas ele protestou dizendo.
- Não!! Banho agora não. Primeiro minha filhinha vai tomar uma pirocada bem deliciosa, vai foder até não aguentar mais de tanto gozar na caceta do papai.
Completamente desconcertada e tomada de vergonha, sem saber o que fazer diante daquela situação, se pedia pra ir embora pra casa, ou pedia pra ele sair e esperava a direção mandar outro cara, eu não tomava uma decisão e ele falava e agia.
Cada vez chegando perto de mim até colar seu corpo do meu lado e baixava a alça só meu sutiã transparente e eu recolocava novamente sem abrir a boca, mas ele baixava novamente até que eu desisti de recolocar e meu seio ficou a mostra.
A bebida que ele me deu fez meus batimentos cardíacos acelerar e meu corpo queimar de tesão mais do que já estava.
Então eu não conseguia mais resistir as suas investidas e ele me convenceu e arrancou a pecinha de baixo, meu biquininho minúsculo que protegia minha bocetinha e após isso me pôs de joelhos no chão e colocou seu pau para fora que balançava duro feito um ferro bem diante de meus olhos na mesma altura do meu rosto.
Eu não imaginava que ele era dono de uma caceta tão grande e grossa que me deixou de boca aberta.
Não sei explicar ao certo o que eu sentia naquele instante, só sei que mesmo no meio de todo aquele medo e vergonha eu estava louca pra foder e foder muito, talvez pelo efeito das drogas.
E todo aquele clima de pressão a forma agressiva da sua fala comigo e como me pegava e segurava meu corpo com força como se eu fosse uma estranha, uma presa que seria comida a força se eu resistisse me levou a descoberta de um fetish que me libertou.
Aquela sensação de me achar estar sendo estuprada era deliciosa e aumentava ainda mais meu desejo.
Minha prikita babava e meu corpo inteiro era energizado por uma descarga de choque de puro prazer.
Enquando via o mundo girando ao meu redor papai me ordena.
- Chupa filhota!! Chupa!! Você não quer putaria? Então papai vai te dar muita putaria.
Enquanto ele falara ele inclinara o corpo e segurava minha cabeça pelos cabelos e puxava de encontro a sua imensa rola que estava em sua outra mão sendo conduzida até minha boca que se abriu pra receber aquela obra de arte.
A chapeleta da sua caceta tocou a minha língua entrando devagar forçando minha boca abrir até o seu limite para acomodá-la.
Fechei os olhos nesse momento e fechei delicadamente a boquinha e meus lábios abraçaram a glande e pressionei para sentir a grossura.
Minha boca se encheu de saliva que rapidamente banhou toda a cabecinha deixando-a bem lisinha..
Papai suspirou a seguinte frase.
- Iiiiiiiissooooo fiiiiiilha!!! Que maravilha de boquinha você tem.
Nessa hora me empolguei, porque jamais eu tinha ouvido um elogio de nenhum dos caras que me comera antes de meu pai e com isso me senti a tal, com seu pau na boca.
Papai chacoalhava minha cabeça pelos cabelos fazendo um vai e vem em sua caceta..
Ele empurrava seu caceta e eu sentia a cabeça tocar a minha goela.
Seu pau ficou completamente banhado de saliva e bem envernizado pronto pra esfolar minha bocetinha que espumava de tesão.
O pau entrava e saia e por várias vezes eu apanhei na cara com aquela jiboia e eu gritava a cada agressão daquele nervo no meu rosto.
Eu perdi completamente a noção de tudo.
Livre, leve e solta e entregue ao meu desejo de foder eu já brincava com aquela piroca na boca como se aquele homem não fosse meu pai e aquele membro não fosse seu pau porque eu me joguei de cabeça nessa loucura e beijava, lambia desde o saco até a pontinha da cabeça e não só lambuzei de saliva todo o corpinho daquela caceta, como toda minha cara ficou banhada de saliva.
Eu estava irreconhecível diante dele e para mim mesma.
Não imaginava que eu era tão apaixonada por pica assim e a do papai estava me conquistando pouco a pouco.
Aquele dia havia feito tanto calor que mesmo àquela hora da noite meu corpo escorria de suor dentro daquela casinha no meio do mato.
Papai lambia e sugava as gotas que escorriam do meu corpo enxugando pedacinho a pedacinho.
Ele olhava para mim e perguntava.
Já fizeram isso contigo na cama?
E toda afoita e desesperada de tesão eu respondia apressava sussurrando.
Não!! Não!! Nunca fizeram assim comigo..
Logo em seguida ele me coloca de quatro sobre o sofá onde e se ajoelha e abre bem minhas ancas e começa a chupar minha bocetinha e meu cuzinho.
Eu estava tão alucinada que tive uma vertigem tão rápido que parecia que a luz tinha se apagado por um milésimo de segundo.
Sua linguinha nervosa deu um banho e enxugou completamente limpando minha bocetinha e meu cuzinho.
Ela escorregava entre os lábios de minha bocetinha e era penetrada dentro de mim e eu simplesmente derreti nessa hora em suam boca.
Meu gemido aumentou de volume e eu não me segurava mais.
Eu queria piroca a qualquer custo naquela noite, mesmo que fosse a dele.
Aquela chupada arrancou gemidos e gritos de mim, agora não era apenas um gemido de prazer, eram gritos de loucura extrema de prazer..
Meu cuzinho piscava e sua linguinha enrijecida forçava meu botãozinho e eu mastigava aquela língua intrusa que tentava violar meu cuzinho..
O que me deixou mais encantada com ele era que ele não tinha nojinho nem frescura de enfiar a cara e a boca no meu cuzinho e na minha bocetinha e chupar até arrancar leite e baba dela..
Foi assim que ele chegou com a cabecinha no meu buraquinho e forçou me arrancando um grito imediato.
Ele me acalmou dizendo.
- Calma filha!!! Papai vai comer bem devagar essa bocetinha..
E empurrava lentamente me fazendo sentir cada pedacinho daquela rola.
Eu trinquei os dentes e urrava sentido aquele nervo dilatando e alargando meu estreito canal..
- Que bocetinha mais apertadinha né minha filha?
Minha resposta era em tom de gemidos.
Logo o vai e vem começou e eu entrei em completo descontrole com aquela piroca entrando e saindo de dentro de mim..
Eu sentia como se estivesse sendo rasgada ao meio, tamanha era a violência que sua vara entrava e saia de mim.
Meus gritos ecoavam dentro da casa e papai ficava mais faminto e louco pra me comer vendo meu sofrimento e ouvindo meus gritos desesperados de prazer em sua pica..
Eu ouvia os risos e desdenho das pessoas que estava do lado de fora do chalé escutavam minha tortura e meu doce sofrimento e rindo de mim.
Aquilo me deu um tesão ainda maior sabendo que eles me ouviam, embora não pudessem me ver..
Era uma surra deliciosa de pica que papai me deu por mais de 40 minutos só nessa posição, com fortes e violentas estocadas sem pausa até que eu gozei na caceta dele.
Eu fiz um escândalo enquanto gozava na sua caceta.
Ele batia com a palma da mão na polpa da minha bunda enquanto eu gozava.
Nossa que coisa maravilhosa fio aquilo.
Eu nunca tinha sentindo nada parecido na vida.
Papai tinha controle e domínio total sobre meu corpinho pequeno de adolescente.
Meu corpo era jogado frente e puxado de volta a sua rola numa velocidade grande o que fazia com que meu escândalo ainda fosse maior..
Era tudo junto, choro, grito, desespero, prazer e um orgasmo transcendental.
Foi assim que banhei o seu pau com meu leite.
Eu ouvia ele falando próximo ao meu ouvido.
- Gooooooooooooza putinha linda!!!! Gooooooooooooza!!! Issoooooooooooo!!
Noooossa!! Papai em chamou de putinha enquanto eu gozava bem na cabecinha da caceta dele.
Eu nunca me imaginei sendo tratada dessa forma numa piroca, até porque eu achava isso baixo demais um homem ofender a mulher dessa forma na cama, mas quando eu tive essa experiência e ouvi meu pai me chamando de putinha dessa forma como seu eu fosse uma vadia qualquer, uma puta da rua, eu me sentia a mulher mais maravilhosa naquele instante.
Eu me sentia uma puta de luxo.
E eu gostei da sensação de ser sua puta naquela hora.
E no meio disso tudo eu gozava feito uma vagabunda naquela caceta deliciosa, que me arrebentava toda, em meio aos berros e escândalos que eu fazia dentro daquele chalé.
A minha sensação na hora foi que minha alma tinha sido arrancada de dentro do meu corpo.
Parecia que eu tinha perdido noção de tempo espaço e parentesco com meu estuprador, que era meu próprio pai.
Minha boceta vomitando sem parar todo meu leite em cima do corpo do seu membro grosso, até eu começar a perder as forças e só me restar força para puxar o ar..
Depois que meus gritos e escândalo silenciou, papai retirou sua caceta de dentro da minha bocetinha, mas ela não parava de piscar e cuspir o restante do leite.
Eu puxava o ar com toda minha força, ofegando e suspirando a ponto de soluçar como uma asmática.
Eu estava em outra dimensão sentindo meu corpo inteiro se dilatando.

CONTINUA...

Foto 1 do Conto erotico: O TROTE DA FACULDADE

Foto 2 do Conto erotico: O TROTE DA FACULDADE

Foto 3 do Conto erotico: O TROTE DA FACULDADE

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Comentários


foto perfil usuario juninhosouza

juninhosouza Comentou em 24/04/2019

Parabéns excelente conto. adorei suas fotos, sao todas reais?

foto perfil usuario flamengo21

flamengo21 Comentou em 16/04/2019

que tesão de filha, bom conto. votado.

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magnifico Comentou em 15/04/2019

conto delicioso, cheio de tesão. maravilha de relato. votado

foto perfil usuario fulano

fulano Comentou em 15/04/2019

delicia de conto ...... vc é uma gata bem safadinha

foto perfil usuario pedrovasconcelos

pedrovasconcelos Comentou em 15/04/2019

Que conto fantastico. Sei por experiencia que pode acontecer. Gostei.Votei Vamos saber como acaba

foto perfil usuario paulabruna

paulabruna Comentou em 15/04/2019

Rrsrsrs!!! Miga não são fotos minhas. Essas fotos é da minha amiga, a personagem principal e real da história..

foto perfil usuario Soninha88

Soninha88 Comentou em 15/04/2019

Mulher, adorei esse conto todo, fiquei molhadinha lendo!!! Só não gostei do "continua"!!! Mas vou aguardar a continuação...fotos lindas suas, bem sensuais...votado...bjs




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O TROTE DA FACULDADE

Codigo do conto:
137336

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/04/2019

Quant.de Votos:
35

Quant.de Fotos:
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